Quem não tem cão caça com tigre.

Estojo da Flying Tiger

Estojo transformado em porta-chaves, adquirido na Flying Tiger Copenhagen.

Tenho chaves. Algumas. Quase que fazem um monte. E eu tenho tido bolsas porta-chaves, mas com tanto chaveiro, acabam por se romper. Ok, são muitas chaves, mas nenhuma delas é a chave da felicidade (que eu saiba, porque essa deve estar guardada a sete chaves, passe o pleonasmo).

Obviamente que a ideia era encontrar uma bolsa capaz de albergar todas as chaves que andam comigo. O problema é que não encontrei nenhuma com o tamanho adequado. O único acessório que foi capaz de encher as minhas medidas (e olhem que elas são avantajadas, as medidas), foi um estojo verde, cuja utilidade primordial seria os lápis, as canetas, as borrachas e os afia lápis dos mais pequenos.

E onde é que encontrei esse estojo? Ah, leiam de novo o enigmático título destes post. Como pista sempre posso dizer que é uma espécie de loja dos 300 (sem nenhum desprimor) mas com acessórios e brindes que aliam utilidade ao design, muitos deles tendo como público-alvo os mais novos, as adolescentes que gostam de coisas fofinhas e muitos adultos que não querem largar muito guito e que se contentam em comprar prático e barato. É algo típico do norte da Europa. É típico de um certo tigre, quando não há dinheiro para se comprar acessórios de marcas de luxo. Eu fiquei contente, não me caindo os parentes na lama com um estojo escolar a servir de bolsa porta-chaves.

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