O meu brinquedo favorito.

Lego. Não tenho dúvidas! Foi mesmo o meu brinquedo favorito.

Lembro-me ainda muito bem das intermináveis horas de brincadeiras de volta de uma autêntica cidade Lego que eu e os meus irmãos tínhamos montado num pequeno quartinho (o quartinho dos brinquedos).

Mostro aqui um vídeo de um brinquedo Lego bastante simbólico nestes dias em que se vive a tragédia dos incêndios. Que possa deixar um sorriso e boas recordações de infância. A mim deixa.

 

Marca de água.

brita2

Este é um post algo triste. Tem como fonte de inspiração os terríveis incêndios que assolam o país. E fala da água que eu bebo e que tanta falta faz, a todos os níveis.

A água que eu bebo é da torneira. É assim já há muitos anos. Nem em todo o lado sabe bem, por isso há muita gente a comprar garrafões e garrafas, ou até a abastecer-se em nascentes e fontes, que felizmente ainda existem por aí.

Mas a água que eu bebo tem um segredo: é filtrada. Os benefícios são alguns. Por exemplo, os filtros eliminam ou diminuem toxinas ou resíduos nocivos, mantendo as propriedades e os minerais desta bebida tão essencial. Para além disso, e até pode ser mera sugestão, o sabor é melhor.

Já agora vejam neste vídeo o que um filtro pode fazer a um conhecido refrigerante.

A minha água está num jarro que usa filtros. É Brita. Bebo a isso.

 

Arte para todos.

berardoA arte não deve ser um bicho de sete cabeças. Mas até pode ser. Tudo depende da visão do/da artista. E também da interpretação de quem a vê. Por exemplo, eu gosto de arte moderna. A minha mãe detesta, e eu até a percebo. Digamos que arte moderna não é um gajo dar um peido e pôr uma legenda na parede com um título do género: “VARIAÇÃO Nº1 SOBRE O ETERNO EFÉMERO DE UMA BRISA MATINAL”. Gaita, não gozem comigo! Mas também não entendo as pessoas que dizem que também elas seriam capazes de traçarem 2 riscos numa tela e pronto. 1º: não o fizeram; 2º: a arte moderna é bem mais complexa do que por vezes parece.

Em Portugal já se vê arte moderna. Daquela que um gajo ama e odeia. Há para todos os (des)gostos. É só ter uma mente mais aberta e também muito sentido de humor. Sim, porque a arte que é uma seca é uma arte virada para o umbigo. E não é bonito, principalmente se essa pequena cavidade abdominal estiver cheia de cotão: “ESTUDO SOBRE A APLICAÇÃO DO ALGODÃO NA CIVILIZAÇÃO MODERNA”.

Voilá, sou um génio de artista!

(No CCB pode-se ver uma assinalável colecção de arte moderna no Museu Berardo)

Adultos, vamos brincar aos adultos?

durexA vida dos adultos é mais triste quando deixam de brincar, seja com os filhos, seja com eles próprios, seja principalmente com quem têm uma relação mais próxima e/ou íntima. Com os filhos pode ser à apanhada, às escondidas. Com os amigos podem ser piadolas ou ironias, sem se cair na boçalidade. Com uma parceira e/ou parceiro as brincadeiras podem ser mais doces e/ou picantes.

Vem isto a propósito de uma marca que, desde que me lembro, ainda adolescente, só era vendida em farmácias. E no iniciar da vida sexual (ou até anos depois disso) era sempre o Cabo das Tormentas ter a coragem (ia dizer outra coisa até mais apropriada) para se pedir de alta e viva voz as célebres camisinhas protectoras.

Acontece que, felizmente, a diversão vai para além da borracha e hoje, mesmo nas grandes superfícies, podem-se adquirir artigos que estimulam a nossa (e a dos outros) libido. À mão de agarrar, estão ao nosso alcance diversas marcas com os mais variados produtos para muitas finalidades, sempre com um objectivo ainda maior do que a simples protecção: o prazer!

Por isso, adultos, ponham nas vossas agendas as vossas brincadeiras favoritas e não as deixem de as praticar. Até porque se não brincarem haverá sempre alguém que brincará por vocês.

 

À mão de beber.

mateus roséFoi uma daquelas tardes perfeitas e quentes de início de Verão. Começou com o esvoaçar de um vestido preto num sorriso de uns lábios vermelhos (ainda não sei a marca do baton). Primeiro o filme: Paris Pode Esperar, uma viagem a dois pela França rural e a cheirar a imensos campos de alfazema. Depois foi a dois que se rumou aos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian. Relva, patos, água e descontracção em ambiente urbano. Até a sesta se dormiu. Eu acho que ressonei. Não digam a ninguém…

A próxima paragem, o Parque Eduardo VII. E entrámos na festa. Na festa patrocinada pela Somersby. Mas não foi o que bebemos. Entre quatro pés de dança, o final de tarde calorosa pedia uma bebida fresca. Duas. E com palhinha. A nossa escolha agarrou duas garrafinhas de Mateus Rosé. São giras, sexy, apetitosas. E bebemos o vinho fresco, celebrando aquela tarde em que por momentos duas pessoas foram uma. Ali, mesmo à mão de beber.

(A mão da foto é da Marta, que é bem mais bonita do que a minha)

Olha a pata, pá!

fred perry shoes.jpgJá é o 3º post em que falo de sapatos. Há uma razão de ser: o estilo tem de ter bons alicerces, devendo começar de baixo para cima. É a mesma coisa com um automóvel. Sem pneus não vai a lado nenhum e o estilo fica na sarjeta. Não há volta a dar. 

Mas só estilo não chega. Tem de haver funcionalidade e conforto. Sem isso não se dão passos seguros. É por isso que gosto destas sapatilhas. São Fred Perry, uma conhecida marca de artigos desportivos e casual wear (que fino!), com raízes no mundo do ténis, e que se distingue pelo célebre logotipo da coroa de louros.

Comprei-as em Chaves, há 3 ou 4 anos, não sei bem precisar. Sei que estavam com um desconto superior a 25%. Já as meias são da Springfield. É uma marca espanhola, com um monte de lojas espalhadas principalmente pelos principais centros comerciais lusos.

As meias são às riscas. Com aquelas calças aos quadrados fica-se com um ar bem cool, já a puxar para o dandy. Não sei qual é a marca, nem onde as comprei, mas o conjunto dá estilo. E apetece dizer aos mais incautos, que têm a mania de se meterem no nosso caminho: “Olha a pata, pá, não me pises!”.

 

 

Como consolar um coração triste?

Certamente não é com uma porretada na tola. Ou com um ar de pavão magnânimo. Mas há outras coisas que podem ajudar. Por exemplo, uns bons abracinhos e beijinhos. São de borla! Acompanhar sempre com palavras doces. Aumentam a auto-estima e animam o espírito. Só depois é que podem entrar outro tipo de doçuras. Uns bombons da casa Arcádia (no Porto), um chocolate preto, sem açúcar. Eu tenho sempre no frigorífico. Depois podem vir os colares e as pulseiras da Pedra Dura. Ou um lenço ou uma écharpe. Ok, antes de tudo talvez umas flores. Mas o mais importante são 2 ouvidos bem atentos. É que quando se está triste ou amargurado ninguém gosta de falar para as paredes, nem que elas estejam impecavelmente pintadas.