Vê o decote.

Tenho uma série de pullovers com decote em V. Dizem que são um bocado à betinho mas não quero saber. São bons para o Inverno, para usar com camisas ou com pólos. Que também são à betinho. O que vale é que sou muito polivalente e ecléctico a vestir. Ok, já não visto nada com caveiras (mas acho que nunca vesti) mas quase sempre ando vestido casualmente, misturando o moderno com o clássico prático.

Cada pullover sua cor. Tenho outros, mas sem o decote em V. Tentei ver qual a origem deste decote mas o que encontrei remete para o erótico feminino. Interessante, não estava nada à espera disso. Pelo menos não conto com essa faceta lúbrica quando visto um pullover deste tipo. Ou de qualquer outro tipo.

Um pullover em V combina com calças de ganga, de veludo, aos quadrados, às ricas (isto se forem pullovers lisos). E vestem-se bem com blazers, parkas, casacos de cabedal ou blusões de ganga. Estão sempre à mão de semear, e se forem de tecidos mais frescos também se vestem na Primavera ou nas noites mais frescas de Verão.

Como se vê, são peças de roupa muito versáteis. Ideais mesmo para quem tem pouca pachorra de se vestir com mais cuidado. É tirar da gaveta e já está!

(fotografia com pullovers Springfield, Dustin (uma marca do El Corte Inglés) e ainda Pedro del Hierro)

Comer na Rua.

 

Quando caminho numa cidade (conhecida ou desconhecida) aquilo que mais me conforta é o cheiro a comida que sai das cozinhas dos restaurantes ou mesmo das carripanas e roulottes de street food. Em cada esquina saliva a boca e aquece e alma. Apetece provar tudo!

Foi precisamente com esse apetite de descoberta que há 2 anos uma grande amiga minha e eu tivemos a ideia de criar um grupo de acesso muito restrito no Facebook, chamado Food Out. O objectivo: ir a restaurantes em pequenos grupos para saborear em delicioso convívio a gastronomia de Lisboa e arredores.

Ao longo deste tempo já temos feito boas descobertas, com dicas dos membros do grupo e de amigos e conhecidos. Mas, mesmo fora do grupo, a exploração alimentar tem enchido as nossas medidas. E foi assim que, há pouco tempo, fomos parar ao Rua, um novo restaurante perto do Príncipe Real.

A inspiração gastronómica vem um pouco dos 4 cantos do mundo, com um menu não muito alongado, mas muito interessante. O conselho que dou é que num grupo de 6 ou mais pessoas se peçam os petiscos para depois serem partilhados por todos. Foi o que fizemos e fizemos muito bem! Asas de galinha picantes, tacos/crepes de polvo e camarão, salada de salmão marinado, e outros acepipes, rodaram pela mesa. Hum e as sobremesas, OMG! Aliás, as sobremesas demoraram um pouco e por isso mesmo fomos contemplados com uma sobremesa extra, à borla! São atenções destas que nos fazem querer voltar mais vezes. Até porque o preço por cabeça nem sequer foi caro dada a quantidade de comida, com vinho, bebidas e sobremesas incluídas (mas é melhor não pôr muito a tónica nisto porque se não os preços em 2018 lá vão eles upa, upa).

Em breve este blog irá falar mais vezes de restaurantes e de comida. Até lá, vão até ao Rua mostrar os dentes e dar umas boas dentadas em belos pedaços de saborosa e colorida comida, ok?

E agora vamos aguçar o apetite com um vídeo:

Aproveito esta ocasião — e dado que estamos na época natalícia — para  mostrar um dos mais de 10 vídeos da Pescanova, com guiões de receitas escritos por mim. Bom apetite e Boas Festas!

 

Ford à vista.

Tom Ford óculos

Armações de óculos de ver Tom Ford TF 5243.

No que toca à visão, convém que tenhamos olhos para a “coisa”. E o que é a “coisa”? Pode ser muita coisa. Mas agora vamos só ver o design.

Tal como a roupa e o calçado que vestimos, no que toca aos acessórios nós (gajos) já não compramos a 1ª treta que vimos nas lojas, sejam elas reais ou online. É que no que tocas aos pormenores também somos tão picuinhas quanto elas.

Por exemplo, uso óculos há uns bons anos. Sempre tive algum critério de gosto nas armações que comprei, sabendo que o que adquiri há 20 ou 10 anos pode já não obedecer aos meus critérios estilísticos de hoje. É que a moda muda e as nossas preferências também. E, no meu caso, a vista começa a ficar mais cansada mas isso não é motivo para eu não deixar de vislumbrar o que me fica melhor ou pior.

Já vou no 2º par de armações Tom Ford. Gosto muito delas. Fico com um ar que mistura o cool sofisticado com o intelectual minimal. Não estão a ver bem o que é? Pois, eu também não. Por isso é que uso óculos. Neste caso Tom Ford.

Ar novo.

 

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Pois é, tudo tem um ciclo de vida. E quando assim acontece, há que deixar ir o que já não tem uso e adquirir algo que o substitua. Soa a consumismo, eu sei. E é um pouco isso, infelizmente. E, cada vez mais, as “coisas” têm um prazo de validade determinado à partida. Faz parte das leis do mercado.

O que aconteceu explica-se em poucas palavras: o meu portátil, já com 9 anos, não fazia mais nenhuma actualização, para além de estar muito lento. Por fora continua bonito e sofisticado, mas o software (e acho que também o hardware) já não tinha como o esticar mais. Resultado: tenho um novo MacBook Air.

Consegui comprá-lo com um desconto simpático, na FNAC. Fui a outras 2 lojas mas aí não estavam munidos da mesma simpatia. Logo, apliquei as leis do dito mercado: fui à praça, vi 3 bancas com o mesmo produto e depois comprei o mais barato. C’est la vie…

A evolução da nossa espécie.

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Smartphone Sony Xperia XA Ultra, em tabuleiro de refeições do Gato Preto.

Já não é novidade. Não podemos passar sem os smartphones. Neles está a nossa identidade, a ligação ao mundo através da internet e das redes sociais, a máquina de vídeo e fotográfica, um monte de aplicações para tudo quanto podemos imaginar, e muito mais. Provavelmente, e muito mais cedo do que poderíamos imaginar, em breve fará parte do nosso ADN. Os smartphones ou algo ainda mais esperto do que eles.

Sou da opinião de que brevemente seremos uma espécie de cyborgs mais ou menos biónicos, recheados de sensores e de nanotecnologia, e com uma ligação mais do que virtual a uma grande cloud informática. Assustador? Um pouco, admito. Mas poderá ser este o futuro em perspectiva. Tudo depende do que seremos capazes de fazer com ele (o futuro). Isto se lá chegarmos…

Este vídeo poderá dar mais luz (ou trevas) sobre este assunto:

A (quase) eternidade num instante.

Instagram. Gosto e uso muito. Tirar fotos é um hobby, um desafio, captar aquilo que parece ser insignificante mas que pode revelar algo sobre nós. E sobre os outros. E sobre o que nos rodeia.

Escrevo. Gosto de escrever. Mas por vezes sou preguiçoso. E as fotos podem contar uma história sem que tenha de a escrevinhar. É rápido. É o meu olhar. É a emoção e a impressão ao segundo. Que se torna eterno num único momento, num único instante. Como este:

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Hotel Avenida Palace, foto minha (obviamente), tirada com a minha máquina fotográfica Canon Powershot SX200 IS, e que está no meu Instagram.

 

Barba e cabelo: fazer ou não fazer, eis a questão.

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Da esquerda para a direita: gel de barbear Nivea Men Sensitive; máquina de barbear e aparar Wilkinson Quattro Titanium Precision; máquina de barbear Gillette Fusion; after shave balm Hugo Boss; máquina de aparar cabelo e barba Braun; creme de barbear e hidratar Samurai Magic Shave (já falado aqui).

Quem gosta de fazer a barba? E porque é ela feita? E as mulheres, gostam de nos ver com barba ou sem ela? E se picamos muito? Mas, e se elas gostam? E o cabelo? O que fazer quando as entradas já não dão tréguas? Será que elas nos gostam de ver “descapotáveis”? Ok, e de cabelo comprido? E de rabo de cavalo mas carecas no topo? (É uma cena horrível que eu desaconselho a qualquer gajo que deseja ser minimamente sexy)

Já viram a quantidade de perguntas que se colocam quando falamos da barba e do cabelo da rapaziada? Sim, não são só elas que se preocupam com a parte capilar. Nós também nos preocupamos. Ou, pelo menos, deveríamos.

Ok, vamos ao meu exemplo: há mais de 20 anos que não vou a um barbeiro. Aparo o cabelo em casa com uma máquina apropriada. Acho que já é a segunda que tenho. Agora uso-a pouco porque tenho menos cabelo e, por isso, rapo-o no banho com uma máquina de barbear. Aproveito e faço o mesmo à barba, claro. E agora 2 vídeos:

Pela minha experiência, sei que há um bom número de mulheres que não gostam de uma coisa na barba: arranha, pica! Incomoda quando são beijadas. Na boca, ou noutra parte do corpo. Mas para outras isso é um extra de excitação. Por isso, em que é que ficamos? É como em tudo: barba ou não barba, curta ou comprida, mais cabelo, menos cabelo, são os gostos que determinam as escolhas. E gostos há muitos, felizmente.

Agora, com o advento de muita coisa vintage, as velhas barbearias ressuscitaram com um toque mais cool (eis uma, de alguém que conheço e estimo: Barbearia Ramos). O que é um bom incentivo para nós nos alindarmos mais no que toca à barba e ao cabelo. E, acreditem, vamos gostar de nos olhar ao espelho. E elas — as mulheres — não vão tirar os olhos de nós. E depois as mãos, mas isso é outra história…