Shave the beard.

Nivea+Gillette.

Nivea+Gillette.

Actualmente faço a barba quase todos os dias. Não gosto. Nunca gostei. Mas agora forço-me a fazê-lo. E o cabelo vai na mesma leva. No banho, sem cantorias…

Há pouco tempo troquei de máquina de barbear. Agora tenho uma Gillette Fusion5 Proshield. Não posso dizer que é chique porque isso soa a outra marca.  Não desgosto, mas estava à espera de uma maior eficácia em relação à última que tive. Não noto nada de mais, mas assumo que é mais suave, apesar de lixar sempre a pele, mas isso é condição de ser homem, porque as mulheres têm outros pincéis…

Agora a diferença está no novo gel de barbear! Desde já digo que só uso Nivea.

Há pouco tempo resolvi comprar outra variante (acho que fui pelo preço). É o Gel de Barbear Deep Clean Shave. Gosto, mas talvez seja líquido de mais. Para mim não é problema pois, como já disse, só faço a barba (e o cabelo) no duche. Desliza bem e faz a barba que é uma limpeza. E a coisa fica feita com distinção.

E agora um vídeo com dicas para um melhor barbear.

Diz-me com quem andas…

Também o calçado pode definir uma pessoa e aquilo que ela faz. Mas as coisas nem sempre são lineares. Por exemplo, ultimamente tenho andado bastante com as sapatilhas das fotos. Como é que isso me pode definir? Sou praticante de desporto? Sou antes um fashion guy que gosta de exibir uns ténis à maneira? Ou caminho muito e isto é do mais confortável que há? É tudo isso.

De facto, nos dias que correm (olha o trocadilho…) ando que me farto, colina abaixo, colina acima, em Lisboa. Não me estou a queixar, antes pelo contrário. O que é que eu faço? É semi-segredo mas estes Adidas outdoor são um alívio a absorver o impacto dos pisos irregulares, atenuando as pontadas de ciática, ao mesmo tempo que palmilho milhas e milhas. E são cool, uma espécie de BTT do calçado. Foram uma oferta de quem me pôs a andar (ou me deu com os pés), mas isso é outra história…

E agora vai uma voltinha por aí?

Que melão!

Somersby de melancia. Que melão!

O tempo quente pede bebidas frescas. Eu não tinha pedido esta beberagem mas alguém ma deu e a cavalo dado não se olha os dentes, lá diz o ditado.

Dizem que é uma espécie de sparkling cider (sidra com efervescências) e que é para ser bebida com muito gelo (eles sabem bem como tornar esta coisa mais bebível).

Eufemisticamente, não morri de amores. Não que estivesse à espera de algo excepcional. Até porque, num dia escaldante de Verão, gosto de uma Coca-Cola (mas da clássica!) com muito gelo e umas rodelas de limão. Para muitos é uma zurrapa com muita água, açúcar e com mais uma data de químicos. E é. Mas é à pala do meu paladar.

E agora vai um vídeo para ficarem com muita sede. Com ou sem melão:

Em Cascais há sushi de comer e chorar por mais.

Sushi Del Mar. É no Mercado da Vila, em Cascais.

Gosto de sushi, não é novidade. E de cozinha de influência oriental (é ver o meu blog aqui, que tem muito para abrir o apetite). Mas nisto do japonês sou mais para o tradicionalista, não alinho muito em braseados e a afins. Mas, repito, gosto de sushi. E muito!

A propósito de um evento especial na minha vida (que reservo para mim), e coincidindo com o solstício de Verão, na passada sexta-feira, 21 de Junho, fui até Cascais, ao Sushi Del Mar. É um restaurante de um amigo e ex-colega meu, do mundo da publicidade, que mudou de rumo na vida e meteu-se em aventuras gastronómicas. E meteu-se bem, porque eu gostei bastante da comida!

É sushi variado e muito bem apresentado, sem chinesices de gosto fácil. É requintado mas informal. É delicioso e com toques de originalidade. É como eu gosto, e ainda por cima não achei excessivamente caro.

Vamos por partes:

  1. O preâmbulo deixou logo o meu palato alerta, principalmente com a pele de dois peixes devidamente braseadas (no japonês acho que são os únicos “braseanços” que eu aprovo). Isto muito bem acompanhado com uma Asahi à pressão.
  2. Seguiu-se a entrada propriamente dita: aqui quis arriscar e fui para um carpaccio de 3 peixes, em cama de laranja e lima, e com um apontamento de queijo. A combinação podia ter corrido mal, mas não! Um mistura ácida e suculenta de sabores, que casou bem com a Catarina (a fresca donzela que, sob a forma de vinho branco, nos acompanhou durante a refeição).
  3. Ah, o sushi e as suas variedades e atrevimentos. Foi a pièce de résistance da refeição. Uma prancha de sabores e texturas que nos encheu as medidas. A meu pedido quase tudo pendeu para o mais tradicional, mas aquelas 2 preciosidades com ovos de codorniz e ovas, ui! Ah, e o sashimi de corvina com lima. Mais uis! Tudo do bom e do melhor, com peixe fresco e muito bem preparado. Resistir é impossível.
  4. O remate em jeito de génio goleador foi a sobremesa: 3 bolas de arroz com 3 tipos de gelado lá dentro. Nem sem o que dizer… FENOMENAL!

Portanto, como já devem ter percebido, gostei e recomendo.

Muito obrigado aos empregados e ao chef, pela simpatia, disponibilidade e saber. E ao Francisco Vasconcelos por ter dobrado o Cabo das Tormentas da publicidade e ter apostado num restaurante que é para continuar a navegar com o mais favorável dos ventos. E à minha companhia, por ter embarcado comigo numa odisseia que já dura há mais de 2 anos. É para chegar a bom porto! Todos os dias.

Banzai e bons apetites!