Welcome home.

A placa da casa é da Homebook.

Já todos nós, pelo menos uma vez na vida, andámos à procura de casa. Ou a ver se nos livramos dela. Ou as duas coisas ao mesmo tempo. E a gaita é que geralmente não sabemos a que porta bater no momento em que nos viramos para o mercado do casario e afins.

Evoluímos bastante desde os tempos imemoriais em que nos abrigávamos em grutas. Mas o princípio é o mesmo: precisamos de um tecto para nos abrigarmos do frio, do vento, da chuva. E, nesse maior aconchego, aposto que a taxa de natalidade começou a aumentar.  Não há nada como o conforto de um bom calor para tirar a roupa e aumentar a prole.

Ok, estou a ser básico. Eu sei, sou homem. Mas não das cavernas. Sei apreciar uma boa casa. Ou ver os defeitos em cada esquina. “Ai o bolor”; “Merda de infiltração”; “Que porra, não se apanha sol neste quarto”. É o que se diz, ou pelo menos é o que se pensa, quando entramos num apartamento gasto pelos anos ou que foi menos abonado na qualidade da sua construção e materiais. Mas, como em tudo, para se ter uma gruta melhor (perdão, casa) há que ter uma carteira mais recheada. Ou um banco mais generoso.

E onde descobrir boas casas? Não digo. Num instante sei que irão bater à porta certa. Welcome!

E agora tomem lá uma casota minimal, sem plástico:

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