Lost in music (parte 2).

Este post vem no decurso de um anterior. Depois de um mix há sempre um remix. Isto só para dizer que tinha para aí 13 ou 14 anos quando andava ocupado a ouvir o chamado rock sinfónico, hoje mais conhecido por prog rock: eram os Genesis (ainda com Peter Gabriel), os Yes, os Emerson Lake & Palmer, os Jethro Tull, só para falar dos mais conhecidos. Era tudo tipos com talento, virtuosismo e conhecimentos musicais acima da média, que compunham e tocavam faixas que demoravam uma eternidade, mas eu até gostava (os Pink Floyd também se enquadravam neste género musical tão teatral e grandiloquente). Eu dou 2 exemplos:

Ok, deixo aqui um delírio de mais curta duração, de uma banda holandesa:

Mas no final de 1977, princípio de 1978, tudo iria mudar. Na música pop e nas minhas hormonas. E um novo mundo (musical) se abriu perante os meus ouvidos. Tudo passou do 80 para o 8. Hey Ho Let’s Go!

De repente tudo estoirou na movida punk. Até tipos como Lemmy entraram neste novo supetão de músicas curtas, brutais e directas. O rock and roll ressuscitava!

Em breve iremos apanhar os estilhaços num próximo Lost In Music.

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