A sofisticada e o popular.

Será que os gajos são dados a flores a plantas? Alguns são, mas a maioria não, até porque isso pode comprometer a sua (deles) sexualidade. Basicamente um tipo só se lembra de flores no dia de São Valentim, no aniversário da mulher, da namorada ou da mãe ou então quando fez borrada da grossa e quer-se desculpar com um belo bouquet perfumado de redentoras flores viçosas.

Com o advento da Primavera respira-se uma atmosfera mais florida, bem propícia à oferta de flores. Exala-se o perfume da atracção e do amor (esta dica é preciosa, por isso tenham-na sempre em mente). E depois a imagem da flor em si muitas vezes remete para a anatomia do sexo feminino, tal como podem ver aqui (sobre este assunto, podem ler esta interessante tese, de Andrea Frownfelter, da Eastern Michigan University).

Mas o perfume floral não se restringe às flores. Aliás, há flores que não cheiram. Mas, por outro lado, há plantas sem flores que emanam agradáveis aromas. Veja-se o caso da flora deste post: a elegante e sofisticada orquídea é praticamente inodora; já o atrevido e popular manjerico é generoso em odor. A orquídea compensa a falta de cheiro em maior durabilidade e resistência, apesar do seu ar frágil. Já o vaidoso manjerico é planta para durar umas duas ou três semanas, pois está na sua natureza não viver muito tempo. Ao menos diverte-se na efemeridade dos Santos Populares, altura em que é intensamente apreciado.

E a propósito, vai uma marchinha? Tenha a personalidade de uma orquídea ou de um manjerico, não há nada como uma noite de Santos Populares e de sardinhas para um começo de Verão bem passado na rua.

Tomem lá um vídeo bem engraçado mas também didáctico:

Screw it! But gently…

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Saca-rolhas Screwpull. Uma forma fácil e elegante de tirar a rolha de uma garrafa de vinho.

Para muitos, sacar a rolha de uma garrafa pode ser um pesadelo. Um saca-rolhas tradicional não é fácil de usar, tem de se fazer muita força, pode magoar os dedos e a rolha corre o risco de se esfarelar com tanta tentativa frustrada. Mas há boas soluções, e ainda por cima simples, bonitas e com um toque de sofisticação. E não tem de ser um artigo caro e profissional. Basta um mais barato como o que mostro na foto, e que tenho em minha casa. Faz um brilharete de tão fácil que é. Vejam o vídeo:

Para saberem mais sobre a origem e a história dos saca-rolhas, vão ao site de Le Creuset. Ou então é só clicar aqui. Não custa nada! É como abrir uma garrafa sem esforço e num piscar de olhos. Mas, para os mais abonados, e com aspirações mais pro, eis um vídeo elucidativo:

Very short version in english:

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Vamos lá aumentar essa potência.

Aposto que, pelo menos os homens, quando vêem a palavra potência só pensam em duas coisas: motores de carros e aumento do desempenho sexual. São duas coisas que até costumam andar juntas, de uma forma mais ou menos implícita. Até porque um automóvel desportivo costuma ser uma extensão do membro viril masculino. É o que se diz…

Mas se vinham com sede ao pote, julgando que este post seria sobre sexo, bem podem tirar o cavalinho da chuva. De qualquer das formas, é sobre vitaminas e sobre a nossa saúde, algo que também está relacionado com vida amorosa e sexual.

Há uns anos que de vez em quando tomo esta bomba, comprada no Celeiro: o complexo vitamínico Solgar VM-75. É bom para tudo. Só não faz crescer cabelo (mas tem biotina). E não acaba com a minha ciática! Mas vejam os seus benefícios e as vitaminas que tem:

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Esquadrões de combate às cáries dentárias.

Desde há cerca de 2 anos e meio que tenho andado num virote de regeneração/renovação. É algo que me tem saído do pêlo e da carteira. Espero que em breve compense ainda mais, se bem que há um outro obstáculo a contornar/superar, mas que eu não irei abordar aqui (se bem que está ligado à minha parte profissional).

Serei o Bruno 2.0? Ok, nem tanto. Mas deve andar aí pelo Bruno 1.6 ou 1.7. É um bom upgrade, admito. Mas sou capaz de mais.

E o que tem a ver o combate à cárie com isto? Bem, tem tudo. Digamos que descobri há pouco mais de 1 ano que a minha saúde dentária e bucal estava cheia de sorrisos amarelos. Aparentava estar bem, mas não estava. Sendo assim, eis que tenho passado a vida no dentista, o que é algo que tem causado calafrios à minha conta bancária. Adiante…

Sendo assim, qual Captain Kirk, orgulhoso da sua Enterprise, aqui vos apresento a minha mais recente frota capaz eliminar toda a espécie de cárie entre os espaços interdentários. Tal como mostrei num post publicado neste blog, tenho bombardeiros, caças, e também carros de assalto e de intrusão/expulsão.

O caça é uma escova Aquafresh, de cerdas de rigidez média. Os carros de assalto são escovilhões Elgydium, bastante eficazes para actuarem sem misericórdia nos espaços entre dentes e gengivas. Há ainda uma espécie de carro de assalto e limpeza, que é uma escova Gum de um só tufo de cerdas rígidas. Não se iludam em relação a esta última escova. Pode ter nome de pastilha elástica (chewing gum) mas tem uma aplicação muito diferente e cirúrgica.

Prontos para limpar e conquistar o espaço interdentário? Eu e o Captain Kirk estamos!

Heróis do mar.

No momento em que estou a escrever este post Portugal já entrou em campo (e está a ganhar 1-0). Sou português, não entro em filmes patrioteiros, mas sei que fico um bocado nervoso. O que é natural. Hoje até já tenho ali umas jolas e uns tremoços e acho que poderei brindar a mais um ou dois dos tugas. Força Portugal!

 

Todos os caminhos vão dar a Marvila.

Mural de Bordallo II, no Beato, em direção a Marvila

(foto de Bruno Barão da Cunha).

Todos os caminhos vão dar a Marvila

Sinónimo de industrialização, contentores e armazéns e decadência urbana, durante muito tempo a zona oriental de Lisboa foi mal-amada e subvalorizada. Após a Expo 98 houve um impulso imobiliário para aquelas paragens, mas tudo se restringiu quase exclusivamente à área daquele evento. Tudo o resto ficou mais ou menos na mesma… até há pouco tempo.

Edifício José Domingos Barreiro, em Marvila

(foto de Bruno Barão da Cunha).

Vinhos, munições e combustíveis

Antes do declínio da zona Leste de Lisboa, até cerca de meados do século XX, Marvila (e também o Beato e Cabo Ruivo) destacou-se por vários motivos: armazenamento e comércio de vinhos, que teve como principais figuras Abel Pereira da Fonseca e José Domingos Barreiro (cujos edifícios são ícones de uma arquitetura marcante); fabrico de munições e de material militar, atividade em que se destacou a Fábrica Braço de Prata (onde hoje está instalada uma associação cultural com o mesmo nome); e a SACOR, empresa ligada ao setor petrolífero, e que teve a sua refinaria em Cabo Ruivo.

A pouco e pouco, e devido a vários motivos de ordem política, social e estratégia económica, a zona oriental de Lisboa começou a decair. Foi preciso assistir à realização de um evento marcante para que, aos poucos, tudo começar a mexer de novo, mas noutros moldes.

A EXPO 98 foi o motor de arranque?

As opiniões dividem-se. Terá sido a EXPO, se bem que num modo lento, o impulsionador da atual dinâmica de Lisboa oriental? Uma coisa é certa: com este certame de projeção internacional o mercado imobiliário teve uma grande boom em toda a área onde a EXPO 98 teve lugar. Mas entre a estação de Santa Apolónia e Marvila pouco se passou. Toda essa zona carecia de um plano de desenvolvimento imobiliário, tanto nas vertentes residencial como empresarial e comercial. Por esse motivo, e porque considerava-se que havia pouco charme para aquelas bandas, Marvila, Beato e áreas circundantes decaíram. Houve um impulso, é certo, na habitação de cariz social, mas em zonas mais longe do Tejo e com um estigma que não convidava muito ao investimento. Todavia, tudo muda, tudo se transforma. E, de preferência para novas e aliciantes oportunidades no ramo imobiliário e não só.

A Leste tudo de novo

Hoje há muita coisa nova a mexer em Marvila. E a diversidade é de assinalar. Por exemplo, tem sede de conhecer cerveja artesanal? Erga o seu copo à Dois Corvos, à Musa e à Lince. Quer dar uma vista de olhos às mais recentes tendências da arte moderna? Em Marvila há fantásticas galerias instaladas em espaçosos armazéns. Quer dar ao dente e saciar o estômago? Encontra ótimos restaurantes, entre os quais El Bulo, do conhecido chef Chakall, e o misterioso aquele lugar que não existe. E já agora não pode ficar à porta do Entra. Entre e bom apetite.

Mas Marvila tem muito mais. É ir e descobrir.

Vale Formoso, em Marvila (foto de Bruno Barão da Cunha).

Para trabalhar e viver

Porque esta zona da capital não é só boa vida, também há espaços de cowork e um hub creativo, este instalado no Beato. Para além disso há empresas a escolher esta zona pela sua dinâmica, pelos acessos fáceis e também por (ainda) não se pagar para estacionar.

Em termos imobiliários, tanto para habitar, como para negócios, ainda existem oportunidades às quais se pode deitar a mão. Mas tenderá a ficar mais reduzida. Por isso, é melhor reservar já o seu espaço em Marvila e zonas circundantes porque, claramente, apresentam opções de investimento a ter em conta, beneficiando-se da vibrante e crescente dinâmica que cada vez mais mora em Lisboa oriental.

(Artigo escrito por Francisco Duarte e também disponível aqui e aqui)

Ó Kappa.

Casaco fato de treino Kappa (pormenor)

Logótipo Kappa, em casaco de fato de treino.

“Ah, como é bom enfiar um casaco de fato de treino e ir correr ou dar uma caminhada. Ah, como é bom fazer desporto, que faz tão bem. Ah, como é bom vestir um equipamento de marca, que fica bem, dá estilo e ainda por cima ajuda a melhores prestações desportivas. Ah.., Porra, quando é que passa a p*** desta crise ciática, pois não me consigo mexer, nem dar 10 passos seguidos sem ter de parar para recuperar da dor!”

Desculpem o desabafo, mas é um facto que agora estou feito um desportista de sofá, dadas as circunstâncias expostas no parágrafo anterior. Mas continuo a acreditar que um dia destes, já sem o raio da ciática, irei vestir este casaco de fato de treino (uma oferta do meu pai) e dar umas belas caminhadas. Depois, como complemento ou não, poderei também vestir (ou neste caso despir) a marca paralela Oppa e divertir-me à brava com uma das melhores coisas da vida. Obrigado pela compreensão e também pelo atrevimento.

E agora um filme da Audi com a participação da Kappa: