Marca de Homem está em aberto. (imagem tirada daqui).

Vivemos tempos estranhos. Ou não. Mas é como se fosse um prenúncio de uma guerra. Não queremos que ela suceda. Para tal temos de vencer esta batalha. O inimigo é invisível e pode viver em cada um de nós. Em mim, em ti. Nos teus amigos, na tua família.
Este desafio terá de ser ganho, para que todos nós não fiquemos a perder. Mas não tenhamos ilusões: haverá baixas. E a economia levará um sério rombo. E o mais estranho é que não podemos dizer “abracem-se”, “beijem-se”. Temos de ficar como ilhas, mas sempre com a hipótese de erguermos pontes entre nós, que deverão ser atravessadas com cautela.
Eu estou aqui, do outro lado do vosso computador ou telemóvel. E estou disponível para a minha família, para os meus amigos, para quem precise, onde eu possa chegar.
Não podemos ceder ao medo, ao pânico, à estupidez. Não podemos ter em conta as crendices, as notícias falsas, as curas “milagrosas”, as imbecilidades que contrariam os conhecimentos da ciência. É só seguir em frente, nas nossas vidas, agora de uma forma mais cautelosa, e nos próximos dias ficando mais recatados. É assim. A vida por vezes retrai-se, adapta-se, reformula-se. Para de novo florir e brilhar. É um ciclo e tudo tem um princípio e um fim.
Que sirva de exemplo. Para todos nós. E, não se esqueçam, está tudo em aberto. Que a clarividência e a prudência também assim estejam. E tudo seguirá o seu rumo.
Até breve. E fiquem com este vídeo. Nunca é demais. Obrigado.

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