Vamos mergulhar num molho gostoso.

Faço umas “coisas” na cozinha. Desenrasco-me. Ok, vamos ser justos: até faço algumas receitas interessantes e saborosas. Para além disso, cozinhar é relaxar, se bem que não gosto de fazer nada só para mim.

Hoje não vou dar grandes dicas. Vou apenas apresentar um molho (é mais fino e correcto dizer dip). É muito simples. O que preciso?

  1. Uma embalagem de sopa instantânea de cebola (Knorr, Maggi, Continente, ou outra marca qualquer);
  2. Uma embalagem de creme de ervas finas Philadelphia;
  3. Seis iogurtes naturais (qualquer marca serve – a receita original é com quatro iogurtes mas assim acho que fica um pouco salgado).

Mistura-se tudo muito bem misturado num recipiente. Depois é levar ao frigorífico por um mínimo de 3 ou 4 horas. Serve para comer com aipo, cenoura, tomate, pepino, etc. Também dá um bom dressing (outro sinónimo fino de molho) para saladas e afins.

Pão, tomate, aipo e o tal molho

Pão, tomate, aipo e o tal molho.

Rapaziada, impressionem as vossas “meninas” (ou “meninos”, sei lá eu). É muito fácil fazer este delicioso molho.

Eis um vídeo com uma receita similar (mas com uma voz mais irritante do que a minha):

In english:

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Que lindo serviço…

É a segunda vez (pelo menos) que falo de pratos e de serviços de louça neste blog. Num blog de gajo isto pode parecer estranho, mas não é. Pelo que me lembro, este serviço foi-me oferecido pelos meus pais (mais concretamente pela minha mãe), ainda vivia eu sozinho. Agora vivo de novo só mas este serviço continua comigo. Está gasto, muito usado, mas é óptimo para o dia-a-dia. Diz que é da China, mas acho que não. É da marca Lynns mas tentem descobrir no site se é norte-americano ou não. Fiquei com dúvidas.

Nas fotos mostro um bule e mais duas “coisas” (não sei o nome correcto) para o chá. Acho que em cerca de 30 anos só usei o bule uma vez e foi há pouco tempo. Até que gosto de chá mas ainda não está inculcado em mim o ritual da cena… Tenho uma ou duas amigas que adoram isso, e a minha namorada também gosta. É algo que tenho de encarnar no próximo Inverno, o ritual do chá, mas sem “gueixiches”, if you know what I mean (ai que estou a lixar o politicamente correcto do Marca de Homem, que lindo serviço…).

Vamos a um momento zen, com um belo ritual de chá:

E a história do chá não faz mal a ninguém, ok?

Tic-tac, tic-tac, tic-tac…

Swatch Irony Chrono YCS4004AG:AL

Swatch Irony Chrono YCS4004AG/AL, mas sem a bracelete original (esta é de borracha).

A partir de um certo momento da sua vida começou a viver com o Big Ben dentro de si (de uma forma metafórica, como é fácil de perceber). Os ponteiros do mostrador sempre avançaram na mesma direcção, mas tinha a sensação que agora se movimentavam de uma forma mais rápida e fluida. Ouviu nas notícias algo sobre a mudança do mecanismo do famoso ícone de Londres. Mas era capaz de ser um boato. Ou então tinha sonhado com isso. Seja como for, queria continuar a viver com estilo, mesmo se o Big Ben resolvesse parar num estático segundo. Foi então que se lembrou de um relógio de pulso antigo. Ainda funcionava e, como sempre, atrasava-se. Não hesitou. A partir desse momento nunca mais o tirou do pulso. Tinha descoberto a poção do seu rejuvenescimento.

E agora uma música que nos fala do, por vezes, inevitável desacerto da vida:

 

Sagres ou Super Bock?

Em dias de jogos de futebol, com transmissão televisiva, é mais do que hábito a rapaziada (homens e mulheres, note-se) trazer umas cervejas para com elas se vibrar com os golos ou afogar as mágoas de uma derrota.

Hoje será um desses dias, com Portugal a ter um jogo muito difícil contra o Uruguai. Agora a questão é muito simples: qual a cerveja que bebem? Sagres ou Super Bock?

Eu tenho uma preferência, mas não a vou divulgar, para já (se bem que cada vez mais as cervejas artesanais conquistam adeptos, eu incluído — aproveito para deixar aqui o link de mais um artigo referente à excelente Dois Corvos).

Por isso, lembro de novo o desafio (ao qual podem responder na página do facebook deste blog):

  1. Sagres
  2. Super Bock

Bebam com moderação mas apoiem sem restrições: FORÇA PORTUGAL!

E deixo aqui o delicioso filme que leva Portugal muito a peito:

Eu estou com os copos.

Um vinho, desde que seja minimamente razoável, deve ser bebido num copo que lhe faça honra. Quantas vezes se vai a um restaurante, e até dos ditos bons, em que os copos são tudo menos adequados. Nem têm de ser caros, nem de uma marca XPTO. Basta serem do IKEA, que já apresentam uma oferta interessante para se degustar o precioso néctar.

É claro que não sou fundamentalista. Se eu for a uma festa dos santos populares, ou outra qualquer, sei que me vão servir um carrascão num copo de plástico. O que já não é aceitável é beber-se um vinho bom num copo de vidro muito rasca ou então numa de armar ao pingarelho, num copo colorido e com relevo às bolinhas! Fora de questão…

Tenho uma quantidade apreciável de copos em casa. Acho (credo, não tenho a certeza) que tenho alguns da conceituada marca Riedel. Também tenho da Schott Zwiesel (sei que dessa marca tenho pelo menos 4 copos de cerveja). Tenho outros que não são de marca mas que são muito razoáveis. Também tenho 4 copos de gin, comprados no Continente, que são largos e bojudos, e flûtes de espumante que são o oposto: longos e estreitos. Mas os reis da minha montra são os copos do arquitecto Siza Vieira. São elegantes, bonitos, com um pormenor de sofisticação minimalista mas funcional. Se alguma vez agarrarem num copo desses irão perceber o porquê.

Ok, agora já não têm desculpas para beber vinho em copos assim-assim. Sem gastar muito dinheiro, e até para impressionar os amigos num almoço ou jantar em casa, sirvam os vinhos (e outras bebidas) em copos adequados. Ah, e nada de os lavar na máquina! Eu pelo menos não os ponho lá. Ficam baços e partem-se com facilidade.

Bons copos e bons vinhos!

E agora 2 filmes de duas marcas mencionadas neste post:

Very short version in english:

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Walk on the mild side.

Caminhar não é algo que exige muito. Isto se não tivermos nenhum impedimento de maior ou um problema de saúde. Mas quando metemos os pés aos passeios ou às calçadas gostamos de o fazer de uma forma descontraída e com estilo. E é aqui que se faz ao caminho um par de sapatilhas, por exemplo.

As que hoje mostro foram baratíssimas! Sei que as comprei há cerca de 10 anos (!), numa loja de desporto do Freeport, e que custaram 15€, se a memória não me atraiçoa. Estavam empilhados num cesto, juntamente com muitos outros. Acho que deveriam ser restos de colecção.

Estas sapatilhas são da Lotto, uma marca de desporto italiana que não tem grande expressão (pelo menos em Portugal). São muito leves, assentam que nem luvas e dão um caminhar rápido mas solto. Nada de os meter em caminhos de cabras! Nem eles nem os vossos pés iriam apreciar.

Walk on the mild side*? Com estes Lotto, certamente.

*Alusão à música “Walk on the wild side“, de Lou Reed.

Nem de propósito, eis a música, com uma letra que gerou (e ainda gera) controvérsia:

Screw it! But gently…

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Saca-rolhas Screwpull. Uma forma fácil e elegante de tirar a rolha de uma garrafa de vinho.

Para muitos, sacar a rolha de uma garrafa pode ser um pesadelo. Um saca-rolhas tradicional não é fácil de usar, tem de se fazer muita força, pode magoar os dedos e a rolha corre o risco de se esfarelar com tanta tentativa frustrada. Mas há boas soluções, e ainda por cima simples, bonitas e com um toque de sofisticação. E não tem de ser um artigo caro e profissional. Basta um mais barato como o que mostro na foto, e que tenho em minha casa. Faz um brilharete de tão fácil que é. Vejam o vídeo:

Para saberem mais sobre a origem e a história dos saca-rolhas, vão ao site de Le Creuset. Ou então é só clicar aqui. Não custa nada! É como abrir uma garrafa sem esforço e num piscar de olhos. Mas, para os mais abonados, e com aspirações mais pro, eis um vídeo elucidativo:

Very short version in english:

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