Sempre em construção.

Ao longo da vida estamos sempre em construção, tentando ter boas infra-estruturas para depois o edifício não abanar quando estiver a crescer. Ou quando tiver terminado, sem medo das borrascas mais intensas. Mas elas acontecem, e por vezes tudo abana. Importa é que a construção fique de pé, tapando-se as rachas e as fissuras que ficaram como provas das intempéries.

Tal como na natureza, também na vida há ventos e ventos. Os que hoje parecem ser adversos amanhã podem ser favoráveis. E vice-versa. Por vezes é tudo uma questão de momento. Mas quase tudo tem a sua lógica mesmo que por vezes se opte com o coração. Ou será o contrário? Primeiro vem o instinto e a seguir é que damos uma lógica a isso? Lá está, é como o vento, como as correntes. Como a vida. Sempre em permanente movimento e (des)construção.

E, como se diz metaforicamente, quando se fecha uma porta, abre-se uma janela. Ou outra porta. É entrar, por favor.

PS: este post teve a participação da Homebook e de dois dos seus imóveis (ver aqui e aqui). As fantásticas fotos são da Sara Ferreira.

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