Sagres ou Super Bock?

Em dias de jogos de futebol, com transmissão televisiva, é mais do que hábito a rapaziada (homens e mulheres, note-se) trazer umas cervejas para com elas se vibrar com os golos ou afogar as mágoas de uma derrota.

Hoje será um desses dias, com Portugal a ter um jogo muito difícil contra o Uruguai. Agora a questão é muito simples: qual a cerveja que bebem? Sagres ou Super Bock?

Eu tenho uma preferência, mas não a vou divulgar, para já (se bem que cada vez mais as cervejas artesanais conquistam adeptos, eu incluído — aproveito para deixar aqui o link de mais um artigo referente à excelente Dois Corvos).

Por isso, lembro de novo o desafio (ao qual podem responder na página do facebook deste blog):

  1. Sagres
  2. Super Bock

Bebam com moderação mas apoiem sem restrições: FORÇA PORTUGAL!

E deixo aqui o delicioso filme que leva Portugal muito a peito:

Pedalar ou não pedalar, eis a questão…

Scott Spark 710 2015.jpg

Scott Spark 710 2105 no seu local favorito: Monsanto.

Desde Outubro que não faço uma das coisas que mais gosto: pedalar uma bicicleta de montanha (btt). As razões são simples: rebentei um joelho e passados 15 dias parti um cotovelo. Estive parado cerca de 6 meses (em 2016 também encostei as bicicletas durante 6 meses por ter partido um dedo, a praticar… btt). Regressei aos pedais há pouco mais de 1 mês mas há cerca de 3 semanas fiquei de novo no estaleiro. Culpados? A ciática!

Não estou disposto a castigar-me com o dilema do título deste post mas é bom que tenha mais cuidado porque eu não vou para mais novo e os meus ossos também não. Privar-me dessa liberdade seria um tormento físico e mental, para o qual ainda não estou mentalizado.

Enquanto não estou 100% recuperado da dor ciática para já só me resta caminhar, caminhar, caminhar (mas ainda dói!). Até lá vejo as críticas e os filmes sobre a minha bicicleta, tal como este:

Walk on the mild side.

Caminhar não é algo que exige muito. Isto se não tivermos nenhum impedimento de maior ou um problema de saúde. Mas quando metemos os pés aos passeios ou às calçadas gostamos de o fazer de uma forma descontraída e com estilo. E é aqui que se faz ao caminho um par de sapatilhas, por exemplo.

As que hoje mostro foram baratíssimas! Sei que as comprei há cerca de 10 anos (!), numa loja de desporto do Freeport, e que custaram 15€, se a memória não me atraiçoa. Estavam empilhados num cesto, juntamente com muitos outros. Acho que deveriam ser restos de colecção.

Estas sapatilhas são da Lotto, uma marca de desporto italiana que não tem grande expressão (pelo menos em Portugal). São muito leves, assentam que nem luvas e dão um caminhar rápido mas solto. Nada de os meter em caminhos de cabras! Nem eles nem os vossos pés iriam apreciar.

Walk on the mild side*? Com estes Lotto, certamente.

*Alusão à música “Walk on the wild side“, de Lou Reed.

Nem de propósito, eis a música, com uma letra que gerou (e ainda gera) controvérsia:

Heróis do mar.

No momento em que estou a escrever este post Portugal já entrou em campo (e está a ganhar 1-0). Sou português, não entro em filmes patrioteiros, mas sei que fico um bocado nervoso. O que é natural. Hoje até já tenho ali umas jolas e uns tremoços e acho que poderei brindar a mais um ou dois dos tugas. Força Portugal!

 

Ó Kappa.

Casaco fato de treino Kappa (pormenor)

Logótipo Kappa, em casaco de fato de treino.

“Ah, como é bom enfiar um casaco de fato de treino e ir correr ou dar uma caminhada. Ah, como é bom fazer desporto, que faz tão bem. Ah, como é bom vestir um equipamento de marca, que fica bem, dá estilo e ainda por cima ajuda a melhores prestações desportivas. Ah.., Porra, quando é que passa a p*** desta crise ciática, pois não me consigo mexer, nem dar 10 passos seguidos sem ter de parar para recuperar da dor!”

Desculpem o desabafo, mas é um facto que agora estou feito um desportista de sofá, dadas as circunstâncias expostas no parágrafo anterior. Mas continuo a acreditar que um dia destes, já sem o raio da ciática, irei vestir este casaco de fato de treino (uma oferta do meu pai) e dar umas belas caminhadas. Depois, como complemento ou não, poderei também vestir (ou neste caso despir) a marca paralela Oppa e divertir-me à brava com uma das melhores coisas da vida. Obrigado pela compreensão e também pelo atrevimento.

E agora um filme da Audi com a participação da Kappa:

Irmãos, irmãos, marcas à parte.

ADIDAS e PUMA.JPG

Lado a lado: ADIDAS e PUMA.

Era uma vez dois irmãos. Nos anos 20 do século XX, numa pequena cidade alemã, a partir da lavandaria da mãe, tinham uma empresa que fabricava sapatos. Adolph era o sossegado. Talentoso de mãos e com um bom gosto de design, era ele quem manufacturava os primeiros sapatos. Rudolph era o extrovertido, com mais olho e jeito para as vendas. Viviam todos juntos, as mulheres não se davam. E um dia, depois da segunda guerra mundial, zangaram-se.

E eis que cada um seguiu o seu caminho. Adolph Dassler (com o diminutivo de Adi) fundou a Adidas. Por deu lado, Rudolph Dassler fundou a Puma (que ainda se chamou Ruda, só para imitar o irmão mais novo). A rivalidade foi bem acesa, mas deu os seus frutos, pois ambas as empresas tornaram-se em dois gigantes do equipamento desportivo.

Hoje, cerca de 75 anos depois, estas duas marcas continuam a andar nos pés e nos corpos de muita gente. Eu tenho peças de ambas, no problem. Aliás, já falei neste blog de uns sapatos Puma. E tenho uns Adidas, que um dia mostrarei por aqui. E já agora, qual é a vossa favorita? Deixo aqui um filme para vos ajudar a decidir:

Short version in english:

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Light. É para rir ou para chorar?

a vaca que ri light

A Vaca que ri  light, em triângulos de baixas calorias, para não ficarmos redondos.

Fazemos como a vaquinha? Rimos? Ou, pelo contrário, choramos? Provavelmente nem uma coisa nem outra. Há alimentos light que podem e devem ser considerados, outros nem por isso. Não, não sou eu que digo. Não sou nutricionista, nem nada parecido. É claro que tenho cuidado com a minha alimentação, e esse cuidado tem sido maior por duas razões: saúde e desporto (uma bela combinação).

Então vamos lá ser didácticos e ver como isto é de uma forma muito resumida e light, como convém com o teor deste post (segundo o livro Os Mitos Que Comemos, do nutricionista Pedro Carvalho, citado no artigo de Luísa Oliveira, jornalista da Visão):

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