Tu queres é tacho!

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Fervedor diâmetro 14 cm. Da Silampos. A foto é minha.

Gosto de cozinhar. Não sou nenhum chef. Mas repito: gosto de cozinhar. É relaxante. Faço boas sopas e muitos refogados. Não uso óleos! Só mesmo azeite. Tal como estes.

As minhas bases são quase sempre as mesmas: muito alho e cebola, em azeite, lá está. Ultimamente tenho posto uns borrifos de vinagre balsâmico nas cebolas e nos alhos. Ficam com um toque caramelizado. E depois é pôr o que se quer: lulas, chocos, peixe, etc. Raramente faço carne em casa, mas não sou vegetariano. Mas não tenho nada contra, antes pelo contrário.

Também tenho acrescentado umas folhas de louro, para um gostinho especial. E umas pitadas de sal e pimenta moída. Não é nada de mais.

A base de cebolas e alhos também serve para os legumes salteados, que geralmente é o acompanhamento. Ah, evito fazer frituras. A casa fica a tresandar, a roupa fica a cheirar, a saúde fica a protestar. Não é bom.

Segredos? Não tenho, mas gosto de temperar os refogados com umas pingas de vinho branco, quando o tenho. Actualmente evito o picante: eu transpiro que nem um porquinho. Não é bonito, não é sexy (parece-me…).

Vai tudo aos tachos. Ou às panelas. Ou às duas coisas. Tenho tachos Ikea. E uma frigideira e um fervedor Silampos. É uma boa marca. Não sei se contribui muito para o sabor do prato final mas dá estilo ter uns utensílios assim. E depois recebemos adjectivos como “prendados”. O melhor elogio que posso receber? “Querido, tu és bom na cozinha.” Excelente! É um prenúncio de outros apetites e delícias.

Bom proveito!

 

Sempre no meu Radar.

RadioRadar-204x300A Radar é a rádio que mais ouço. Vem na tradição de outras rádios alternativas, como a VOX e a XFM, ambas já extintas. Mas antes destas eu ouvia a Rádio Comercial nos seus tempos mais auspiciosos, com os programas Rock em Stock (apresentado pelo Luís Filipe Barros) ou toda a série de formatos com a voz e a  selecção musical do António Sérgio, o verdadeiro guru e educador dos tímpanos do pessoal que queria conhecer e ouvir cenas musicais diferentes e que não costumam andar muito nos tops.

Quando não escuto a Radar dou um pulo à Oxigénio (mais vocacionada para a dança alternativa ou o hip-hop) ou a Marginal (música mais soft). Depois, para as notícias matinais, sintonizo a Antena 1. Quando estou num modo mais introspectivo e clássico tenho a Antena 2 (que até tem bom jazz). Obviamente que evito a maioria das outras rádios porque quase todas são puro lixo musical (para o meu gosto são).

Já agora aproveito a ocasião para dizer que já estive algumas vezes na Oxigénio e que em 2017 fiz uma Hora do Bolo, na Radar. Ouçam aqui.

Portanto, em matéria de rádio até que não me posso queixar. As melhores estão sempre no meu radar, seja no carro ou em casa. Ah, e não esquecer uma rádio americana (de Seattle) que tem uns vídeos de excelentes actuações ao vivo. Deixo aqui 2 bons exemplos. Enjoy:

 

Penetra e lubrifica.

 

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Imagem tirada daqui.

Não sejam maldosos/as! Este é um óleo que todas as pessoas devem ter em casa. Dá muito jeito. E não, não é para “aquilo” que estão a pensar. Há uma dobradiça a chiar? A bicicleta do miúdo está a precisar de óleo na corrente? A fechadura da porta do quarto custa a rodar? Ora então apliquem e lubrifiquem. É de penetração rápida. Por isso é que é conhecido como penetrating oil. E sem insinuações picantes. Mas descansem, um dia irei falar de óleos mais específicos. Aliás, já falei aqui e aqui também. E pronto, relaxem um pouco, mas agora eis um vídeo de uma massagem com um óleo diferente:

Instagram 1000 fotos!

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Os últimos exemplos de fotografias do meu instagram.

Mil fotografias. É obra. Mas agora é muito fácil. Com o instagram é muito fácil. E não tenho de ser modesto: algumas das minhas fotos são boas e interessantes. Opto mais pelos enquadramentos editados, agora tento usar menos filtros e prefiro que algumas das fotos contem uma história por si próprias. Outras são apenas ensaios estéticos, para deleite pessoal, nada mais que isso.

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Por esta Lisboa que eu fotografo…

Raramente fotografo pessoas. Ou tiro selfies. É uma questão de algum resguardo. E não quero mostrar as minhas rugas. Chamem-me esquisito. Não quero saber. Hoje só quero dizer que tenho 1000 fotos. Espreitem!

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Em Lisboa. É fácil adivinhar, menos uma…

E aproveito para fazer referência e divulgar também o instagram de uma grande amiga, que é uma fantástica fotógrafa. Vale a pena verem.

As sementes que a próstata agradece.

São de abóbora, senhores, são de abóbora. Estas sementes são importantes porquê? Porque (e agora recorro ao que retirei deste site): “As sementes em questão podem tratar problemas do foro urinário e prostático – trata-se mesmo de uma das melhores terapêuticas naturais. A forte presença de zinco e os lipídios conferem uma melhor estrutura muscular à bexiga, desimpedindo a próstata.”

É um problema de idade, pois é. E é por isso que as devemos tomar, mas com conta, peso e medida, claro! Também é uma questão de saúde, tendo em conta a prevenção do cancro. É a nossa felicidade que está em causa. Eu compro as minhas no Continente. Mas também pode ser no Celeiro ou numa loja de produtos naturais. Já há em muito lado, por isso não arranjem desculpas!

E como sou vosso amigo, eis aqui uma receita bebível, que também tirei do mesmo site:

Receita para promover a saúde da sua próstata:

  1. Num litro de água, deixe cozer 150 gramas de sementes inteiras de abóbora, durante 20 minutos em fogo baixo/médio.
  2. Aguarde que amorne e passe para uma garrafa.
  3. Não coe já, porque as sementes vão assentar no fundo e você pode removê-las depois da bebida ter arrefecido.
  4. Tome esta bebida, três vezes diárias.

Hoje estou a ser muito didáctico e pedagógico, por isso bom vídeo.

Lost in music (parte 1).

Respiro música. Bebo música. Vivo música. Ok, não é bem assim. Mas quase. Há uns bons anos eu era um comprador compulsivo de CDs: mais de 3 por mês. Cheguei a ter cerca de 1000! (agora não tenho essa quantidade mas isso é outra história). Esta paixão começou em pequeno, e por volta dos meus 11 anos comecei a escutar coisas diferentes, pouco apropriadas para um miúdo. O engraçado é que nunca gostei das músicas que a pequenada costuma ouvir. Mas lembro-me desta:

Mas acho que foi das poucas excepções. A “coisa” começou a tocar mais fino (neste caso grosso) quando descobri Suzi Quatro.

E eis aqui a 1ª música da banda dela que começou a agitar os meus ouvidos:

E de repente tudo começou a ganhar um certo peso. Os Deep Purple trataram do assunto:

E por agora fico por aqui. Em breve irei voltar a este assunto que tem muito para escutar.

Entretanto descubram muito mais músicas e bandas da minha preferência em BBC Jukebox.

 

Bomb the bass.

O único propósito deste post é dar música. Para o corpo e para o espírito. É um canal que costumava seguir e que relembro agora. A evasão da mente através do pulsar do coração e da batida dos membros. Relaxem e deixem-se ir nestas ondas sonoras, servidas por um excelente visual gráfico. Enjoy!