O forno de um homem só.

É muito simples: é um microondas. Um gajo chega a casa. Está vazia. Há comida no frigorífico, ou então vai mesmo uma refeição saída do congelador. E para onde vão esses acepipes? Para o microondas! Mas, rapazes, não fiquem tristes como uns cãezinhos abandonados. As mulheres fazem o mesmo! Ou então sacam do frigorífico um gelado ou um iogurte e lá vai disto. Ok, podem ser mais inteligentes e até comem uma sopa. Mas onde a aquecem? No microondas, obviamente!

Ok, o microondas para nós (gajos) está como a Bimby para as mulheres. É rápido, não dá grandes chatices, nem requisitos de grande chef, e toma lá que já almoçaste (ou jantaste).

Se eu tenho micoondas? Que pergunta idiota! É um Samsung, é forrado a cerâmica e porta-se bem na descongelação e no aquecimento. O que é que se quer mais? Só de for uma RealDoll à sobremesa, mas isso é para quem uma relação de carne e osso já não aquece nem arrefece. Mas pode ser mais fiável. Tal como um microondas.

Bons apetites! E já agora espantem-se (ou não) com estas bonecas…

 

Play it cool.

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Olga de Mar a dar um alternativo mas correcto uso à Pepsi. Foto tórrida e magnífica de Ana Sousa Dias.

Há ícones incontornáveis. A Playboy é um deles. Assumo que nunca fui um grande consumidor da revista mas obviamente que já dei comigo a olhar para as “garotas” com um olhar no mínimo guloso (isso no século passado, literalmente).

Ok, as mulheres fotografadas podem ser vistas como objectos, para deleite de um tipo que vestia um roupão. Ou para todos os outros tipos que não vestem roupão, pouco importa. Mas há uma ténue fronteira entre puro vouyerismo e arte. Por exemplo, as fotos da portuguesa Ana Sousa Dias têm enchido as capas e as páginas da Playboy. Ela tira fotos fantásticas! A que eu mosto hoje vai para além de quente: é ousada, provocadora, está muito bem fotografada, é terrivelmente sexy e está nos limites do bom gosto (eu gosto!). Para além disso, na minha opinião confere bastante empowerment ao sexo feminino, algo que muitas mulheres irão discordar e torcer o nariz.

Pronto, rapazes, sejam cool e portem-se bem. Raparigas, inspirem-se e sejam ainda mais sensuais. Não faz mal nenhum! Ficamos todos a ganhar.

O som do prazer…

No que toca ao prazer, o mercado dos sentidos tem sempre novidades para mostrar. Eu desconhecia esta (como se eu fosse um expert nesta matéria). Dei com ela porque andei a pesquisar algo que pudesse apimentar o meu blog. Mas algo com utilidade e sentido. E este “brinquedo” foi música para os meus ouvidos. A marca é a LELO mas acho que não se vende nas feiras (só se for nas feiras para adultos). O modelo é o SONA, e é um massajador sónico clitoriano. Epá, o que é isso? Simples. É só ler os links e pronto! Ah, e há um modelo ainda mais sofisticado: o SONA Cruise. Se isto não é música para os vossos ouvidos, então eu acho que vocês são tudo menos melómanos.

Que a surdez não vos toque na hora da sinfonia do amor e do sexo. Com ajuda do maestro LELO provavelmente haverá muitas melodias para vos levar até às estrelas…

BIS, BRAVO, BIS!

E tomem lá outro filme:

PS: não experimentei este produto nem conheço ninguém que o tenha experimentado.

O sexo vende?

1872

Tira de banda desenhada de Daniel M.T. (DMT), a.k.a. O Criador.

Esta pergunta pode render muito dinheiro. Quase tanto como vale o sexo na nossa sociedade. Mas não estará sobrevalorizado? Explícito ou implícito, uma coisa é certa: capta a atenção. E abre muitos cordões de muitas bolsas. O sexo não vende apenas. Também compra. E muito. Mas chega de paleio e vamos passar à acção. Tomem lá 2 vídeos onde o sexo e a atracção estão presentes, tendo como protagonista uma marca bem conhecida (que eu nunca usei…).

Vê o decote.

Tenho uma série de pullovers com decote em V. Dizem que são um bocado à betinho mas não quero saber. São bons para o Inverno, para usar com camisas ou com pólos. Que também são à betinho. O que vale é que sou muito polivalente e ecléctico a vestir. Ok, já não visto nada com caveiras (mas acho que nunca vesti) mas quase sempre ando vestido casualmente, misturando o moderno com o clássico prático.

Cada pullover sua cor. Tenho outros, mas sem o decote em V. Tentei ver qual a origem deste decote mas o que encontrei remete para o erótico feminino. Interessante, não estava nada à espera disso. Pelo menos não conto com essa faceta lúbrica quando visto um pullover deste tipo. Ou de qualquer outro tipo.

Um pullover em V combina com calças de ganga, de veludo, aos quadrados, às ricas (isto se forem pullovers lisos). E vestem-se bem com blazers, parkas, casacos de cabedal ou blusões de ganga. Estão sempre à mão de semear, e se forem de tecidos mais frescos também se vestem na Primavera ou nas noites mais frescas de Verão.

Como se vê, são peças de roupa muito versáteis. Ideais mesmo para quem tem pouca pachorra de se vestir com mais cuidado. É tirar da gaveta e já está!

(fotografia com pullovers Springfield, Dustin (uma marca do El Corte Inglés) e ainda Pedro del Hierro)

Se eu não gostar de mim…

 

 

Como é que uma mulher gosta de se sentir com a sua roupa íntima? E como gosta de se ver? E como gosta que alguém especial a veja? E o homem será assim tão básico? Como gosta ele de ver a mulher quando ela fica especial para ele?

São tudo perguntas simples mas as respostas podem ser complexas e variadas. Antes de mais nada há um paradigma em mudança: as mulheres já não estão tão ansiosas para agradarem em primeiro lugar aos homens. Primeiro querem agradar-se (ver o vídeo já a seguir). Depois vem o resto. Os homens.

Mas os homens não querem ser o resto, não se querem sentir confusos na sua masculinidade. Ok, muitos já sabem que o paradigma mudou e tentam novos caminhos. Sim, porque as mulheres vestem a pele do empowerment. E ainda bem para nós, rapazes! Se as mulheres estão a vestir uma nova pele, também nós temos de mudar as nossas vestimentas antiquadas e não adequadas aos novos tempos. É que no fim (mas nunca há fim) todos ficam a ganhar.

Vamos ao sexo (resulta sempre). Antes de mais nada, principalmente depois de uma certa idade, o sexo começa na cabeça: prefere-se muito mais a inteligência, o humor, a curiosidade. Obviamente que há sempre a parte física. É inegável. Mas poderá não ser o foco principal. Aliás, percebe-se que um homem não cresceu (ou regrediu) quando, depois de uma separação ou divórcio, recomeça a ir às discotecas e tenta a sua sorte com miúdas que têm a idade das suas filhas ou sobrinhas.

Ok, mas o que dizer das mulheres de uma certa idade que começam a namorar homens mais novos? Eu posso ter a minha interpretação mas gostaria de ter um feedback mais concreto. Para já, há homens mais novos que associam as mulheres mais velhas a sexo melhor e mais desinibido, sem tabus. E, provavelmente, as mulheres sentem-se umas semi-deusas quando se entregam aos novatos porque estes irão elogiar os seus atributos, mais do que os homens mais velhos deveriam fazer. Mas são conjecturas.

Depois, há sempre preconceitos e ideias feitas. Por exemplo, um desafio que me foi sugerido: gajos, gostam de ver mais uma mulher com lingerie ou enfiada nuns boxers vossos? Vá, sejam sinceros nas vossas respostas. Eu dou uma ajuda com duas imagens (ok, é capaz de não ter sido uma grande ajuda):

 

E voltamos ao paradigma. Àquilo que está a mudar. Lentamente. Mas está a mudar. As mulheres estão a amar-se mais! Homens, como podemos nós reagir (e agir) a esta mudança? Bem, acho que a resposta é simples: amem-se também a vós próprios, mas sem soberba e de mente mais aberta. Tenho a certeza de que serão gratificados com o amor de uma mulher mais segura e consciente do poder e de uma beleza muita própria, que irão adorar.

Massage in a bottle.

rituals óleo massagem“I’ll send an SOS to the world”

Ok, este post não é sobre uma música dos Police. É sobre um óleo de massagem da Rituals: The Ritual Of Dao (a foto mostra). E porque é que estou a falar deste óleo? (Perguntam os excelentíssimos e ilustres leitores deste blog).

Sem entrar em pormenores potencialmente picantes e/ou escorregadios, há pouco tempo usei este óleo com propósitos terapêuticos e relaxantes em alguém muito especial. E porque espatifei um joelho numa queda que dei numa prova de btt, também o apliquei em mim.

Coragem, rapaziada! Para meu espanto, este óleo não é peganhento nem excessivamente viscoso. A pele absorve-o muito bem, o cheiro é discreto e suave, e não besunta os lençóis. Ah, tem uma porrada de ingredientes (ver INGREDIENTES na página do óleo).

Boys, querem ser uns queridos? Ofereçam este óleo às vossas namoradas/mulheres (ou namorados/maridos, para quem joga no mesmo campo). Vão amar! Serão devidamente recompensados por isso, acreditem.

E agora para uma experiência gratificante e inesquecível, aprendam alguma coisa com este vídeo:

Ah, a foto não foi inocente ao ter como fundo os guias Vinhos de Portugal, do João Paulo Martins. É que os meus posts fazem mais sentido quando usam todos os sentidos.

(Para mais sobre a Rituals, vejam também este post: https://marcadomem.com/2017/10/27/banzai-samurai/)