Vai um cOPO?

Vai um cOPO?

OPO Wine Spritzer. Vai um cOPO?

Há poucos dias meti-me nos cOPOs. Isto é, fui ao lançamento do OPO, uma bebida à base de vinho branco com infusão de sumo de fruta fresca, extractos naturais e gás (sparkling é mais trendy).

O evento foi no fantástico Rooftop Bar&Lounge do Hotel Mundial, que realmente é um sítio espectacular. Música e gente gira a condizer (bolas, eu estava a destoar) muitos flûtes com gelo e duas variedade a provar (confesso que só bebi uma): Morango e Limão&Gengibre. Eu só bebi esta última, vá-se lá saber porquê.

OPO é uma bebida muito OPOrtuna para os dias quentes e de lazer, na Primavera e no Verão. Com muito gelo, olhares e insinuações marotas, está visto que é uma bebida com muito potencial para conquistar o pessoal jovem (pelo menos de cabeça) que anda numa onda descontraída mas chique e cosmopolita. Mas cuidado! OPO pode pôr a cabeça à roda. Tem 6 graus de teor alcoólico, por isso atenção às quantidades ingeridas. Se bem que uma coisa é certa: é uma óptima bebida para pôr os níveis de boa disposição no tOPO. Vai um cOPO?

OPO Morango e Gengibre&Limão

Morango e Limão&Gengibre. Assim é OPO.

E agora um vídeo de uma preparação de spritzer:

Irmãos, irmãos, marcas à parte.

ADIDAS e PUMA.JPG

Lado a lado: ADIDAS e PUMA.

Era uma vez dois irmãos. Nos anos 20 do século XX, numa pequena cidade alemã, a partir da lavandaria da mãe, tinham uma empresa que fabricava sapatos. Adolph era o sossegado. Talentoso de mãos e com um bom gosto de design, era ele quem manufacturava os primeiros sapatos. Rudolph era o extrovertido, com mais olho e jeito para as vendas. Viviam todos juntos, as mulheres não se davam. E um dia, depois da segunda guerra mundial, zangaram-se.

E eis que cada um seguiu o seu caminho. Adolph Dassler (com o diminutivo de Adi) fundou a Adidas. Por deu lado, Rudolph Dassler fundou a Puma (que ainda se chamou Ruda, só para imitar o irmão mais novo). A rivalidade foi bem acesa, mas deu os seus frutos, pois ambas as empresas tornaram-se em dois gigantes do equipamento desportivo.

Hoje, cerca de 75 anos depois, estas duas marcas continuam a andar nos pés e nos corpos de muita gente. Eu tenho peças de ambas, no problem. Aliás, já falei neste blog de uns sapatos Puma. E tenho uns Adidas, que um dia mostrarei por aqui. E já agora, qual é a vossa favorita? Deixo aqui um filme para vos ajudar a decidir:

Short version in english:

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Cheira bem.

Isto de se ser um homem cheiroso tem muito que lhe diga. Ou, neste caso, tem muito que se lhe cheire. Sim, porque com um gajo a cena não é tomar um banho e fazer a barba e já está. Ok, até pode ser mas muito de nós já vão um pouco mais além.

Comecemos pelo banho. Tenho a impressão que os sabonetes já caíram em desuso. Agora é tudo corrido (e lavado) a gel de banho. Uns já são muito hidratantes mas, talvez por isso, parece que estamos sempre ensaboados mesmo depois de termos despejado litros e litros de água por nós abaixo. Os recursos hídricos ficam a perder, a factura da água fica a ganhar. É mau…

Depois do banho dizem as regras das peles suaves e macias que se deve usar um creme hidratante. Eu, assumo, sou um bocado adverso a isso. Fico sempre com a sensação de que vou deixar a roupa toda peganhenta. Raramente ponho. Deixo-me ficar por um creme de rosto (e corpo) mas só ponho na cara, o que já não é nada mau (já falei dele neste post).

Hoje não vou falar da barba. Já falei disso aqui. Passo directamente para a secção de perfumaria. E o que é que vamos encontrar nela? Bem, só posso falar por mim, mas este rapaz gosta sempre de andar bem cheiroso, isso é garantido!

Nas fotos mostro o que neste momento tenho em cá por casa. De Issey Miyake, são logo dois produtos: o Sport (quase a acabar e acho que já não se faz, com pena minha) e o L’Eau D’Issey Pour Homme (eau de toilette a estrear). São um must! (isto fica mais fino com estes estrangeirismos…). Depois vem um frasco (vazio) de L’Homme, de Yves Saint Laurent. Não fiquei fã, confesso. Mas foi uma oferta e a cavalo dado não se olha os dentes. Por fim vem um perfume de amor (um dia explico). É o Nike Man, e é óptimo para o dia a dia. É só sprayar e andar! (peço desculpa, mas não consegui encontrar um link, o que é estranho).

Ok, querem a história do perfume? Cliquem na bolinha vermelha da foto em cima e terão uma informação muito bem perfumada.

E agora um vídeo sobre as diferenças entre os cheirinhos para elas e os cheirinhos para eles:

Óculos que fazem bem à vista.

Para mim usar óculos escuros é muito mais do que uma atitude de vaidade. É uma necessidade. Tenho os olhos claros, a luz incomoda-me, apesar de gostar muito de a usufruir. É por isso que tenho de andar sempre armado de óculos escuros. E aqui entra a vaidade, assumo. Ao longo dos anos tenho comprado alguns óculos e eles têm ficado comigo. Uso-os quase todos, cada um deles consoante a intensidade do brilho solar. Mas eis que o meu estilo e a sua vaidade inerente ditam as suas leis: muitas vezes escolho um par de óculos para casar com a indumentária que visto. Chamem-me cagarolas. No problem. Se é para fazer bem à vista, que faça bem à minha e também à de quem põe os olhos em mim. É uma questão de boa visão e ainda melhor visibilidade.

Eis as marcas dos pares de óculos deste post: Ray-Ban, Giorgio Armani, Dolce&Gabanna, Pouilloux Vuarnet e Chilli Beans.

E agora um vídeo que o Movie Creator do meu Sony Xperia teve a gentileza de preparar e editar:

Short version in english:

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Faça chuva, faça sol, caminha!

À partida, as condições meteorológicas podem condicionar, e muito, a nossa vontade em fazer exercício ao ar livre. Pela minha constatação empírica, os portugueses mal sentem umas pinguitas de chuva arranjam logo um bom par de desculpas para não darem corda aos sapatos, optando por ficarem especados em frente à TV.

É claro que se estiver a chover a potes, ou se houver um tornado nas redondezas (algo que já não é assim tão descabido), aí não aconselho ninguém em aventurar-se na imensidão do outdoor. Mas vamos acreditar que somos capazes de vencer a preguiça. Se estiver frio, não vamos em tronco nu (apesar de haver muito boa rapaziada que gosta de correr assim). Da mesma forma, se estiver a chover, temos de ir preparados para não meter (muita) água.

Refiro que tenho um princípio basilar na minha forma de vestir: adaptar-me sempre às condições meteorológicas. Por exemplo, sou incapaz de calçar uns ténis de camurça num dia de chuva. Ou vestir um casaco que ensopa. Para mim não há nada mais estranho do que ver um montão de pessoal de ténis num dia de intempérie. Ou ver uma senhora de salto alto a caminhar numa calçada molhada. A vaidade é uma coisa lixada: para parecer bem, vestimos mal. Ok, mal é capaz de ser forte mas é a mesma coisa do que ir à caça grossa com uma fisga (é um exemplo exagerado, eu sei).

Eu que ando por montes e vales (via btt) ou me atiro às ondas do mar (via bodyboard), tenho equipamento adequado para esse tipo de actividades (é ver o que já escrevi aqui e aqui). Sendo assim, porque raio não farei o mesmo quando caminho à chuva ou ao sol? Só 3 exemplos: para a chuva pode ser um impermeável Aigle. Para o sol (e para o btt) uns óculos Sunwise. E para a tola, quando faz chuva e frio ao mesmo tempo, porque não um baseball cap Dockers?

E o que é isso da caminha no título deste post? Só tem duas interpretações, bem longe da caminha de dormir e de outras actividades. Aqui vão elas:

A propósito, aqui vai uma sugestão de caminhada:

Very, very, very short version in english:

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Camisas de forças ocultas.

“Não julgues um livro pela sua capa”. Esta é uma grande máxima. Ou, como também se diz, “Quem vê caras, não vê corações”. Mas depois há máximas que remetem estas acepções ao mínimo senso comum. Eis uma muito conhecida: “Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”. Posso transportar isso para a roupa: “Diz-me quem vestes, dir-te-ei quem és”.

Ora aqui está uma bela mentira! Ok, uma meia verdade, pelo menos. Posso dar o meu exemplo, que vale o que vale.

No Verão, sempre que posso, visto calções, t-shirts ou camisas vistosas, e calço sandálias ou ténis frescos. O que diz isso de mim? Bem, tirem as conclusões por estas camisas. No Inverno tendo a ser mais formal, principalmente nestes últimos anos (sinal de mais idade?, com pullovers mais betinhos e camisas a condizer, tal como as que mostro nas fotos.

(camisas Peter Murray, Cortefiel e Springfield)

Volto ao início: o que é que isso diz de mim? Que sou contraído e formal? Que gosto de ter uma boa aparência? Que me preocupo com o que os outros pensam com o que visto? Que procuro transmitir confiança e credibilidade? E como se reflecte isso nos meus gostos musicais, literários e outros? Se vos disser que gosto de música alternativa, acham que a roupa que visto casa com essa tendência? Ou se vos disser que sou agnóstico e nada dado ao criacionismo, acham que eu deveria vestir outro tipo de farpela?

Haverá forças ocultas que se escondem por trás de uma forma de vestir?

Deixo à vossa consideração as seguintes hipóteses:

  1. Visto t-shirts com caveiras. Serei metaleiro ou simplesmente trabalho em ortopedia?
  2. Visto camisas com flores. Sou jardineiro? Trabalho num horto? Trabalho numa agência funerária mas nas minhas folgas só quero esquecer o preto e o cinzento?
  3. Visto calções com motivos de camuflagem militar. Sou do exército? Trabalho num jardim infantil? Sou guarda florestal? Ou sou antes um palerma de uma ideologia extremista?
  4. Visto saias aos quadrados. Sou escocês? Sou transgénero? Sou excêntrico? Dormi em casa da minha namorada e, não sei como, rasguei as calças e só uma saia é que me serve?

Ok, tirem as vossas conclusões…

Vintage em grande.

Marvila é o bairro da moda (como já devem ter percebido pelos meus posts). Ou, pelo menos, está em grande transformação. Há cervejeiras artesanais em barda, restaurantes para degustar, galerias de arte, lojas com muito potencial para adquirir e muito mais. Por exemplo, continuam a existir grandes armazéns abandonados. Mas também há boas ideias para eles.

Assim, um dia destes, durante as minhas deambulações por Marvila, entrei num destes pavilhões imensos. O meu espanto transmutou-se (estranha forma verbal, confessem…) numa variada colecção vintage de mobiliário, arte, iluminação de interiores, letreiros luminosos, roupa, etc.

Sem saber, tinha acabado de aterrar nos resquícios da Collectors Marvila, organizada pelo Vintage Department, na Rua Pereira Henriques.

Realmente, é tudo vintage, que actualmente é um pouco o new chic trendy (a denominação é irritante, eu sei), mas com muitas coisas que valem a pena ver e comprar, num espaço de uma beleza decadente, como é usual neste tipo armazéns.

E agora vamos a um vídeo?

In english, please:

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