Astúrias em Algés.

Astúrias Café

Está-se bem no Astúrias Café.

Há espaços e espaços. E alguns podem estar mais perto do que se imagina. Quem está pelas bandas da Grande Lisboa tem de saber que o que não falta são espaços que vale a pena conhecer. O Astúrias Café, no Parque Anjos, em Algés, é exemplo disso.

Por agora não me vou alongar, mas é um sítio a viver. Sim, porque nos bons sítios mais do que se estar, vive-se. E isso pode fazer uma grande diferença.

Vai um sumo de frutos vermelhos? Sugestão minha, bebida no Astúrias Café.

Compal VItal Frutos Vermelhos

Não te sumas. Bebe um sumo Compal Vital Frutos Vermelhos.

Há coisas do diabo. E cervejas também.

Duvel, copo e garrafa

Tem 8,5% de teor alcoólico. Não há dúvida que é obra do diabo!

Será a cerveja Duvel obra do diabo? Por acaso, na Bélgica e na Holanda algumas marcas e variedades de cerveja eram produzidas por monges trapistas. Ok, com uma vocação diabólica, acreditem.

Sim, para quem não sabe, a palavra duvel (em dutch) quer dizer demónio. Quem não tiver cuidado, quando se bebe uma(s) cerveja(s) destas fica-se logo possuído pelo demo. Os 8,5% não são para anjinhos, mas vale a pena a tentação: é uma cerveja que tem uma frescura apreciável, mas com um peculiar toque amargo no final, que lhe confere uma aura mais infernal. Isso e a tal graduação alcoólica.

Têm medo do inferno? Bebam uma Duvel que isso passa. Vai uma à pressão?

Comer também pode ser French Arth.

O menu

O menu French Arth.

Oh lá lá, quem viu e quem vê a Rua de São Bento. Não é preciso ir o Parlamento submeter nenhuma lei à aprovação dos deputados para se perceber que também esta zona está com muito quorum de restauração e animação.

A nossa opção, depois de uma subida (com um gin no topo) ao The Garden Rooftop, ali para os lados de Santos, foi o French Arth.

É um sítio muito agradável e acolhedor, (boa música), com petiscos e comida de inspiração francesa. Fomos comedidos: optámos por uma (deliciosa) quiche de queijo (acho que, que a memória já me atraiçoa; deve ser do queijo) e um carpacio de polvo. Gostei de ambos mas a quiche ganhou por uma ligeira margem de apreciação (sem ter de ir a votos). A sobremesa foi um fondant au chocolat, com uma bola de gelado. Très bien! E a fechar as urnas (salvo seja!) bebemos duas ginjinhas, uma oferta do simpático dono (je crois).

Se vale a pena lá voltar? Mais oui, certainement! Bom apetite para vocês e à bientôt para nós.

E agora tomem lá um vídeo sobre comida francesa, apresentado por Gordon Ramsay:

Ora sintam lá isto.

Ultimamente não tenho tido muito tempo para escrever neste blog. É a vida: há sempre algo que fica para trás. Mas com algum esforço, sempre se arranjam uns minutos. A prosa vai ser curta e eu resumo de uma forma telegráfica: jantar de amigos e amigas num conhecido restaurante vegetariano lisboeta — Jardim dos Sentidos; boa comida, boa disposição e uma entrada vedada no Silk Club porque eu estava de calções! Não há pachorra para estes dress codes estapafúrdicos. Sinto que não terei nenhuma vontade de lá pôr os pés.

Tomem lá as (poucas) fotos, vão ao restaurante e, depois, bebam um copo num bar qualquer onde vos deixem entrar de calções. Até pode ser no Páginas Tantas. Tenho a sensação de que parou no tempo mas estão-se a borrifar para aquilo que trago vestido.

O melhor da noite? A amizade. Até breve, com um post mais extensamente amigável.

E agora sintam lá este vídeo:

Vai um cOPO?

Vai um cOPO?

OPO Wine Spritzer. Vai um cOPO?

Há poucos dias meti-me nos cOPOs. Isto é, fui ao lançamento do OPO, uma bebida à base de vinho branco com infusão de sumo de fruta fresca, extractos naturais e gás (sparkling é mais trendy).

O evento foi no fantástico Rooftop Bar&Lounge do Hotel Mundial, que realmente é um sítio espectacular. Música e gente gira a condizer (bolas, eu estava a destoar) muitos flûtes com gelo e duas variedade a provar (confesso que só bebi uma): Morango e Limão&Gengibre. Eu só bebi esta última, vá-se lá saber porquê.

OPO é uma bebida muito OPOrtuna para os dias quentes e de lazer, na Primavera e no Verão. Com muito gelo, olhares e insinuações marotas, está visto que é uma bebida com muito potencial para conquistar o pessoal jovem (pelo menos de cabeça) que anda numa onda descontraída mas chique e cosmopolita. Mas cuidado! OPO pode pôr a cabeça à roda. Tem 6 graus de teor alcoólico, por isso atenção às quantidades ingeridas. Se bem que uma coisa é certa: é uma óptima bebida para pôr os níveis de boa disposição no tOPO. Vai um cOPO?

OPO Morango e Gengibre&Limão

Morango e Limão&Gengibre. Assim é OPO.

E agora um vídeo de uma preparação de spritzer:

Em Setúbal ou vais de cana ou pões-te ao largo na Casa da Baía.

Até podes fazer tudo isso! Vais comer à Tasca do Xico da Cana, bebes tranquilamente um copo na Casa da Baía e depois ó-ó na Casa do Largo, a remodelada e moderna Pousada da Juventude de Setúbal.

Depois de um final de tarde bem passado na cidade onde até tenho raízes familiares (via minha avó materna), fomos primeiro aos comes. Em vez de entrarmos nos restaurantes da Avenida Luísa Todi (geralmente mais caros e concorridos), explorámos as ruazinhas interiores. Depois de alguma hesitação, a nossa escolha foi a Tasca do Xico da Cana. É um restaurante pequeno, com uma esplanada simpática. A comida é caseira e regional mas muito apetitosa. Destaco o excelente choco frito. Foi de comer e chocar por mais (brincadeira de redactor publicitário…).

A seguir impunha-se uma caminhada a pé pela bonita avenida com o nome da mais famosa cantora lírica da terra. Luísa Todi, evidentemente. De repente demos de caras com um belo edifício — outrora um convento — pintado de azul forte, com ar de ter sido remodelado há pouco tempo: a Casa da Baía. E o que é? No fundo é um centro de divulgação turística, com um restaurante, um bar num acolhedor e confortável pátio interior, com palco, e ainda uma loja. Em Setúbal, é obrigatório visitar!

Também é aconselhável conhecer a Pousada da Juventude de Setúbal, que dá pelo nome de Casa do Largo. Não dormi lá mas foi toda arranjadinha e tem um ar todo catita e modernaço. Ainda dei umas belas gargalhadas com uma suposta promoção (afinal o anúncio de um concerto). É olhar com atenção umas das fotos que pus em cima e perceber o porquê (principalmente se tiverem mentes maliciosas como a minha).

Como vêem, há óptimas razões para se ir a Setúbal. Aliás, como estava calor e não quis ficar a ver navios, ainda meti água (leia-se “dei um mergulho”) na praia do Parque Urbano de Albarquel.

Setúbal é como o mar: é ir e voltar!

Sempre a direito até às tortas de Azeitão.

Em Agosto gozei 5 dias de férias. Pareceram mais, tal como me disse um amigo. Mais vale pouco mas bons do que muitos e chochos. Os dias. De férias.

Num desses dias aproveitei para ir até Azeitão. Acho que nunca tinha lá parado, só mesmo de passagem. A minha doce guia levou-me até às tortas de Azeitão. “Vais comer as melhores”, garantiu-me. “É no Café S. Lourenço“.

O sítio não tem nada de especial, sem pontinha de charme, mas as tortas são boas, admito. A minha namorada explicou-me o porquê, mas confesso que não registei mas acho que tem a ver com o processo de fabrico e com a utilização dos ovos, sei lá bem, estava de férias, não registei tudo…

A vila é bonita e tem lojas e edifícios com muito charme, tal como a Casa Museu (com loja de vinhos) José Maria da Fonseca, só para fazer pirraças à Bacalhôa, que está às bordas da povoação, mas ninguém se chateia porque há lugar para as duas.

E às duas por três, num outro dia, rumámos a outras paragens. Deixo aqui uma foto de aperitivo:

E agora Azeitão em modo drone: