Tudo em pratos limpos.

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Serviço Kabuki, da Vista Alegre.

Um tipo a falar de pratos num blog vocacionado para coisas de gajos? Que lindo serviço! Mas é verdade, é um serviço de loiça muito bonito, só para ocasiões especiais. Gosto por ser minimal e inspirado em apontamentos gráficos de influência nipónica. Chama-se Kabuki, e é uma excelente forma de encenar uma mesa diferente e sofisticada.

Servir uma refeição destas causa algum impacto junto ao sexo feminino, acreditem. A “culpada” é a minha mãe, que ao longo dos anos me foi oferecendo este conjunto. Sim, porque há limites! Provavelmente eu nunca o compraria para mim. Tenho um mais antigo (também oferta da minha mãe) e outro que comprei no IKEA. Uso-o todos os dias e dá pelo nome de Flitighet.

Portanto, quando quiserem partir a loiça toda (no aspecto romântico ou amoroso), sirvam uma refeição jeitosa em pratos à maneira e não naqueles rachados e com falhas, que têm à mão de semear no armário da cozinha.

Bons apetites, mas servidos em loiça de 1º qualidade, ok?

Jantar de Natal na Quinta.

quinta da leda

Esta é a altura dos almoços e jantares de Natal. Mas, convenhamos, há alguns que são uma seca e outros em que somos obrigados e ir, porque se não estamos (praticamente) despedidos. Depois há os almoços e jantares de família. E esses não queremos por nada deste mundo faltar, a não ser que a nossa unidade familiar seja disfuncional (e há muitas assim). Por último há outros jantares, mais raros porventura, mas que podem ser muito agradáveis ou até inesquecíveis. Nesta categoria cabem as refeições com um núcleo chegado de amigos ou então com alguém que é especial: mulher, marido, namorada, namorado, amante… eu sei lá, a escolha é vossa.

Nessa tal refeição, mais exclusiva, é bom que a comida seja no mínimo aceitável, com algum requinte mas sem formalidades e, de preferência com um bom vinho.

Este ano o meu 1º jantar de Natal foi no restaurante Rua, tal como já falei aqui. O meu 2º jantar de Natal foi ontem (22 de Dezembro) e foi delicioso: um lombo de porco fatiado (comprado no Continente) e com direito a um slow à sobremesa, ao som do disco Os Sobreviventes, de Sérgio Godinho. Confusos? Óptimo. Ah, e o vinho? Foi um magnífico Quinta da Leda 2011, da Casa Ferreirinha. É beber e comprovar…

E agora que venha o 3º jantar natalício, em família, pois claro.

Bom Natal, com muito amor e carinho, com ou sem Quinta da Leda.

Pé sem chulé é que é.

 

Já que o Natal tem prendas no sapatinho, lembrei-me de falar das minhas sapatilhas (ou ténis) de Inverno, da Geox. Tenho as que estão nas fotos e ainda outras pretas, com aplicações em camurça (acho eu…).

São muito confortáveis, caramba! E têm um estilo sóbrio mas elegante. São daqueles ténis que se podem usar com blazers e sobretudos (agora também é fino dizer-se que são trainers, mas é melhor não se tentar fazer nada de muito radical com eles).

Ah, também ficam debaixo de uma árvore de Natal, a fazer de receptáculo de prendas. Como “respiram”, os presentes não ficam a cheirar a chulé. Nem há o risco da família desmaiar na noite da consoada. Vejam o filme em baixo e irão perceber o que estou a dizer:

Feliz Natal, de preferência sem maus odores.

 

OH OH OH! Bom Natal e coiso e tal.

Nesta altura do ano é sempre a mesma coisa. Feliz Natal, Boas Festas para aqui e para acolá, e coiso e tal. Atenção, porque eu até gosto do Natal. Ok, já gostei mais: quando era miúdo e quando os meus sobrinhos eram mais pequenos. Agora gosto q.b. Torra-se muito dinheiro e muitas vezes dar prendas é mais uma obrigação do que algo sincero, do coração.

Seja como for, desejo a todos/as os amigos/as e leitores/as de marcadomem.com umas Festas Felizes. Ah, e o meu Pai Natal também, uma oferta muito gira e simbólica de uma grande amiga minha.

Já agora o Pai Natal (o verdadeiro!) deu o recado a uma marca de refrigerantes para vos transmitir a sua verdadeira origem como man in red. Para desfazer mitos (ou não), aqui está ela bem fresquinha, como é norma desta quadra.

Mas, como em tudo, também parece que o Pai Natal tem um evil twin maléfico. É o outro lado do brilho e da cor, aqui num embrulho histórico e mitológico. Ora vejam:

 

Winter is coming.

 

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Em cima, da esquerda para a direita: sobretudo Zara, blazer H&M, sobretudo Jorge Virgílio. Em baixo, da esquerda para a direita: blazer e colete Future Casual (Cortefiel) e blazer N&B Classic.

Sim, mesmo com o aquecimento global, o Inverno está aí. Eu não costumo usar muito sobretudos ou blazers mas naqueles dias secos e frios, ou quando quero sentir-me mais estiloso ou gentleman (ou as duas coisas), não costumo dispensar uma peça de roupa quente e que confere uma acrescida distinção (que bem dito!).

Estas peças geralmente podem dar um ar de dandy (mais nos blazers) ou de Humphrey Bogart (mais nos sobretudos), mas assentam muito bem e elas (as senhoras) costumam reparar até aos mais pequenos detalhes.

Geralmente são peças de roupa que não gostam muito de água. Eu pelo menos não gosto que se molhem.

Mas é aí que entram as parkas e/ou blusões de Inverno. Também são quentes mas podem aguentar uns pingos de chuva (desde que não ensopem). É roupa mais tipo todo o terreno, com a qual se fica com um ar desportivo, casual e descontraído.

(Na foto em baixo, da esquerda para a direita: parka Cortefiel, blusão Boomerang (El Corte Inglés), parka Dutti Sport (Massimo Dutti).

No campo, na cidade, à beira-mar ou até na montanha, que venha lá esse frio! E uma coisa vos digo: ficamos mais bem servidos com estas peças de roupa do que o pobre do Jon Snow sempre enfiado naquelas peles que já devem feder à distância…

Winter is coming? Be ready!

 

Vê o decote.

Tenho uma série de pullovers com decote em V. Dizem que são um bocado à betinho mas não quero saber. São bons para o Inverno, para usar com camisas ou com pólos. Que também são à betinho. O que vale é que sou muito polivalente e ecléctico a vestir. Ok, já não visto nada com caveiras (mas acho que nunca vesti) mas quase sempre ando vestido casualmente, misturando o moderno com o clássico prático.

Cada pullover sua cor. Tenho outros, mas sem o decote em V. Tentei ver qual a origem deste decote mas o que encontrei remete para o erótico feminino. Interessante, não estava nada à espera disso. Pelo menos não conto com essa faceta lúbrica quando visto um pullover deste tipo. Ou de qualquer outro tipo.

Um pullover em V combina com calças de ganga, de veludo, aos quadrados, às ricas (isto se forem pullovers lisos). E vestem-se bem com blazers, parkas, casacos de cabedal ou blusões de ganga. Estão sempre à mão de semear, e se forem de tecidos mais frescos também se vestem na Primavera ou nas noites mais frescas de Verão.

Como se vê, são peças de roupa muito versáteis. Ideais mesmo para quem tem pouca pachorra de se vestir com mais cuidado. É tirar da gaveta e já está!

(fotografia com pullovers Springfield, Dustin (uma marca do El Corte Inglés) e ainda Pedro del Hierro)

Comer na Rua.

 

Quando caminho numa cidade (conhecida ou desconhecida) aquilo que mais me conforta é o cheiro a comida que sai das cozinhas dos restaurantes ou mesmo das carripanas e roulottes de street food. Em cada esquina saliva a boca e aquece e alma. Apetece provar tudo!

Foi precisamente com esse apetite de descoberta que há 2 anos uma grande amiga minha e eu tivemos a ideia de criar um grupo de acesso muito restrito no Facebook, chamado Food Out. O objectivo: ir a restaurantes em pequenos grupos para saborear em delicioso convívio a gastronomia de Lisboa e arredores.

Ao longo deste tempo já temos feito boas descobertas, com dicas dos membros do grupo e de amigos e conhecidos. Mas, mesmo fora do grupo, a exploração alimentar tem enchido as nossas medidas. E foi assim que, há pouco tempo, fomos parar ao Rua, um novo restaurante perto do Príncipe Real.

A inspiração gastronómica vem um pouco dos 4 cantos do mundo, com um menu não muito alongado, mas muito interessante. O conselho que dou é que num grupo de 6 ou mais pessoas se peçam os petiscos para depois serem partilhados por todos. Foi o que fizemos e fizemos muito bem! Asas de galinha picantes, tacos/crepes de polvo e camarão, salada de salmão marinado, e outros acepipes, rodaram pela mesa. Hum e as sobremesas, OMG! Aliás, as sobremesas demoraram um pouco e por isso mesmo fomos contemplados com uma sobremesa extra, à borla! São atenções destas que nos fazem querer voltar mais vezes. Até porque o preço por cabeça nem sequer foi caro dada a quantidade de comida, com vinho, bebidas e sobremesas incluídas (mas é melhor não pôr muito a tónica nisto porque se não os preços em 2018 lá vão eles upa, upa).

Em breve este blog irá falar mais vezes de restaurantes e de comida. Até lá, vão até ao Rua mostrar os dentes e dar umas boas dentadas em belos pedaços de saborosa e colorida comida, ok?

E agora vamos aguçar o apetite com um vídeo:

Aproveito esta ocasião — e dado que estamos na época natalícia — para  mostrar um dos mais de 10 vídeos da Pescanova, com guiões de receitas escritos por mim. Bom apetite e Boas Festas!