Já há Casas no Horizonte.

Sim, é verdade. Acabei de criar uma página da minha actividade, no facebook. E é sobre casas. Não são minhas. São dos meus clientes. Para vender. Pode lá estar a tua. E vai haver dicas, fotos, filmes e muito mais. Será um mundo. Como uma casa, para que te sintas bem, como se estivesses no teu sofá. Abre uma porta, uma janela e vê. No teu horizonte pode estar uma casa. A tua.

A curiosa história do Bruno de Tinóni e Companhia.

Eu nunca vi Tinóni e Companhia. Quando essa série didáctica de conselhos para os mais novos passou na televisão já eu era mais que adulto. Mas o engraçado é que o nome de Bruno de Tinóni e Companhia foi escolhido em minha honra e por minha causa!

Eu explico: Trabalhava eu numa agência de publicidade quando criei a dinâmica e os textos de uma espécie de Jogo da Glória para o Tinóni. No decorrer do processo, e no momento de atribuir nomes a algumas personagens, o meu patrão da altura (porventura agradado com o meu trabalho) resolveu baptizar uma delas com o nome de Bruno. E assim ficou.

E agora eis um vídeo com a origem do nome de uma das mais conhecidas marcas de automóveis:

Quando o passado é música para os ouvidos.

Este é um post um pouco fora do normal. Talvez por ser um pouco mais pessoal (desculpem a rima, mas fluiu assim). Eu que até não sou muito saudosista — eventualmente com o avançar da idade irei ficar mais — fui objecto de uma apreciação curiosa, hoje mesmo. E foi através do Messenger. Alguém que eu ainda tinha na memória (uma miúda baixinha e simpática e que falava muito comigo no Liceu de Sintra, e pela qual tive um crush não correspondido), escreveu a seguinte coisa sobre mim:

Já vi que tens um blogue e continuas com músicas 😊😊😊 Eras mesmo o rapaz da música… o entendido

Delicioso, não é? E continua a ser verdade! Não é reconhecimento, é algo meu que está na memória de alguém. E isso é uma doce melodia.

Obrigado!

E para quem fez essa observação, fica aqui uma música de uma banda que na altura pouca gente conhecia e que agora é sobejamente referenciada:

Licor, doce licor.

Não sou nada de licores. Mesmo nada. Tinha esta garrafa no frigorífico há mais de um ano. Hoje acabei com ela. Foram apenas dois cálices. E só bebi porque não tinha nada doce em casa e porque estava bem fresco. Só assim é que consigo beber um raro copo de licor. Este era da figueira e diz-se artesanal. Nunca tinha bebido. De facto sabe a figos. Mas prefiro o fruto à bebida.

Esta bebida fez-me lembrar a célebre amêndoa amarga. De amarga não tinha nada. Era doce como o raio que a parta! Só era bebível tirada do frigorífico ou com gelo e com umas gotas de sumo de limão. Durante uns anos foi um ritual de final de refeição (almoço aos fins de semana) em casa dos meus pais. Felizmente, algum tempo depois começaram a entrar outro tipo de bebidas bem mais interessantes. Mas isso é outra história, provavelmente para outro post.

E agora tomem lá um vídeo bem licoroso (e de café!):

Uma Maratona nas Caldas.

A servir desde 1966.

Quase um ano depois, voltei às Caldas da Rainha. E isso deu este post, que até à data foi o mais visto no meu blog. O pretexto para lá voltar? Bem, vou-me ficar por um passeio que deu direito a uma caminhada de cerca de 10kms, na Foz do Arelho. Foi quase uma maratona…

Depois da caminhada, e de um chá no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha (mais conhecido como CCC, e que tem uma programação variada e interessante), lá pelas 20h rumou-se ao Maratona Restaurante. A reserva foi feita previamente mas ía ficando sem mesa, por uma falha de comunicação. Mas não fiquei fora de prova e lá parti para um circuito gastronómico que me deixou com água na boca.

[Abro um parênteses só para dizer que, segundo as minhas fontes de informação, na sua génese o Maratona foi uma sala de jogos mas que depois evoluiu para a gastronomia]

O sinal de partida foi dado por uma entrada de folhado de bacalhau. Gostei mas a minha crítica gastronómica achou que os pimentos deveriam ter mais personalidade, por assim dizer.

Depois vieram os pratos principais: um risoto de vieiras e um filete de pescada (mas vejam aqui o menu, se bem que está um pouco desactualizado). Eram dois pratos muito diferentes, mas ambos deliciosos, se bem que a minha batata estava algo insossa e o risoto com um pouquito de sal a mais. Mas tanto na apresentação, como no paladar, gostei bastante. Terminou-se com uma sobremesa divinal, a Tropicaliente. Uma doçura de múltiplas camadas de paladares. Miam!

Uma nota para os nomes dos pratos: delirantemente engraçados! Acho que tiveram dedo de algum redactor publicitário…

E as bebidas? perguntam vocês. A cerveja que bebi foi uma 1906 Red Vintage, também conhecida como La Colorada, da Estrella Galicia. Esta marca galega tem-me vindo a cativar pelas suas cervejas com um toque aparentemente mais artesanal. A outra cerveja foi uma Bock Damm, cerveja preta ao estilo de Munique. Dei apenas um golo mas percebi que tinha carácter e bom sabor.

A esplanada convida.

Portanto, por todas estas razões, e muito mais, aconselho a irem até às Caldas da Rainha e tirarem partido do que a cidade tem para oferecer. Ok, para se chegar lá (a partir de Lisboa) são mais de duas maratonas, mas nada que um carro não faça em cerca de uma hora.

Semente na planta dos pés.

É mais conhecida como uma marca de pranchas de surf. Mas também tem (ou teve) artigos mais vocacionados para a terra do que para o mar.

Chama-se Semente. Criada em território nacional, anda a bombar desde 1982!

O mais curioso é que já há uns bons anos (acho que mais de 10) eu tenho uma botas desta marca. Não sei se ainda as produzem, mas com um bom tratamento de sebo ou produto similar, não há chuva que entre nelas. Para além de que são confortáveis e dão um andar cool.

E agora um filme sobre a produção das pranchas:

Subi de novo à colina. A 8ª, claro.

Voltei à Colina. À 8ª, junto ao Marquês de Pombal. Para mim não é difícil. Ando apenas 200mts, a descer, e estou lá. Foi na sexta passada, só um copo pequeno (foi uma Rodrigues, uma marcante Black IPA), sozinho, a pensar na vida e no fim-de-semana (que também é vida).

Gosto do espaço e, obviamente, das cervejas. Já falei da 8ª Colina aqui. E provavelmente ainda irei falar mais, já que estou tão perto dela.

Um episódio curioso: no Natal, eu e um dos meus irmãos decidimos oferecer um pack de cervejas desta marca ao meu pai (que desde há um par de anos também é apreciador de cervejas artesanais). Comprei uma embalagem com 3 cervejas, com a particularidade de terem uma ligação ao vinho, assunto que é tão caro ao meu pai.

Ao irmos para o jantar do dia 24 de Dezembro, o meu pai sai-se com esta: — Comprei para mim 3 cervejas da 8ª Colina, envelhecidas em barris de vinho.

Tive de engolir em seco porque foi precisamente o que lhe íamos oferecer! Mas, sem problema, assim há mais para também eu beber.

E agora umas fotos e um convite para aparecerem na 8ªa Colina (não me pagam para dizer isto, garanto!):