A 8ª Colina desceu ao Marquês.

A copos na Oitava Colina.

E uma vez mais a cerveja artesanal toma conta do meu blog.

Apesar de nunca ter referenciado a 8ª Colina (shame on me!), eis que dei de caras com o seu novo espaço, em plena Av. Duque de Loulé, a dois passos do Marquês de Pombal.

E olhem que vale a pena: tap room, em baixo, restaurante em cima, num espaço mais para o minimalista mas acolhedor, em que o balcão e o ecrã gigante dominam a cena. Mas sejamos honestos, com o nome de 8ª Marquês, aqui o domínio é mesmo a cerveja. A da 8ª Colina, entenda-se.

Bebi duas. A minha companhia (a Carla bebeu outras duas). No total foram quatro variedades. Não apontei nada (como sempre). Apenas desfrutei. Eu já conhecia esta marca e tinha gostado do que bebi. É uma concorrente saudável e à altura da Dois Corvos e da Musa. Sim, de facto Lisboa já tem óptimas marcas de cerveja artesanal. Definitivamente a 8ª Colina é uma delas.

Tem fábrica própria (claro está), um tap room na rua Damasceno Monteiro, e agora desceu ao Marquês para nos dar boa cerveja e comida.

Tenho de voltar para experimentar o restaurante e beber mais umas quantas. E tirar mais fotos, porque agora fui forreta. Ah, e temos mais sorte do que o Marquês de Pombal, pois ele já não está cá para beber a 8ª Colina e nós estamos!

Cheers!

Instruções para um Natal mais feliz.

1 – Não faça compras à última hora.

2 – Faça meditação antes de entrar numa superfície comercial.

3 – Perca uns quilos antes das refeições natalícias.

4 – Não diga aos mais novos que o Pai Natal não existe.

5 – Ponha os presentes só em sapatos limpos e meias lavadinhas.

6 – Tenha a sua casa bem quentinha para a família e amigos.

Fotos Miam Miam!

Aqui estão as prometidas fotos do post anterior. Omito a identidade dos pratos (porque não me lembro dos nomes) e preservo a identidade das minhas amigas e do meu amigo (porque sim).

Porque também se come com os olhos, bom apetite!

Comes&Bebes por Lisboa e arredores.

Um copo. Uma cerveja. Uma craft brewery que eu adoro.

É sabido que Lisboa tem muita oferta de restauração, e que esta é como os cogumelos: nasce por todo o lado. E cervejeiras artesanais e afins também. É só abrir uma torneira e corre mais uma opção.

Hoje é daqueles dias em que não tive a paciência suficiente para despejar aqui fotos e mais fotos dos últimos sítios onde estive (até porque poucas tirei). Mas vamos às referências dos meus mais recentes comes&bebes:

  1. Jardim dos Sentidos –> Na zona da Praça da Alegria, um restaurante vegetariano com pratos deliciosos. Já falei dele aqui. E voltei lá por ocasião do aniversário da A. Vic. É para repetir! A “sobremesa” foi uma partida de snooker no Snooker Club Lisboa.
  2. The Old House –> No Parque das Nações, na correnteza de restaurantes que por lá há, eis um restaurante chinês mais requintado, com uma confecção diferente e preço a condizer. Mas vale a pena pela comida e pelo ambiente.
  3. Casa Mocambo –> Um dia destes uma amiga convidou-me para um brunch domingueiro. Venceu-se a preguiça, saiu-se da caminha e rumou-se para os lados de Santa Engrácia. É aí que está a Casa Mocambo, um local onde se come mas onde também acontece convívio e cultura de uma forma informal, e com um toque africano. Gostei da oferta e da atenciosa simpatia, tudo sempre muito à vontade, numa deliciosa sugestão para mais fins de semana.
  4. Beija-me Burro –> Se o nome deste restaurante em Oeiras já é engraçado, a comida ainda tem mais piada. Recheado de muitas e boas tapas, é um sítio obrigatória para se ir e degustar.
  5. Dois Corvos e Musa –> Para mim, Marvila já é recorrente. É só pesquisar o meu blog e ver a quantidade de posts que já dediquei a esta zona de Lisboa. Invariavelmente volto à Dois Corvos e/ou à Musa. Em ambas as cervejeiras a oferta de cervejas (passe o pleonasmo) é incrível. A Dois Corvos mais experimentalista, mas com um vasto leque de opções para todos os gostos (nota importante: a Dois Corvos tem o seu espaço ampliado); a Musa mais acessível nos sabores, mas igualmente tentadora. E o espaço é muito bonito, bom para conversar e namorar. E beber, claro está!

Em breve mostrarei neste blog algumas fotos de alguns dos sítios. Mas agora vamos a um vídeo com o incontornável campeão de snooker Ronnie O’Sullivan:

A cantiga é uma arma? Claro que é!

Pouco antes do 25 de Abril, em casa dos meus pais, havia 3 músicos que se ouviam às claras: José Afonso, Sérgio Godinho e José Mário Branco. Escutavam-se numa mão cheia de LPs que tinham como denominador comum a direcção musical e a mestria dos arranjos e da produção do José Mário Branco: “Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades” (1971), “Os Sobreviventes” (Sérgio Godinho, 1971), “Cantigas do Maio” (José Afonso, 1971), “Margem de Certa Maneira” (1973)” e “Venham Mais Cinco” (José Afonso, 1973).

Pouco depois do 25 de Abril, e renegando um pouco a tónica de intervenção da música de altura, esqueci um pouco a sua música, muito por culpa do vendaval punk  e alternativo que soprou forte na minha adolescência e em idade de jovem adulto.

Aos poucos a reconciliação fez-se pelas letras, pelo facto de se perceber que o José Mário foi um visionário inquieto (tipicamente punk) e que isso passou para as gerações mais novas, mesmo que não se dessem muito conta disso.

Esta é a minha homenagem, tanto ao Zé Mário, como aos meus pais que me proporcionaram as suas músicas e letras desde tenra idade (mesmo que depois tenha sido crítico para com algumas delas). Mas sim, A Cantiga é Uma Arma. E isso eu já sabia.

Obrigado José Mário Branco. Vamos a um concerto?

Parabéns!

Hoje uma das minhas maiores amigas (talvez a que melhor me entende e com quem tenho um grande grau de cumplicidade e intimidade) celebra o seu aniversário. É um privilégio tê-la por perto. Obrigado, A. Vic. E para ti vai uma música de uma banda que te dei a conhecer e que tu gramas à brava. Kyssar and enjoy.

Padarias há muitas…

Sumo de laranja na Padaria do Bairro.

Em Lisboa, quase em cada esquina, há uma padaria. Ok, não há uma, há duas. Marcas. Ainda não as sei distinguir muito bem na sua essência, pois os conceitos são muito parecidos. E os nomes também. Uma é portuguesa, a outra é do bairro. Vai quase dar ao mesmo e não há mal nenhum nisso.

Qual a melhor em termos de comparação? Eu conheço as duas mas ainda não me decidi, se bem que o meu coração balança mais para a Padaria do Bairro. Mas, lá está, é relativo, porque de loja para loja, da mesma rede, devem existir algumas nuances. Não sei ainda quais… Um dia, quando as descobrir, desvendo-as.

E agora vai um delicioso sumo de laranja pop, ao vivo?