O forno de um homem só.

É muito simples: é um microondas. Um gajo chega a casa. Está vazia. Há comida no frigorífico, ou então vai mesmo uma refeição saída do congelador. E para onde vão esses acepipes? Para o microondas! Mas, rapazes, não fiquem tristes como uns cãezinhos abandonados. As mulheres fazem o mesmo! Ou então sacam do frigorífico um gelado ou um iogurte e lá vai disto. Ok, podem ser mais inteligentes e até comem uma sopa. Mas onde a aquecem? No microondas, obviamente!

Ok, o microondas para nós (gajos) está como a Bimby para as mulheres. É rápido, não dá grandes chatices, nem requisitos de grande chef, e toma lá que já almoçaste (ou jantaste).

Se eu tenho micoondas? Que pergunta idiota! É um Samsung, é forrado a cerâmica e porta-se bem na descongelação e no aquecimento. O que é que se quer mais? Só de for uma RealDoll à sobremesa, mas isso é para quem uma relação de carne e osso já não aquece nem arrefece. Mas pode ser mais fiável. Tal como um microondas.

Bons apetites! E já agora espantem-se (ou não) com estas bonecas…

 

O regresso do passarinho.

Dizem que uma imagem pode valer 1000 palavras, ou algo assim. Não confirmo nem desminto. Não faço a mínima ideia se essa quantificação está certa ou errada. Provavelmente é apenas um disparate que tantas vezes repetido se tornou real. De qualquer das formas, e sendo eu versado na escrita (olha a presunção, rapaz…), gosto imenso de fotografia. Não sou expert e tiro apenas o que o meu olhar capta, e a maioria das vezes com o meu telemóvel, que tira fotos muito fixes. E, continuando no tom presunçoso, algumas das fotos contam uma história. Eis alguns exemplos:

Captura de ecrã 2018-01-27, às 21.18.12

Fotos minhas, do meu instagram.

Sendo assim, o instagram regressa a este blog. Tinha-o retirado porque causou alguma interferência nas escolhas das imagens dos meus posts. Agora vamos lá a ver se se porta bem. Podem vê-lo na coluna do lado esquerdo de marcadomem.com. Mas também podem encontrá-lo aqui. Enjoy.

Play it cool.

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Olga de Mar a dar um alternativo mas correcto uso à Pepsi. Foto tórrida e magnífica de Ana Sousa Dias.

Há ícones incontornáveis. A Playboy é um deles. Assumo que nunca fui um grande consumidor da revista mas obviamente que já dei comigo a olhar para as “garotas” com um olhar no mínimo guloso (isso no século passado, literalmente).

Ok, as mulheres fotografadas podem ser vistas como objectos, para deleite de um tipo que vestia um roupão. Ou para todos os outros tipos que não vestem roupão, pouco importa. Mas há uma ténue fronteira entre puro vouyerismo e arte. Por exemplo, as fotos da portuguesa Ana Sousa Dias têm enchido as capas e as páginas da Playboy. Ela tira fotos fantásticas! A que eu mosto hoje vai para além de quente: é ousada, provocadora, está muito bem fotografada, é terrivelmente sexy e está nos limites do bom gosto (eu gosto!). Para além disso, na minha opinião confere bastante empowerment ao sexo feminino, algo que muitas mulheres irão discordar e torcer o nariz.

Pronto, rapazes, sejam cool e portem-se bem. Raparigas, inspirem-se e sejam ainda mais sensuais. Não faz mal nenhum! Ficamos todos a ganhar.

O som do prazer…

No que toca ao prazer, o mercado dos sentidos tem sempre novidades para mostrar. Eu desconhecia esta (como se eu fosse um expert nesta matéria). Dei com ela porque andei a pesquisar algo que pudesse apimentar o meu blog. Mas algo com utilidade e sentido. E este “brinquedo” foi música para os meus ouvidos. A marca é a LELO mas acho que não se vende nas feiras (só se for nas feiras para adultos). O modelo é o SONA, e é um massajador sónico clitoriano. Epá, o que é isso? Simples. É só ler os links e pronto! Ah, e há um modelo ainda mais sofisticado: o SONA Cruise. Se isto não é música para os vossos ouvidos, então eu acho que vocês são tudo menos melómanos.

Que a surdez não vos toque na hora da sinfonia do amor e do sexo. Com ajuda do maestro LELO provavelmente haverá muitas melodias para vos levar até às estrelas…

BIS, BRAVO, BIS!

E tomem lá outro filme:

PS: não experimentei este produto nem conheço ninguém que o tenha experimentado.

Right on time.

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Relógio de pulso Timberland.

Hoje, com o uso dos smartphones e outros gadgets, os relógios são cada vez mais um adorno. Bem, de facto sempre foram um ornamento de status social, porque há preços inimagináveis em autênticas obras de arte que se podem usar num pulso.

Já há muito tempo que não olhamos para o sol quando queremos ver as horas. Olhamos para o pulso ou (lá está) para um ecrã de telemóvel. De qualquer das formas, os novos relógios já vêm com outras funções (muitas delas dedicadas ao desporto e à actividade física), sendo interactivos com o mundo web. “Espectáculo”, como diz o apresentador do Preço Certo.

O relógio da foto é um Timberland, tal como se refere na legenda. Não faço a mínima ideia qual é o modelo. Sei apenas que foi comprado num site de compra online e que foi uma pechincha. Diz que é à prova de água e tem um Japan Movement (agora sei mais ou menos o que é). Por isso é que foi mais barato. Mas não vou tecer mais considerações. Tenho a barriga a dar horas. É tempo de pequeno-almoço.

Tic-tac, tic-tac, tic-tac…

Pedalar para poupar e encantar.

Nas grandes cidades já há muita gente a deslocar-se para o trabalho de bicicleta. Poupa-se gasolina, não se está no pára e arranca, faz-se exercício. Estas são algumas das vantagens. Obviamente também há o reverso da medalha: perigo de ser atropelado, chuva e vento, suor a mais (o que não convém a quem vai trabalhar).

De entre os diversos tipos de bicicletas para quem tem de bulir todos os dias, destaco as eléctricas e as dobráveis (ou as que têm as duas características). Vamos lá esclarecer uma situação: na minha presente actividade profissional a bicicleta é impensável, o que é pena. Mas a minha namorada e uma grande amiga minha fazem-no regularmente e com grande proveito. E ainda por cima ficam sexy a pedalar!

Há bicicletas dobráveis para todos os gostos e bolsas. Destaco aqui uma das mais baratas (acho que é um modelo já descontinuado): a Berg easy 2.5 s. É muito em conta mas funcional e resistente. E, no momento de arrumar, dobra-se e já está! Ok, não é uma Dahon ou uma Brompton mas, bolas, também não se pode ter tudo.

No que toca a um exemplo de uma bicicleta eléctrica dobrável, a minha amiga tem uma Quipplan. Anda que se farta! Eu já a vi a pedalar com ela e é muito manobrável, ágil e rápida. Dá gozo ver a cara de alguns automobilistas quando passa a “abrir” entre os carros parados no trânsito.

Eis algumas das excelentes fotos que a minha amiga Ana Escoval me enviou sobre a sua bicicleta eléctrica e as belas voltas exploratórias que dá com ela:

Agora fiquem atentos: há beldades a pedalar nas cidades. Dão mais encanto às ruas e estradas, não poluem e economizam mais do que trocos em combustível. Ok, não acham que são bons argumentos para darem ao pedal? Apresentamos 10 no vídeo a seguir:

Fazer birras em Marvila.

Segundo os dicionários, birra é um acesso de fúria que revela descontentamento ou frustração, muito comum em crianças pequenas. Mas há outro tipos de birras, que actualmente se manifestam em vários locais, sob a forma de cervejas artesanais.

Ok, birra é a palavra italiana para cerveja e, para já, ficamos por Marvila e não vamos até ao país das massas e das pizzas. Calculo que já sabem que há um Beer District em Lisboa? Eu explico: Dois Corvos, Musa e Lince são 3 marcas de cervejas artesanais que assentaram arraiais em Marvila. Como estão as 3 bem pertinho umas das outras, decidiram (e bem) ter uma excelente ideia de marketing, et voilá: nasceu o Beer District de Portugal (e arredores, digo eu).

Sobre a Dois Corvos já falei aqui. Sobre a Musa apenas vos digo que, para além de óptimas cervejas, tem um bar que é um mimo: amplo e descontraído, onde se pode beber, conversar e até ouvir e dar um pezinho de dança ao som de DJs convidados. Da Lince ainda não sei o principal: as cervejas, pois ainda não bebi nenhuma, mas estou curioso.

Por tudo isto, e porque Marvila muito em breve será um dos grandes pontos de interesse de Lisboa (já é!), não façam birras e vão à descoberta das cervejas e dos restaurantes. Em breve irei falar aqui destes últimos mas são espaços diferentes e surpreendentes e não anunciados, tanto assim é que na noite de Halloween eu e a minha namorada entrámos num pretenso restaurante, prontinhos para uma deliciosa refeição, julgando ter encontrado aquele lugar que não existe.

Mistérios de Marvila esperam por ti…