Corta a unha, pá!

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Corta-unhas mais clássico não há. Da Trim. Foto minha (como sempre).

Se há algo que distingue os homens das mulheres são as unhas. Nos homens querem-se curtas e limpinhas (ok, se fores um guitarrista sempre tens alguma desculpa). Nas mulheres desejam-se longas, coloridas, sexy e bonitas. Mas nada de abusos! Eu detesto aquelas unhacas de gel super longas e com mais cores do que um arco-íris e incrustações. Acho que já nem as actrizes porno usam isso (não ando a par das últimas novidades dentro desse género cinematográfico…). Mas, meninas e senhoras (e rapaziada também), vejam lá este vídeo sobre a arte de ornamentar as unhas:

Inspiração cervejeira.

 

Estão na moda. Marvila e as cervejas/cervejeiras artesanais. Neste blog existem pelo menos 2 posts sobre esta matéria. Boa matéria. Já tínhamos falado aqui sobre a Dois Corvos, a Lince e a Musa. Esta última hoje tem honras neste post.

As cervejas são boas (obviamente, caso contrário não falaria delas) e os seus nomes derivam (esta foi à “futebolês”) de nomes ou de canções do universo pop-rock internacional. Sim, porque beber uma cerveja artesanal ao som de Led Zeppelin, Rolling Stones, Beatles ou Bruce Springsteen tem muito mais balanço (se fosse jazz seria swing, mas não aquele das trocas e baldrocas de casais).

Aliás, suspeito que o nome foi inspirado na banda inglesa Muse, que ainda não devem conhecer nem as cervejas nem o espaço da Musa. Por falar em espaço: é magnífico! Uma sala ampla em baixo, com o bar de balcão e um espaço para os djs botarem umas musiquitas; em cima uma mezzanine com mais mesas e uma vista privilegiada sobre as cubas de inox da fábrica.

Ok, inspirem-se e vão beber umas cervejas com queda para a música, em Marvila. Ah, e não se esqueçam de pedir uma empada de frango. São imperdíveis!

E agora tomem lá uma musequinha…

 

Hi-Fi with Wi-Fi. Why not to try?

Serve o trocadilho do título (em inglês) deste post para dizer que eu, como muitos gajos, damos muito valor a ter uma aparelhagem sonora a bombar, com ligação à TV, à consola de jogos e agora também à internet. É um blast total!

Tudo isto é levado a um outro nível com a introdução das Smart TV, que possibilitam uma sincronização com os smartphones e gadgets afins. O delírio é completo: vê-se televisão num home theater system, navega-se na www nela, ligam-se os telemóveis, os portáteis, os tablets, jogam-se jogos a partir das consolas, etc.

Cá em casa é simples. A TV é uma LG Ultra HD, o sistema de vídeo e som é um (ainda) fantástico JVC e a Playstation é uma “velhinha” PS2. Os nossos sentidos agradecem as experiências visuais e sonoras, os vizinhos é que podem não achar muito piada mas isso é outra história…

E agora vamos a uma experiência sensorial em 4K:

 

Chocolate? Só do preto.

Sou guloso. Já fui mais. Agora há coisas doces que me enjoam, tipo chocolate de leite ou chocolate branco (que nem chocolate é). Ok, num restaurante entre um montão de sobremesas escolho invariavelmente uma mousse de chocolate ou um sorbet de limão. Este último desenjoa a mousse. É certo que há sempre o compromisso de um cheesecake de frutos vermelhos. Mas voltemos ao chocolate: eu só como do preto! E isso não tem discussão: é menos enjoativo, costuma ter menos açúcar e faz menos mal do que os outros. Seja Inverno ou seja Verão, tenho-o sempre no frigorífico. Às carradas. E como-o na igual proporção. O que eu consumo mais é do Continente: é mais barato e não tem açúcar (tem aspartame mas, pasme-se, não sabe mal! — odeio aspartame e dizem que é um veneno da pior espécie, mas marcha que nem ginjas neste chocolate).

E agora vamos lá adoçar ainda mais os sentidos de vossas excelências com um chocolate quentinho…

PS: o Continente foi politicamente correcto e chamou negro ao preto. Estou a falar do chocolate, como é de calcular…

Bota acima.

No Inverno os pés querem-se quentes num calçado confortável e que também seja à prova de água. Sim, porque muitas vezes põe-se a pata na poça ou apanham-se grandes chuvadas e convém ter os pés bem sequinhos.

Tenho algumas botas para o tempo frio mas as minhas favoritas são umas Caterpillar. Resistentes, confortáveis, bonitas, com um look que denota arrojo perante os mais adversos estados meteorológicos. São as todo-o-terreno do calçado, um jeep aos meus pés. Ah, e não se metam comigo: são botas capazes de uns belos xutos e pontapés.

E agora vamos a um kick-off com um filme sobre as minhas botas favoritas: