Natal: sempre diferente, sempre igual.

Pagão e consumista? Espiritual, divertido e acolhedor? O Pai Natal é o que quiser.

Todos os anos é sempre a mesma coisa. Mas será? Basicamente o Natal tem 2 vertentes (ok, tem uma 3ª mas que acho estar algo diluída): O aconchego da família; a vertigem das prendas e do consumo.

Vamos à 1ª: bem, o Natal é a festa da família. E aqui o principal alvo e motivo de magia desta estação são as crianças. É por elas que existe um senhor que anda de trenó e distribui prendas. É uma treta? É. Mas é uma treta do mundo da magia e acho que isso é essencial e importante. E nada paga um sorriso aberto e uns olhos esbugalhados no momento de se abrirem as prendas.

A 2ª vertente por vezes assume o carácter de obrigação e isso é algo que me lixa. E também pode lixar a carteira. Por isso, tento nas prendas. Uma graça e um postal podem ser mais importantes que uma cena XPTO e que depois fica escondida a um canto. Experimentem o amigo secreto e tudo fica mais divertido e em conta.

A 3ª vertente ainda tem algum peso e sentido num país como o nosso, maioritariamente católico. Mas aí é a figura do Menino Jesus e do Presépio que têm a sua razão de ser. E à volta desta tradição religiosa outro universo e abordagem se constroem, mas que cada vez mais se mistura com a presença do senhor vestido de vermelho. Toda a gente agradece e todos ficam contentes. Afinal é Natal.

E agora um vídeo sobre uma possível evolução deste sujeito bem disposto e de mãos mais ou menos largas (consoante as possibilidades das carteiras):

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