Have a nice trip.

Já coloquei neste blog alguns posts com variadas alusões musicais. Este vai por inteiro para uma obra-prima sonora: Pink Floyd – Live at Pompeii.

Quem conhece os meus gostos musicais sabe bem que fugi do prog rock como o diabo da cruz. Mas, o mais interessante, é que a minha viagem pelo mundo da música começou muito por aí.

Não é fácil de ver e ouvir mas, se estiverem no mood certo, não deixem de embarcar nesta viagem sonora e visual. Enjoy (tal como remato na minha página musical do facebook, BBC Jukebox).

O factor LX.

Reservatórios LX.

Todas as cidades têm o seu je ne sais quoi. Lisboa não é excepção. Aliás, Lisboa tem cada vez mais pontos de interesse e alguns até podem ser bem alternativos. A LX Factory é um desses sítios. Restauração, lojas variadas, uma livraria fantástica, empresas e também concertos, eventos e animação cultural, há de tudo um pouco neste espaço tão peculiar, e que para muitos é totalmente hipster.

Mas qual o seu passado? Não há nada como uma citação do tripadvisor:

É no ano de 1846 que a Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, um dos mais importantes complexos fabris de Lisboa, se instala em Alcântara. Esta área industrial de 23.000m2 foi nos anos subsequentes, ocupada pela Companhia Industrial de Portugal e Colónias, tipografia Anuário Comercial de Portugal e Gráfica Mirandela. Uma fracção de cidade que durante anos permaneceu escondida é agora devolvida à cidade na forma da LXFACTORY. Uma ilha criativa ocupada por empresas e profissionais da indústria também tem sido cenário de um diverso leque de acontecimentos nas áreas da moda, publicidade, comunicação, multimédia, arte, arquitectura, música, etc. gerando uma dinâmica que tem atraído inúmeros visitantes a re-descobrir esta zona de Alcântara. Em LXF, a cada passo vive-se o ambiente industrial. Uma fábrica de experiências onde se torna possível intervir, pensar, produzir, apresentar ideias e produtos num lugar que é de todos, para todos.

Hoje andei por lá. E sem ter muito a dizer, apenas tirei umas fotos e agora a preguiça natalícia e o cansaço do meu labor impedem-me de tecer mais considerações. Apenas reforço o título deste post: a LX Factory é um elemento essencial de uma equação chamada Lisboa.

Go there and have fun!

Caminho de ferro aéreo.

Orgulhosamente industrial.

E tomem lá vídeo:

Descobre as diferenças.

Gosto de me armar em detective. E, possivelmente, tenho algum jeito (passe a presunção). De qualquer das formas, este post é apenas um desafio: estas duas pessoas são a mesma? Não vou dizer quem são (ou é), nem dar mais detalhes. Tirem as vossas conclusões e enviem email para marcadomem@gmail.com

Obrigado.

E agora segue vídeo a condizer com a temática da espionagem:

Mergulha fundo na festa do Verão.

Com a cortesia de Smirnoff e dos dos dias quentes que já estão aí, eis a banda sonora para levar ao rubro as mais escaldantes noites de 2018. Enjoy!

E tomem lá disto, que é uma grande malha. Dos Snarky Puppy, uma banda de estalo:

Resmas de fotos.

Exemplos de fotos do meu instagram.

Exemplo de fotos do meu instagram.

1212. À data, este é o número de fotos minhas no instagram. Neste blog já assinalei as 1000 fotos.

Cada uma é a captura de um pequeno momento, de um minimalismo contido na sua essência (que lindo), um efémero piscar de olhos que deseja prolongar-se na eternidade (uau, isto está cada vez melhor). Enfim, são fotos minhas, tiradas com telemóveis, porra!

Arregalem os olhos e apreciem.

Obrigado.

 

A Paula mora em minha casa.

Azulejo. De Paula Rego

Azulejo assinado por Paula Rego. Produzido pela Ratton Cerâmicas.

Tenho um azulejo. Aliás, até tenho mais (na casa de banho, na cozinha…). Mas como este só tenho um. É assinado pela pintora Paula Rego. Para mim é das pintoras portuguesas (vivas) que mais aprecio (também não há muitas mais, pelo menos com projecção). A obra dela não é consensual: ou se ama ou se odeia.

Na grande maioria das suas obras — que contam histórias — há quase sempre uma pequena crueldade latente, um poder/submissão que nos pode trazer memórias de uma infância agridoce, pequenos contos que misturam o real com o surreal, retratos de um certo universo feminino.

Cada um de nós interpreta os seus quadros como quiser. Mas há sempre alguns fios condutores, tal como enunciei no parágrafo anterior.

Este azulejo foi uma oferta de uma empresa de comunicação onde trabalhei. Não compensa todas as chatices que por lá tive mas é uma recordação boa de um local menos agradável. É uma memória de tempos passados mas marcantes. Tal como as obras da Paula Rego.

E agora uma reportagem imperdível com Jorge Jesus a comentar a obra da pintora!