Corona e pack de 18 garrafas (imagem retirada daqui)

Nestes últimos dias o vírus Covid-19 (mais conhecido como Corona) tem estado na ordem do dia, obviamente por razões menos boas. Mas, tal como a epidemia que supostamente é, este tema arrastou-se para outros lados, a começar pela cerveja com o mesmo nome.
Já há uns tempos que não bebo uma Corona, mas lembro-me que há uns bons anos, nos dias mais quentes, costumava beber de vez em quando. O que tinha (tem) mais piada é o ritual envolvido: abre-se a cerveja bem gelada, corta-se um pedaço de lima, enfia-se no gargalo e empurra-se. Depois é só beber.
Nessa altura achava mais piada à Corona. Hoje, e depois de me ter deixado cativar pela cerveja artesanal, acho que é apenas um refresco, cumprindo razoavelmente esta função.
Por esta altura, Corona anda de novo nas bocas do mundo, mas pelas piores razões: há um vírus que anda por aí a fazer das suas e que neste momento está a constipar a saúde e a economia mundiais. Mas será mesmo assim? Leia aqui as diferenças entre a gripe e este vírus. E qual mata mais? Bem, é ler aqui e tirar conclusões.
Já se sabe que este tipo de epidemias geram notícias contraditórias e receios (alguns com fundamento, muitos deles nem por isso). São os casos assinalados, as estatísticas, as várias abordagens ao assunto, o que dizem as organizações de saúde e outras, etc.
Neste caso, como em todos os outros, os cuidados a ter devem ser sempre os mesmos: lavar as mãos e espirrar para o braço (não para as mãos como eu vejo tanto!) são básicos, mas nem todos os cumprem.
E agora preparem-se. Vou entrar no campo da estupidez. Sabiam que por estes dias as vendas da cerveja Corona têm registado quebras assinaláveis? Sim, há um número considerável de pessoas que associam o vírus à cerveja! Coitada, pode não ser uma grande cerveja, mas não merecia esta nefasta ligação. Acho que a seguir vou ao supermercado comprar um pack e vou brindar à estupidez (ou não…).

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