Ora sintam lá isto.

Ultimamente não tenho tido muito tempo para escrever neste blog. É a vida: há sempre algo que fica para trás. Mas com algum esforço, sempre se arranjam uns minutos. A prosa vai ser curta e eu resumo de uma forma telegráfica: jantar de amigos e amigas num conhecido restaurante vegetariano lisboeta — Jardim dos Sentidos; boa comida, boa disposição e uma entrada vedada no Silk Club porque eu estava de calções! Não há pachorra para estes dress codes estapafúrdicos. Sinto que não terei nenhuma vontade de lá pôr os pés.

Tomem lá as (poucas) fotos, vão ao restaurante e, depois, bebam um copo num bar qualquer onde vos deixem entrar de calções. Até pode ser no Páginas Tantas. Tenho a sensação de que parou no tempo mas estão-se a borrifar para aquilo que trago vestido.

O melhor da noite? A amizade. Até breve, com um post mais extensamente amigável.

E agora sintam lá este vídeo:

Vai um cOPO?

Vai um cOPO?

OPO Wine Spritzer. Vai um cOPO?

Há poucos dias meti-me nos cOPOs. Isto é, fui ao lançamento do OPO, uma bebida à base de vinho branco com infusão de sumo de fruta fresca, extractos naturais e gás (sparkling é mais trendy).

O evento foi no fantástico Rooftop Bar&Lounge do Hotel Mundial, que realmente é um sítio espectacular. Música e gente gira a condizer (bolas, eu estava a destoar) muitos flûtes com gelo e duas variedade a provar (confesso que só bebi uma): Morango e Limão&Gengibre. Eu só bebi esta última, vá-se lá saber porquê.

OPO é uma bebida muito OPOrtuna para os dias quentes e de lazer, na Primavera e no Verão. Com muito gelo, olhares e insinuações marotas, está visto que é uma bebida com muito potencial para conquistar o pessoal jovem (pelo menos de cabeça) que anda numa onda descontraída mas chique e cosmopolita. Mas cuidado! OPO pode pôr a cabeça à roda. Tem 6 graus de teor alcoólico, por isso atenção às quantidades ingeridas. Se bem que uma coisa é certa: é uma óptima bebida para pôr os níveis de boa disposição no tOPO. Vai um cOPO?

OPO Morango e Gengibre&Limão

Morango e Limão&Gengibre. Assim é OPO.

E agora um vídeo de uma preparação de spritzer:

Em Setúbal ou vais de cana ou pões-te ao largo na Casa da Baía.

Até podes fazer tudo isso! Vais comer à Tasca do Xico da Cana, bebes tranquilamente um copo na Casa da Baía e depois ó-ó na Casa do Largo, a remodelada e moderna Pousada da Juventude de Setúbal.

Depois de um final de tarde bem passado na cidade onde até tenho raízes familiares (via minha avó materna), fomos primeiro aos comes. Em vez de entrarmos nos restaurantes da Avenida Luísa Todi (geralmente mais caros e concorridos), explorámos as ruazinhas interiores. Depois de alguma hesitação, a nossa escolha foi a Tasca do Xico da Cana. É um restaurante pequeno, com uma esplanada simpática. A comida é caseira e regional mas muito apetitosa. Destaco o excelente choco frito. Foi de comer e chocar por mais (brincadeira de redactor publicitário…).

A seguir impunha-se uma caminhada a pé pela bonita avenida com o nome da mais famosa cantora lírica da terra. Luísa Todi, evidentemente. De repente demos de caras com um belo edifício — outrora um convento — pintado de azul forte, com ar de ter sido remodelado há pouco tempo: a Casa da Baía. E o que é? No fundo é um centro de divulgação turística, com um restaurante, um bar num acolhedor e confortável pátio interior, com palco, e ainda uma loja. Em Setúbal, é obrigatório visitar!

Também é aconselhável conhecer a Pousada da Juventude de Setúbal, que dá pelo nome de Casa do Largo. Não dormi lá mas foi toda arranjadinha e tem um ar todo catita e modernaço. Ainda dei umas belas gargalhadas com uma suposta promoção (afinal o anúncio de um concerto). É olhar com atenção umas das fotos que pus em cima e perceber o porquê (principalmente se tiverem mentes maliciosas como a minha).

Como vêem, há óptimas razões para se ir a Setúbal. Aliás, como estava calor e não quis ficar a ver navios, ainda meti água (leia-se “dei um mergulho”) na praia do Parque Urbano de Albarquel.

Setúbal é como o mar: é ir e voltar!

Em brreve na terra do chôque frrito.

Candeeiros na Casa da Baía.JPG

Candeeiros de tecto na Casa da Baía.

Já fui e já vim. Em Agosto. Foi um dia bem passado. Em Setúbal. Ok, não vim a carregar nos érres, mas até que podia, pois a minha avó materna nasceu na cidade dos golfinhos. Em breve conto tudo. Ou deverei dizer “Em brreve conto tudo!”?

E eis um vídeo onde só há Setúbal, o melhor deste mundo (é o que dizem e eu não vou contrariar):

Na Mourisca no Sado.

Ou namorisca no Sado. Em termos de fonética é quase a mesma coisa, mas, felizmente, pode juntar-se o útil ao agradável. E namorar também é passear e descobrir sítios novos, fora dos grandes centros.

Nestas férias, um desses sítios foi o Moinho de Maré da Mourisca, na Herdade da Mourisca, perto de Setúbal.

O edifício (o moinho de maré) serve de museu — principalmente com utensílios utilizados na cultura do arroz e na apanha do sal, trabalho árduo, muitas das vezes realizados por mulheres —, de cafetaria (com uma agradável esplanada) e como sala de estar (confortável e com bom gosto).

É um local fantástico para se ter uma noção do Estuário do Sado, sendo também um excelente spot de observação de aves. E há barcos, um bom número deles. Pequenos, uns em bom estado, outros nem por isso. Contingências das leis do rio, da meteorologia e da conservação (ou falta dela).

E agora um vídeo que mete alguma passarada: