Só falta a saia.

Um homem não veste saias. Bem, alguns vestem. É algo cultural e não é nada que me aflija. Antes pelo contrário. Estou a falar da tradição escocesa, das famosas saias aos quadrados, os kilts, com os seus famosos tartãs, cada um deles distintivo de um clã próprio. Se eu fosse um highlander era o que usava! Mas fazia batota: punha uns boxers para não ficar com a “fruta” completamente congelada.

Ok, podem ficar descansados. Não visto saias. Mas uso cachecóis. E gosto deles com padrões escoceses. Gosto tanto que até tenho 3, todos comprados nas lojas Cortefiel. É um para cada look. Sim, porque eu não visto nada ao acaso. Até posso ser casual mas tenho um estilo próprio, que eu já nem dou conta. A minha namorada dá! Ela ainda não me viu com um destes cachecóis das fotos interactivas (uma novidade no blog). Vai gostar. E o meu pescoço irá agradecer o quentinho que me dão nos dias frios.

 

Massage in a bottle.

rituals óleo massagem

“I’ll send an SOS to the world”

Ok, este post não é sobre uma música dos Police. É sobre um óleo de massagem da Rituals: The Ritual Of Dao (a foto mostra). E porque é que estou a falar deste óleo? (Perguntam os excelentíssimos e ilustres leitores deste blog).

Sem entrar em pormenores potencialmente picantes e/ou escorregadios, há pouco tempo usei este óleo com propósitos terapêuticos e relaxantes em alguém muito especial. E porque espatifei um joelho numa queda que dei numa prova de btt, também o apliquei em mim.

Coragem, rapaziada! Para meu espanto, este óleo não é peganhento nem excessivamente viscoso. A pele absorve-o muito bem, o cheiro é discreto e suave, e não besunta os lençóis. Ah, tem uma porrada de ingredientes (ver INGREDIENTES na página do óleo).

Boys, querem ser uns queridos? Ofereçam este óleo às vossas namoradas/mulheres (ou namorados/maridos, para quem joga no mesmo campo). Vão amar! Serão devidamente recompensados por isso, acreditem.

E agora para uma experiência gratificante e inesquecível, aprendam alguma coisa com este vídeo:

Ah, a foto não foi inocente ao ter como fundo os guias Vinhos de Portugal, do João Paulo Martins. É que os meus posts fazem mais sentido quando usam todos os sentidos.

(Para mais sobre a Rituals, vejam também este post: https://marcadomem.com/2017/10/27/banzai-samurai/)

 

Under where?

 

Quando o que está escondido não se vê, a mente humana faz uma coisa fantástica: imagina. Mas vamos ao que interessa neste post: a roupa interior masculina, mais concretamente a parte de baixo.

Vou já levantar o véu: eu uso boxers. Mas os justos. Aqueles mais largos são desconfortáveis: a “fruta” fica amassada e está toda mais “solta”. Para mim não dá. E depois há uns que abusam das bonecadas e dos desenhos infantis, se bem que é bom ter sentido de humor. Principalmente nas partes ditas “baixas”.

Eu compro barato. Mas é confortável, funcional e até tem um toque divertido. A minha underwear é Springfield, DIM e Uomo Underwear. Mas, convenhamos, está tudo muito bem escondido e agora digam lá se conseguem decorar os nomes das marcas na hora de uma urgência amorosa? Conseguem uma ova!

Have fun…

(produção fotográfica com recurso a uma peça de cristal – acho eu – que pesa como os cornos, mas deu um efeito engraçado)

Banzai Samurai!

Samurai2Para mim fazer a barba é algo sempre lixado. É simples: lixa-me a cara! Durante anos e anos experimentei vários after-shaves mas, nessa altura, quase todos eles eram à base de álcool, o que era mau. Depois começaram a aparecer os géis (ou geles) de barbear e cremes hidratantes sem álcool. Menos mal. Mas a pele da minha cara continuava mal-tratada e infeliz. E eu lixado.

Até que um dia… (música de revelação a condizer)

… apareceu Samurai Magic Shave, da Rituals, um creme à base de manjericão e de ginseng, que foi capaz de aplacar o fogo na minha cara, ao mesmo tempo que a hidratava. Mas o mais interessante é que Samurai Magic Shave é 2 em 1: serve para barbear e de seguida hidratar.

Não é banha da cobra, e nem sequer se cobra muito por ele. A minha pele agradece.

BANZAI!

 

2much Swatch?

 

Quem vê caras não vê corações. Ou, por outras palavras, nunca se deve julgar um livro pela sua capa. Mas há pormenores que nos distinguem uns dos outros. Que nos atraem ou nos repelem. A forma de falar, o jeito do cabelo, a roupa que se veste. Ou até os relógios que se usam. É acessório? É, mas não é forçosamente fútil ou despropositado. Por vezes é um statement, uma afirmação de diferença pessoal: “Não há mais ninguém como eu!”. Mas também somos camaleões, adaptáveis, pavões multifacetados, semáforos em contínuo pisca-pisca de visualização: “Olhem para mim!”.

E o que tem isto a ver com querermos ser notados e amados e uns relógios de plástico? Tudo e nada. Não quero ser julgado (apenas) pelo que uso mas sei que o que uso me pode destacar como individualidade. Confusos?

Isto está relacionado com o facto de ter desencantado os meus velhinhos relógios Swatch. Coitados, já não funcionam. Ou as pilhas morreram. Ou as duas coisas.

Numa certa altura da minha vida usei uma carrada deles. Eu e a pessoa com quem vivia. Hoje estão todos comigo. Recordam-me quem eu já fui. Sim, são de plástico, um reflexo dos sinais dos tempos. Relógios, apenas. Mas que deram cor ao pulso e também à alma. Nem que fosse por breves segundos.

Tic-tac, tic-tac…

(Mais uma produção fotográfica minha, que envolveu uma saladeira/fruteira da Loja do Gato Preto, pintada à mão, e meia dúzia de tomates, comprados no Continente)

 

 

 

 

Vestir a camisa.

5camisas1

Vestir a camisola ou a camisa não é bem a mesma coisa. A camisola ajusta-se ao corpo como uma segunda pele. Já a camisa é mais renitente nesse aspecto mas é mais elegante. E o facto de ter botões possibilita um frenesim maior quando alguém, com a nossa devida autorização, os desaperta.

A maior irritação é que depois de serem lavadas têm de ser passadas a ferro. E isso é das poucas coisa que eu não sei fazer. Nem nunca tentei! Lavo a loiça, limpo o pó, aspiro a casa, lavo e estendo a roupa e até desinfecto a casa de banho de alto a baixo, mas passar a ferro é que não.

Visto mais camisas no Inverno do que no Verão. E actualmente as minhas camisas até são mais “betinhas”. Mas tenho outras que não. Mostro algumas dessas aqui. Duas Springfield, uma Cortefiel, uma Sisley e um exemplar Moschino! Ui, tanto metrossexualismo junto. Mas é só quando o rei faz anos (prefiro a rainha).

Vestir camisas? Sim. Mas é melhor haver quem as saiba despir bem…

 

 

 

Olha a pata, pá!

fred perry shoes.jpgJá é o 3º post em que falo de sapatos. Há uma razão de ser: o estilo tem de ter bons alicerces, devendo começar de baixo para cima. É a mesma coisa com um automóvel. Sem pneus não vai a lado nenhum e o estilo fica na sarjeta. Não há volta a dar. 

Mas só estilo não chega. Tem de haver funcionalidade e conforto. Sem isso não se dão passos seguros. É por isso que gosto destas sapatilhas. São Fred Perry, uma conhecida marca de artigos desportivos e casual wear (que fino!), com raízes no mundo do ténis, e que se distingue pelo célebre logotipo da coroa de louros.

Comprei-as em Chaves, há 3 ou 4 anos, não sei bem precisar. Sei que estavam com um desconto superior a 25%. Já as meias são da Springfield. É uma marca espanhola, com um monte de lojas espalhadas principalmente pelos principais centros comerciais lusos.

As meias são às riscas. Com aquelas calças aos quadrados fica-se com um ar bem cool, já a puxar para o dandy. Não sei qual é a marca, nem onde as comprei, mas o conjunto dá estilo. E apetece dizer aos mais incautos, que têm a mania de se meterem no nosso caminho: “Olha a pata, pá, não me pises!”.