Se eu não gostar de mim…

 

Como é que uma mulher gosta de se sentir com a sua roupa íntima? E como gosta de se ver? E como gosta que alguém especial a veja? E o homem será assim tão básico? Como gosta ele de ver a mulher quando ela fica especial para ele?

São tudo perguntas simples mas as respostas podem ser complexas e variadas. Antes de mais nada há um paradigma em mudança: as mulheres já não estão tão ansiosas para agradarem em primeiro lugar aos homens. Primeiro querem agradar-se (ver o vídeo já a seguir). Depois vem o resto. Os homens.

Mas os homens não querem ser o resto, não se querem sentir confusos na sua masculinidade. Ok, muitos já sabem que o paradigma mudou e tentam novos caminhos. Sim, porque as mulheres vestem a pele do empowerment. E ainda bem para nós, rapazes! Se as mulheres estão a vestir uma nova pele, também nós temos de mudar as nossas vestimentas antiquadas e não adequadas aos novos tempos. É que no fim (mas nunca há fim) todos ficam a ganhar.

Vamos ao sexo (resulta sempre). Antes de mais nada, principalmente depois de uma certa idade, o sexo começa na cabeça: prefere-se muito mais a inteligência, o humor, a curiosidade. Obviamente que há sempre a parte física. É inegável. Mas poderá não ser o foco principal. Aliás, percebe-se que um homem não cresceu (ou regrediu) quando, depois de uma separação ou divórcio, recomeça a ir às discotecas e tenta a sua sorte com miúdas que têm a idade das suas filhas ou sobrinhas.

Ok, mas o que dizer das mulheres de uma certa idade que começam a namorar homens mais novos? Eu posso ter a minha interpretação mas gostaria de ter um feedback mais concreto. Para já, há homens mais novos que associam as mulheres mais velhas a sexo melhor e mais desinibido, sem tabus. E, provavelmente, as mulheres sentem-se umas semi-deusas quando se entregam aos novatos porque estes irão elogiar os seus atributos, mais do que os homens mais velhos deveriam fazer. Mas são conjecturas.

Depois, há sempre preconceitos e ideias feitas. Por exemplo, um desafio que me foi sugerido: gajos, gostam de ver mais uma mulher com lingerie ou enfiada nuns boxers vossos? Vá, sejam sinceros nas vossas respostas. Eu dou uma ajuda com duas imagens (ok, é capaz de não ter sido uma grande ajuda):

E voltamos ao paradigma. Àquilo que está a mudar. Lentamente. Mas está a mudar. As mulheres estão a amar-se mais! Homens, como podemos nós reagir (e agir) a esta mudança? Bem, acho que a resposta é simples: amam-se também a vós próprios, mas sem soberba e de mente mais aberta. Tenho a certeza de que serão gratificados com o amor de uma mulher mais segura e consciente do poder e de uma beleza muita própria que irão adorar.

Um bom pecado?

apple logos

O meu 1º computador não foi um Apple (Macintosh). Foi um Compaq PresarioNão era mau, mas na minha cabeça bailava uma ideia fixa: ter um Mac! Assim, o meu 1º computador da maçã (pecado!) acabou por ser um famoso iMac. Era vermelho, redondinho, apetitoso. Ainda o tenho, não o vendo. Numa casa maior gostaria de o exibir como uma peça decorativa. Um dia lá chegarei…

Um dia o iMac pifou. Ainda hoje estou para saber o que lhe deu. Mas continuei com o bichinho da marca. Sendo assim, em 2008, comprei o MacBook, salvo erro o 1º em alumínio. É o meu portátil de eleição: pequeno, elegante, sofisticado, atraente, moderno. Mas não há bela (neste caso belo) sem senão. O tipo já não faz actualizações de espécie nenhuma, a começar pelo sistema. Não faz updates aos browsers, está lento, e já há muito que o track pad não permite cliques. Uma gaita! E logo agora que não me dá jeito (leia-se, não tenho guito) comprar outro. Depois já não têm ranhura de CD, são avaros nas portas USB e outras, etc. Mas a austeridade paga-se caro!

Os Macs continuam a ser caros, exclusivos e elitistas. Se eu quero ter outro? Claro que sim! Apetece mesmo ter! Tomara que este blog possa dar frutos. Pode ser que assim caia da árvore a maçã que eu mais desejo. O problema é se a fruta tem lagartas. Mas lá que me apetece pecar, lá isso apetece…

E agora um vídeo sobre a variedade de maçãs que deu nome a esta famosa marca:

Este post é um grande barrete!

bonés (todos)

Em cima, da esquerda para a direita: Kangol, El Corte Inglés, marca indeterminada, H&M, Springfield, Springfield, Stró, El Corte Inglés, Zara Man. Em baixo, da esquerda para a direita: Hackett, OP (Ocean Pacific), Levi’s.

Por acaso até são vários. E não são barretes. São bóinas e bonés de pala (baseball caps, é mais fino). Eu uso. Tenho de usar. Logo ando mesmo aos bonés. No Verão é porque o sol torra a carola. No Inverno é porque fico com a tola congelada (constipo-me se não usar porque tenho ausência de aconchego capilar na moleirinha), protegendo-a também da chuva. O que mostro nas fotos são apenas bóinas e bonés de Inverno. Também tenho uma razoável colecção de Verão.

Acho que já gostei mais de me ver com esta peça de vestuário. Com o avançar da idade fico mesmo com um ar mais cota. Mas que se lixe. Quero é andar confortável e protegido. E até fico com um certo estilo. Acho, não quero ser presumido.

Garotas, os vossos homens estão a ficar com umas belas entradas? Não gostam de os ver descapotáveis? Ok, uma bóina ou boné pode ser um presente a ter em conta (não recebo nada por esta sugestão!). Desde que eles não torçam o nariz, com medo de enfiarem a carapuça e ficarem mal nas fotos. É dizer que ficam giros e sexys. Se eles não forem nesse argumento acho que correm o risco de apanharem bonés na hora do recreio.

Chapéus há muitos! É experimentar pelo menos um.

Este carro é uma coisa esperta.

Alto e pára o baile! Como é possível um blog de um gajo sem um post de carros? Heresia! Sacrilégio! É uma desconsideração, sem dúvida!

Ok, rapaziada, acalmai-vos. Este blog estreia-se hoje nos automóveis. Mas, atenção, se estão à espera de ver por aqui Bugattis, Porsches ou Ferraris bem podem tirar o cavalinho da chuva. O baptismo das 4 rodas motorizadas no Marca de Homem arranca com um Smart: o meu! 

Nas cidades é o carro de quem é inteligente, sem ser chico esperto: é pequeno, muito manobrável, estaciona-se em qualquer lado e tem mudanças automáticas, o que dá um jeitão, principalmente no pára e arranca. Mas há muito boa gente a torcer o nariz: “Mudanças automáticas? Isso não é conduzir! O que faço com o pé esquerdo? E onde é que eu ponho a mão direita?” Enfim, desculpas de gente que não é… smart. Mas assim que conduzem um no inferno urbano, até que ficam rendidos: “Pá, é giro! E andam bem! Ok, e sempre posso usar a caixa das mudanças em modo sequencial”.

Vêem como são espertos! Eu sou. E até tive um todo-o-terreno. E até já fiz anúncios de automóveis. Ah, pois é… sou uma esperteza de gajo. Pudera, tenho um Smart.

Vrrruuummmm!

E já agora vejam esta ironia 100% smartiana:

Espaço, a última fronteira.

Sou um apaixonado pelo Espaço, pelo Universo, pelas galáxias, pelas estrelas, pelos planetas. Pelo desconhecido que se vai tornando conhecido. Somos mesmo pequenos, acreditem. Vejam este vídeo:

Sim, vai para além da nossa compreensão mas, felizmente, há quem estude aquilo que nos rodeia para lá do imaginável. Por isso fico siderado quando alguns acreditam na terra plana. Ou no criacionismo. Isso é que é assustador, não o Universo e a sua grandeza. Ou universos, segundo as últimas teorias:

Da próxima vez que olharem para as estrelas lembrem-se de uma coisa: há muito mais para além delas. Algo que, porventura, ainda não cabe na nossa imaginação.

Aproveito para dizer que o meu blog tem agora nos seus favoritos (outros blogs/sites) space.com, um site onde, para nos sentirmos menos perdidos, podemos ver e perceber muita coisa relacionada com o Universo. Sim, porque o Espaço é a nossa última fronteira.

Só falta a saia.

Um homem não veste saias. Bem, alguns vestem. É algo cultural e não é nada que me aflija. Antes pelo contrário. Estou a falar da tradição escocesa, das famosas saias aos quadrados, os kilts, com os seus famosos tartãs, cada um deles distintivo de um clã próprio. Se eu fosse um highlander era o que usava! Mas fazia batota: punha uns boxers para não ficar com a “fruta” completamente congelada.

Ok, podem ficar descansados. Não visto saias. Mas uso cachecóis. E gosto deles com padrões escoceses. Gosto tanto que até tenho 3, todos comprados nas lojas Cortefiel. É um para cada look. Sim, porque eu não visto nada ao acaso. Até posso ser casual mas tenho um estilo próprio, que eu já nem dou conta. A minha namorada dá! Ela ainda não me viu com um destes cachecóis das fotos interactivas (uma novidade no blog). Vai gostar. E o meu pescoço irá agradecer o quentinho que me dão nos dias frios.

 

In Vino Veritas.

This slideshow requires JavaScript.

Para além da cerveja, também sou adepto do vinho. Mas com moderação. Aprendi com o mestre: o meu pai. Já teve uma loja de vinhos (Coisas do Arco do Vinho), que já não existe, mas que foi pioneira e um caso de sucesso na zona da Grande Lisboa. E agora tem um blog muito conceituado: enofilomilitante.blogspot.pt.

coisas_do_arco_do_vinho

Ainda hoje não sei muito bem como se chega à caracterização da complexidade do cheiro, do sabor, da textura. Mas sei apreciar, distinguir o bom do menos bom, tendo sempre como referência algo essencial: o meu gosto.

O vinho tem vida, é orgânico. Cada um tem a sua própria personalidade, os seus traços que se deverão provar em suaves golos, tal como no amor. Nada de fuçanguices! Isso é só para zurrapas ou vinhos tipo light, no tempo quente. E mesmo esses podem ter o seu quê de especial.

A minha região favorita? Douro. Vinhos poderosos, que se mastigam, algo selvagens mas que se deixam aveludar ao nosso palato. Mas deixo aqui uma lista de alguns dos melhores de 2017, de todo o país, pela revista Visão.

Por falar em vinhos, e olhando para o slideshow no topo deste post, está lá uma oferta do meu pai: Quinta da Leda Tinto 2011, da Casa Ferreirinha. Também está um Castello D’Alba Douro 2015, de Rui Roboredo Madeira Vinhos, uma opção em conta mas que acredito ser muito satisfatória.

Deixo para o fim, no referido slideshow, 2 vinhos de Jorge Leonardo (ex-colega de faculdade e actualmente produtor vinícola): Ignorante Dão Tinto Reserva 2014 e Grandalhão Tinto Dão 2013. Ambos foram produzidos pelo enólogo Rui Coutinho.

Ainda não os provei (aliás, ainda não provei nenhum dos 4), mas o Jorge Leonardo sofreu um sério revés: as suas vinhas foram devastados pelos terríveis incêndios de Outubro deste ano. A minha homenagem a ele e aos seus vinhos, para que possam de novo renascer das cinzas.

Saúde!