Espaço, a última fronteira.

Sou um apaixonado pelo Espaço, pelo Universo, pelas galáxias, pelas estrelas, pelos planetas. Pelo desconhecido que se vai tornando conhecido. Somos mesmo pequenos, acreditem. Vejam este vídeo:

Sim, vai para além da nossa compreensão mas, felizmente, há quem estude aquilo que nos rodeia para lá do imaginável. Por isso fico siderado quando alguns acreditam na terra plana. Ou no criacionismo. Isso é que é assustador, não o Universo e a sua grandeza. Ou universos, segundo as últimas teorias:

Da próxima vez que olharem para as estrelas lembrem-se de uma coisa: há muito mais para além delas. Algo que, porventura, ainda não cabe na nossa imaginação.

Aproveito para dizer que o meu blog tem agora nos seus favoritos (outros blogs/sites) space.com, um site onde, para nos sentirmos menos perdidos, podemos ver e perceber muita coisa relacionada com o Universo. Sim, porque o Espaço é a nossa última fronteira.

 

 

Só falta a saia.

Um homem não veste saias. Bem, alguns vestem. É algo cultural e não é nada que me aflija. Antes pelo contrário. Estou a falar da tradição escocesa, das famosas saias aos quadrados, os kilts, com os seus famosos tartãs, cada um deles distintivo de um clã próprio. Se eu fosse um highlander era o que usava! Mas fazia batota: punha uns boxers para não ficar com a “fruta” completamente congelada.

Ok, podem ficar descansados. Não visto saias. Mas uso cachecóis. E gosto deles com padrões escoceses. Gosto tanto que até tenho 3, todos comprados nas lojas Cortefiel. É um para cada look. Sim, porque eu não visto nada ao acaso. Até posso ser casual mas tenho um estilo próprio, que eu já nem dou conta. A minha namorada dá! Ela ainda não me viu com um destes cachecóis das fotos interactivas (uma novidade no blog). Vai gostar. E o meu pescoço irá agradecer o quentinho que me dão nos dias frios.

 

In Vino Veritas.

 

 

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Para além da cerveja, também sou adepto do vinho. Mas com moderação. Aprendi com o mestre: o meu pai. Já teve uma loja de vinhos (Coisas do Arco do Vinho), que já não existe, mas que foi pioneira e um caso de sucesso na zona da Grande Lisboa. E agora tem um blog muito conceituado: enofilomilitante.blogspot.pt.

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Ainda hoje não sei muito bem como se chega à caracterização da complexidade do cheiro, do sabor, da textura. Mas sei apreciar, distinguir o bom do menos bom, tendo sempre como referência algo essencial: o meu gosto.

O vinho tem vida, é orgânico. Cada um tem a sua própria personalidade, os seus traços que se deverão provar em suaves golos, tal como no amor. Nada de fuçanguices! Isso é só para zurrapas ou vinhos tipo light, no tempo quente. E mesmo esses podem ter o seu quê de especial.

A minha região favorita? Douro. Vinhos poderosos, que se mastigam, algo selvagens mas que se deixam aveludar ao nosso palato. Mas deixo aqui uma lista de alguns dos melhores de 2017, de todo o país, pela revista Visão.

Por falar em vinhos, e olhando para o slideshow no topo deste post, está lá uma oferta do meu pai: Quinta da Leda Tinto 2011, da Casa Ferreirinha. Também está um Castello D’Alba Douro 2015, de Rui Roboredo Madeira Vinhos, uma opção em conta mas que acredito ser muito satisfatória.

Deixo para o fim, no referido slideshow, 2 vinhos de Jorge Leonardo (ex-colega de faculdade e actualmente produtor vinícola): Ignorante Dão Tinto Reserva 2014 e Grandalhão Tinto Dão 2013. Ambos foram produzidos pelo enólogo Rui Coutinho.

Ainda não os provei (aliás, ainda não provei nenhum dos 4), mas o Jorge Leonardo sofreu um sério revés: as suas vinhas foram devastados pelos terríveis incêndios de Outubro deste ano. A minha homenagem a ele e aos seus vinhos, para que possam de novo renascer das cinzas.

Saúde!

 

 

Cerveja que voa alto.

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Chama-se Dois Corvos. É artesanal. É cerveja. É uma criação da Susana Cascais e do Scott Steffens. É um sucesso.

Lembro-me de ter sido uma “cobaia” em casa dos 2, quando começaram a fazer cerveja artesanal em casa. “O que achas?”, “Gostas?”, perguntavam. Para mim (e outras pessoas) só havia 3 ou 4 marcas de cerveja e uma meia dúzia de variedades. A cerveja artesanal era uma completa novidade. Sei que por essa altura, de vez em quando, já bebia cervejas de trigo alemãs. A experiência com a Cristal de trigo tinha falhado. Acho que só eu e mais 2 ou 3 tipos é que a compravam.

Passados 1 ou 2 anos, as experiências caseiras do Scott e da Susana quiseram sair das 4 paredes (ok, são mais) do seu apartamento e, a pouco e pouco, a Dois Corvos ganhou corpo e já está um pouco por todo o lado.

Hoje têm uma fábrica na zona de Marvila/Beato, local onde também há um tap room. Aí provam-se todas as suas variedades de cervejas, algumas delas limitadas a edições especiais. É claro que também se pode comprar cerveja nas suas instalações. Ou trazer a favorita num growler, o que é muito conveniente, tal como mostra este vídeo:

Como apreciador de cerveja só posso agradecer à Dois Corvos e a outras marcas similares o facto de terem posto uma série de gente a olhar a cerveja com outros olhos. E a bebê-la com satisfação! Há para todos os gostos, tal como já referi num post anterior. É só experimentar. E, acreditam, vão pelo cliché do Fernando Pessoa: 1º estranha-se, depois entranha-se.

 

 

 

 

 

What else?

 

Com Nespresso mudei a minha forma de beber café. Antes de mais nada, deixei de pôr açúcar. Menos uma acha para uma hipotética e amarga diabetes. Depois criou-se uma espécie de ritual: a filinha para a máquina, depois de um almoço ou jantar em casa.

Durante alguns anos, em casa dos meus pais, ao fins de semana bebia-se café preparado num balão. Sejamos sinceros: era algo quase uma cerimonioso, a chama da lamparina, a água a ferver, o borbulhar de um café que até parecia artesanal.

Mas os tempos mudam. Acordamos um dia com a sensação de sermos mais sofisticados. E sexy! Sim, porque beber Nespresso acho que tem qualquer coisa de sensual. Deve estar relacionado com a sua comunicação: os homens querem ser o George Clooney, as mulheres querem ser seduzidas por ele, mesmo dando-lhe para trás. Vou lembrar:

Vai um cafezinho? Nespresso, what else.

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O Feminino em Pessoa.

 

A música é uma das minhas marcas. Desde miúdo. Não cheguei a aprender. Fui parvo.

Considero-me bastante ecléctico em termos musicais. Tanto oiço Keith Jarrett, como Dead Kennedys (agora muito raramente). Cheguei a ter cerca de 1000 CDs. Mas foram sempre poucos para a minha sede melómana.

Durante muito tempo preferi a parte estritamente musical às letras, mas hoje presto muito mais atenção às palavras, sejam em inglês, sejam em português.

O último concerto que vi foi no passado sábado (4 Novembro, 2017), na Casa da América Latina, que é um espaço a ter em conta, com exposições variadas e concertos intimistas, alguns deles à borla! A artista convidada foi a pianista e compositora brasileira Patrícia Lopes, que eu desconhecia. O que ouvi? Foi o concerto “O Feminino em Pessoa”, um espectáculo musical com base na poesia de Fernando Pessoa, composto por “um ciclo de sete canções, escritas para voz e ensemble, marcado pela leveza e a sofisticação de uma atmosfera que permite o diálogo melódico e harmónico, entrelaçado no tecido poético de Pessoa.”, palavras da Casa da América Latina, palavra que é verdade.

Agora apreciem a música e (lá está!) as palavras deste vídeo:

 

Massage in a bottle.

rituals óleo massagem

“I’ll send an SOS to the world”

Ok, este post não é sobre uma música dos Police. É sobre um óleo de massagem da Rituals: The Ritual Of Dao (a foto mostra). E porque é que estou a falar deste óleo? (Perguntam os excelentíssimos e ilustres leitores deste blog).

Sem entrar em pormenores potencialmente picantes e/ou escorregadios, há pouco tempo usei este óleo com propósitos terapêuticos e relaxantes em alguém muito especial. E porque espatifei um joelho numa queda que dei numa prova de btt, também o apliquei em mim.

Coragem, rapaziada! Para meu espanto, este óleo não é peganhento nem excessivamente viscoso. A pele absorve-o muito bem, o cheiro é discreto e suave, e não besunta os lençóis. Ah, tem uma porrada de ingredientes (ver INGREDIENTES na página do óleo).

Boys, querem ser uns queridos? Ofereçam este óleo às vossas namoradas/mulheres (ou namorados/maridos, para quem joga no mesmo campo). Vão amar! Serão devidamente recompensados por isso, acreditem.

E agora para uma experiência gratificante e inesquecível, aprendam alguma coisa com este vídeo:

Ah, a foto não foi inocente ao ter como fundo os guias Vinhos de Portugal, do João Paulo Martins. É que os meus posts fazem mais sentido quando usam todos os sentidos.

(Para mais sobre a Rituals, vejam também este post: https://marcadomem.com/2017/10/27/banzai-samurai/)