Lost in music (parte 3).

Continuando a viajar pelo meu universo musical, eis que no final dos anos 80, por entre o gosto por alguma house e techno, e com o decair da minha apetência pelas bandas baptizadas em Portugal de urbano-depressivas (mais recentemente o chamado goth rock), surge uma editora discográfica que (re)definiu os meus padrões jazzísticos: a ECM.

Jazz planante, dos países do Norte da Europa, música do mundo cruzada com improvisação, fusão de padrões clássicos com um certo avant-gard experimentalista, texturas sofisticadas mas, por vezes, despidas e enquadradas em conceitos minimalistas. Se a ECM não é isto, então oiçam e conceptualizem também.

Eis mais um exemplo:

E agora um recuerdo urbano-depressivo:

In english:

Continuing to travel through my musical universe, in the late 80’s, between the taste for some house and techno, and the decline of my appetite for the bands baptized in Portugal as urban-depressive (more recently called goth rock) , comes a record label that (re) defined my jazz patterns: the ECM.

New jazz, world music crossed with improvisation, fusion of classical standards with an avant-gard experimentalism, sophisticated textures but sometimes naked and framed in minimalist concepts. That is ECM.

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