As sementes que a próstata agradece.

 

São de abóbora, senhores, são de abóbora. Estas sementes são importantes porquê? Porque (e agora recorro ao que retirei deste site): “As sementes em questão podem tratar problemas do foro urinário e prostático – trata-se mesmo de uma das melhores terapêuticas naturais. A forte presença de zinco e os lipídios conferem uma melhor estrutura muscular à bexiga, desimpedindo a próstata.”

É um problema de idade, pois é. E é por isso que as devemos tomar, mas com conta, peso e medida, claro! Também é uma questão de saúde, tendo em conta a prevenção do cancro. É a nossa felicidade que está em causa. Eu compro as minhas no Continente. Mas também pode ser no Celeiro ou numa loja de produtos naturais. Já há em muito lado, por isso não arranjem desculpas!

E como sou vosso amigo, eis aqui uma receita bebível, que também tirei do mesmo site:

Receita para promover a saúde de sua próstata:

  1. Num litro de água, deixe cozer 150 gramas de sementes inteiras de abóbora, durante 20 minutos em fogo baixo/médio.
  2. Aguarde que amorne e passe para uma garrafa.
  3. Não coe já, porque as sementes vão assentar no fundo e você pode removê-las depois da bebida ter arrefecido.
  4. Tome esta bebida, três vezes diárias.

Hoje estou a ser muito didáctico e pedagógico, por isso bom vídeo.

Lost in music (parte 1).

Respiro música. Bebo música. Vivo música. Ok, não é bem assim. Mas quase. Há uns bons anos eu era um comprador compulsivo de CDs: mais de 3 por mês. Cheguei a ter cerca de 1000! (agora não tenho essa quantidade mas isso é outra história). Esta paixão começou em pequeno, e por volta dos meus 11 anos comecei a ouvis coisas diferentes, pouco apropriadas para um miúdo. O engraçado é que nunca gostei das músicas que a pequenada costuma ouvir. Mas lembro-me desta:

Mas acho que foi das poucas excepções. A “coisa” começou a tocar mais fino (neste caso grosso) quando descobri Suzi Quatro.

E eis aqui a 1ª música da banda dela que começou a agitar os meus ouvidos:

E de repente tudo começou a ganhar um certo peso. Os Deep Purple trataram do assunto:

E por agora fico por aqui. Em breve irei voltar a este assunto que tem muito para escutar.

Entretanto descubram muito mais músicas e bandas da minha preferência em BBC Jukebox.

 

Bomb the bass.

O único propósito deste post é dar música. Para o corpo e para o espírito. É um canal que costumava seguir e que relembro agora. A evasão da mente através do pulsar do coração e da batida dos membros. Relaxem e deixem-se ir nestas ondas sonoras, servidas por um excelente visual gráfico. Enjoy!

Corta a unha, pá!

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Corta-unhas mais clássico não há. Da Trim. Foto minha (como sempre).

Se há algo que distingue os homens das mulheres são as unhas. Nos homens querem-se curtas e limpinhas (ok, se fores um guitarrista sempre tens alguma desculpa). Nas mulheres desejam-se longas, coloridas, sexy e bonitas. Mas nada de abusos! Eu detesto aquelas unhacas de gel super longas e com mais cores do que um arco-íris e incrustações. Acho que já nem as actrizes porno usam isso (não ando a par das últimas novidades dentro desse género cinematográfico…). Mas, meninas e senhoras (e rapaziada também), vejam lá este vídeo sobre a arte de ornamentar as unhas:

Inspiração cervejeira.

Estão na moda. Marvila e as cervejas/cervejeiras artesanais. Neste blog existem pelo menos 2 posts sobre esta matéria. Boa matéria. Já tínhamos falado aqui sobre a Dois Corvos, a Lince e a Musa. Esta última hoje tem honras neste post.

As cervejas são boas (obviamente, caso contrário não falaria delas) e os seus nomes derivam (esta foi à “futebolês”) de nomes ou de canções do universo pop-rock internacional. Sim, porque beber uma cerveja artesanal ao som de Led Zeppelin, Rolling Stones, Beatles ou Bruce Springsteen tem muito mais balanço (se fosse jazz seria swing, mas não aquele das trocas e baldrocas de casais).

Aliás, suspeito que o nome foi inspirado na banda inglesa Muse, que ainda não devem conhecer nem as cervejas nem o espaço da Musa. Por falar em espaço: é magnífico! Uma sala ampla em baixo, com o bar de balcão e um espaço para os djs botarem umas musiquitas; em cima uma mezzanine com mais mesas e uma vista privilegiada sobre as cubas de inox da fábrica.

Ok, inspirem-se e vão beber umas cervejas com queda para a música, em Marvila. Ah, e não se esqueçam de pedir uma empada de frango. São imperdíveis!

E agora tomem lá uma musequinha…

 

Hi-Fi with Wi-Fi. Why not to try?

Serve o trocadilho do título (em inglês) deste post para dizer que eu, como muitos gajos, damos muito valor a ter uma aparelhagem sonora a bombar, com ligação à TV, à consola de jogos e agora também à internet. É um blast total!

Tudo isto é levado a um outro nível com a introdução das Smart TV, que possibilitam uma sincronização com os smartphones e gadgets afins. O delírio é completo: vê-se televisão num home theater system, navega-se na www nela, ligam-se os telemóveis, os portáteis, os tablets, jogam-se jogos a partir das consolas, etc.

Cá em casa é simples. A TV é uma LG Ultra HD, o sistema de vídeo e som é um (ainda) fantástico JVC e a Playstation é uma “velhinha” PS2. Os nossos sentidos agradecem as experiências visuais e sonoras, os vizinhos é que podem não achar muito piada mas isso é outra história…

E agora vamos a uma experiência sensorial em 4K:

 

Chocolate? Só do preto.

Sou guloso. Já fui mais. Agora há coisas doces que me enjoam, tipo chocolate de leite ou chocolate branco (que nem chocolate é). Ok, num restaurante entre um montão de sobremesas escolho invariavelmente uma mousse de chocolate ou um sorbet de limão. Este último desenjoa a mousse. É certo que há sempre o compromisso de um cheesecake de frutos vermelhos. Mas voltemos ao chocolate: eu só como do preto! E isso não tem discussão: é menos enjoativo, costuma ter menos açúcar e faz menos mal do que os outros. Seja Inverno ou seja Verão, tenho-o sempre no frigorífico. Às carradas. E como-o na igual proporção. O que eu consumo mais é do Continente: é mais barato e não tem açúcar (tem aspartame mas, pasme-se, não sabe mal! — odeio aspartame e dizem que é um veneno da pior espécie, mas marcha que nem ginjas neste chocolate).

E agora vamos lá adoçar ainda mais os sentidos de vossas excelências com um chocolate quentinho…

PS: o Continente foi politicamente correcto e chamou negro ao preto. Estou a falar do chocolate, como é de calcular…

Bota acima.

No Inverno os pés querem-se quentes num calçado confortável e que também seja à prova de água. Sim, porque muitas vezes põe-se a pata na poça ou apanham-se grandes chuvadas e convém ter os pés bem sequinhos.

Tenho algumas botas para o tempo frio mas as minhas favoritas são umas Caterpillar. Resistentes, confortáveis, bonitas, com um look que denota arrojo perante os mais adversos estados meteorológicos. São as todo-o-terreno do calçado, um jeep aos meus pés. Ah, e não se metam comigo: são botas capazes de uns belos xutos e pontapés.

E agora vamos a um kick-off com um filme sobre as minhas botas favoritas:

O forno de um homem só.

 

É muito simples: é um microondas. Um gajo chega a casa. Está vazia. Há comida no frigorífico, ou então vai mesmo uma refeição saída do congelador. E para onde vão esses acepipes? Para o microondas! Mas, rapazes, não fiquem tristes como uns cãezinhos abandonados. As mulheres fazem o mesmo! Ou então sacam do frigorífico um gelado ou um iogurte e lá vai disto. Ok, podem ser mais inteligentes e até comem uma sopa. Mas onde a aquecem? No microondas, obviamente!

Ok, o microondas para nós (gajos) está como a Bimby para as mulheres. É rápido, não dá grandes chatices, nem requisitos de grande chef, e toma lá que já almoçaste (ou jantaste).

Se eu tenho micoondas? Que pergunta idiota! É um Samsung, é forrado a cerâmica e porta-se bem na descongelação e no aquecimento. O que é que ser quer mais? Só de for uma RealDoll à sobremesa, mas isso é para quem uma relação de carne e osso já não aquece nem arrefece. Mas pode ser mais fiável. Tal como um microondas.

Bons apetites! E já agora espantem-se (ou não) com estas bonecas…

 

O regresso do passarinho.

Dizem que uma imagem pode valer 1000 palavras, ou algo assim. Não confirmo nem desminto. Não faço a mínima ideia se essa quantificação está certa ou errada. Provavelmente é apenas um disparate que tantas vezes repetido se tornou real. De qualquer das formas, e sendo eu versado na escrita (olha a presunção, rapaz…), gosto imenso de fotografia. Não sou expert e tiro apenas o que o meu olhar capta, e a maioria das vezes com o meu telemóvel, que tira fotos muito fixes. E, continuando no tom presunçoso, algumas das fotos contam uma história. Eis alguns exemplos:

Captura de ecrã 2018-01-27, às 21.18.12

Fotos minhas, do meu instagram.

Sendo assim, o instagram regressa a este blog. Tinha-o retirado porque causou alguma interferência nas escolhas das imagens dos meus posts. Agora vamos lá a ver se se porta bem. Podem vê-lo na coluna do lado esquerdo de marcadomem.com. Mas também podem encontrá-lo aqui. Enjoy.