Tsukiji, ou a inspiração oriental à mesa.

Nome a reter.

Tsukiji. É o afamado mercado de peixe de Tóquio. Agora também é um restaurante.  É em Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, e tem a chancela do chef Paulo Morais, alguém “que há mais anos trabalha a cozinha japonesa em Portugal”.

Eis um vídeo sobre o chef:

Com alguma pena minha, foi uma refeição exclusiva. Eu explico: só estavam 3 clientes (na mesma mesa) no restaurante (eu incluído). Era Domingo de Páscoa, entenda-se. Mas só ficámos a ganhar! Atendimento simpático profissional e personalizado. E só coisas boas! Porque os olhos também comem, deixo aqui fotos para ficarem com água na boca:

Agora vai um exercício de adivinhação? Vejam o menu e tentem adivinhar o que provámos. Melhor ainda! Passem por lá um dia destes. Não é barato, mas também não é caro, dado o tipo de comida. E o espaço é acolhedor e bonito.

Conhecer o mercado de Tóquio? Comecem pelo restaurante de Belém aqui que ficarão muito bem servidos.

E agora um vídeo do dito cujo original:

Lhasa, uma cantora do mundo.

Deixou apenas 3 discos de originais. Faleceu em 1 de Janeiro de 2010, o dia em que a conheci. Tinha apenas 37 anos. Filha de pais hippies (de ascendência mexicana, judaica, libanesa e norte-americana), foi uma cantora única, com uma vida que poderia dar um filme. Exprimia-se musicalmente em castelhano, francês, inglês, português e até em thetcheno(!).

Tive um disco dela — precisamente o que mostro aqui. Infelizmente não fiquei com ele. Alguém que me é muito querido relembrou-me a artista e a sua música.  Fica aqui a uma entrevista à TSF.  Oiçam-na para conhecerem Lhasa um pouco melhor.

E mais um mimo a escutar:

Uma Rafeira na Tribu.

A propósito de casas — um dia explico melhor — um dia destes fui jantar com o meu irmão mais novo e a minha cunhada lá para os lados de São João das Lampas e do Magoito.

Imbuídos num perfeito espírito de clã familiar, rumámos ao território de uma tribo gastronómica, mais concretamente o restaurante vegan friendly Tribu da Terra.

Comi um imenso bitoque de seitan com tudo o que tinha direito: ovo, arroz e batata frito (ai a linha, ai o colesterol!). Já não me lembro o que o meu irmão e a minha cunhada comeram, mas sei que gostaram. Aliás, eles já conheciam o restaurante Tribu da Terra, um espaço despretensioso mas acolhedor, com óptimos sumos naturais e boa comida vegetariana.

Para empurrar a grande dose que comi, experimentei uma cerveja artesanal que não conhecia: a Rafeira. E sabem uma coisa? GRAMEI À BRAVA! Bebi uma Rafeira Blond Ale.  Ei-la nas palavras dos 2 produtores — o Nuno e o Rogério — retiradas daqui: “É uma cerveja leve onde o manjericão acrescenta uma nota de amargor e frescura que equilibra o sabor a mel e cereal torrado.”

O meu irmão bebeu uma Stout. Eis o que os referidos produtores dizem sobre ela: “É uma cerveja composta por várias cevadas que resulta numa cerveja com sabor a chocolate negro e acentos de caramelo que termina numa explosão de frescura tornando-se surpreendentemente leve.”

Para além do grafismo, que é marcante e divertido, gostei muito dos textos que acompanham a cerveja, no folheto ou no rótulo. São bem humorados e simples.

Conclusão: a Rafeira é como eu gosto. Ladra bem, morde melhor e bebe-se como poucas. Não sei onde ela se vende ou em que restaurantes há, mas uma coisa é certa: para os lados do Magoito há uma cerveja de uma tribu que vale a pena provar.

Cheers!

E agora tomem lá cachorros:

PHOrra que é bom!

Do Vietnam chega esta fantástica sopa, que parece saber sempre a PHOuco.

Voltei ao Mercado Oriental. Ainda há pouco tempo falei dele aqui. A razão do regresso foi a sopa Pho. É um prato vietnamita (um caldo, melhor dito) que tem por base massa, carne e alguma guarnição, que lha dá sabor e personalidade.

Gostei. Tal como tinha gostado do ramen. E é um sítio para voltar mais vezes porque ainda tenho uns quantos pratos de outros restaurantes para provar.

E agora vou comer qualquer coisinha, que fiquei cheio de fome.

Mas tomem lá um apetitoso vídeo e aprendam a fazer Pho: