Era bom que fosse assim tão simples. Já andavam todos mais contentes e, provavelmente, com grandes ressacas. E sem ponta de vírus. Mas eu até acho que o sacanita deve adorar uma boa jola. Eu gosto e também gosto de pensar que não sou nenhum vírus.

Agora mais a sério, a porra do COVID-19 veio embrulhar tudo, da saúde à economia, estamos todos a levar nas trombas. As melhoras tardam e ainda não há uma cura à vista. E o que podemos fazer? Para começar é seguir as instruções, lavar as mãos, usar o álcool-gel (o primeiro está nas cervejas, o segundo não pode estar!), manter ao máximo o distanciamento social, etc.

Mas, o mais importante é mesmo tentar ajudar a economia a sair do marasmo, sempre que isso estiver ao nosso alcance e tendo em conta as nossas posses.

Já por várias vezes, durante este nefasto período, tenho ido à 8ª Colina. Explico o porquê: a Homebook, onde eu estou muitas vezes, fica a cerca de 250 metros, em plena Avenida Duque de Loulé, Lisboa.

Eu gosto muito das cervejas deles. Mas também gosto da Dois Corvos, da Musa, e de muitas outras marcas de cerveja artesanal nacional. Rima e bebem-se bem. Muito bem! E há sempre uma variedade para cada gosto.

Portanto, na hora de matar a sede e de matar também os estragos que a merda do bicharoco tem feito aos pequenos e médios negócios, vamos lá consumir, apoiar e brindar!

E porque não há cerveja artesanal sem música, deixo aqui mais de uma hora e meia de um trio de jazz moderno: Alex Skolnick Trio. Mas há uma explicação que se impõe: o Alex Skolnick é mais conhecido como o guitarrista da banda de thrash metal, os Testament. É ouvir e descobrir as evidentes diferenças.

Drink and enjoy. Com moderação e distanciamento, ok?

O Alex Skolnick Trio em acção.
O thrash metal dos Testament.
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