Vândalo ou génio?

A provocação anti-bélica de Banksy.

Ninguém sabe quem é (ou quem são). O cenário da sua actuação é o meio urbano, os seus edifícios, as suas paredes, os seus recantos mais decadentes. E a mensagem surge daí, dessa entropia que depois se organiza em arte, mas com um propósito de provocar, de chamar à atenção, de pôr a mão na consciência (ou inconsciência).

A arte urbana é tudo isso. E muito mais. E também é efémera, marca um tempo, ou apenas um momento. E está à vista de todos, à borla.

Sem ser à borla, fui à exposição do tal misterioso artista: Banksy.

Não foi autorizada pelo artista. Ou pelos seus representantes. Mas vale como acervo de um tempo, para que depois a sua extinção não termine numa ténue memória.

É uma pena que Banksy não tenha deixado o seu traço em Portugal. Mas para que saibam, nós temos dos melhores artistas urbanos do mundo. Duvidam? Então vejam com olhos de ver Vhils, Bordalo II e Odeith (apenas para referir estes).

E agora um vídeo:

E outro, sobre a arte de rua em Lisboa:

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