Light. É para rir ou para chorar?

a vaca que ri light

A Vaca que ri  light, em triângulos de baixas calorias, para não ficarmos redondos.

Fazemos como a vaquinha? Rimos? Ou, pelo contrário, choramos? Provavelmente nem uma coisa nem outra. Há alimentos light que podem e devem ser considerados, outros nem por isso. Não, não sou eu que digo. Não sou nutricionista, nem nada parecido. É claro que tenho cuidado com a minha alimentação, e esse cuidado tem sido maior por duas razões: saúde e desporto (uma bela combinação).

Então vamos lá ser didácticos e ver como isto é de uma forma muito resumida e light, como convém com o teor deste post (segundo o livro Os Mitos Que Comemos, do nutricionista Pedro Carvalho, citado no artigo de Luísa Oliveira, jornalista da Visão):

  • Para emagrecer convém dar um corte substancial no aporte calórico que se tem vindo a fazer até então”, explica este profissional. Isso pode conseguir-se passando a ingerir as versões magras de alguns alimentos e lendo os rótulos com muita atenção. Fique a saber que, a partir de uma redução de 30% de açúcar ou gordura, o produto já é considerado magro (mas essa redução pode ter sido compensada com outros ingredientes que estragam tudo).
  • Os iogurtes são um ótimo exemplo das vantagens dos alimentos light. “A sua versão magra, sem açúcar, permite eliminar gorduras e açúcares desnecessários e respetivas calorias, condensando o que realmente interessa, ou seja, o seu teor proteico e de cálcio.”
  • Os queijos e fiambres light também ajudam a concentrar o teor proteico, dispensando-nos de ingerir mais gordura (é preferível ir buscá-la aos frutos secos, peixes ou sementes). Mas escolher um queijo magro que realmente seja integrável numa dieta nem sempre é tarefa fácil. “Devemos privilegiar os que têm mais proteína e menos teor de hidratos de carbono e gordura”, avisa Pedro Carvalho no capítulo dedicado aos mitos que este tipo de comida suscita.
  • E, depois, há que não se deixar ir na mensagem publicitária. O nutricionista dá exemplos claros: a gelatina que nunca teve gordura mas que tem no rótulo 0%, as batatas fritas light que continuam a não ter interesse nutricional ou as barras de cereais carregadas de açúcar.

Portanto, façam como eu. De vez em quando deliciem-se com uma vaquinha (salvo seja), ou qualquer outro alimento, de preferência com um baixo teor calórico, que é para não ficarmos como ela (a vaquinha): gorduchos.

Já agora, tentem evitar snacks, fritos, refrigerantes com açúcar em barda, sobremesas gulosas (ai a minha mousse de chocolate) e hidratos de carbono em excesso. A vossa saúde e figura irão agradecer.

E eis um vídeo com dicas de alimentos adequados para quem leva o desporto mais a sério:

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