Escrever torto mas com estilo.

Parker pen
Parker Jotter (foto minha).

Tenho uma letra horrível. Mesmo. E ainda sou do tempo em que se aprendia a escrever com caneta de tinta permanente, na escola primária. Um tormento, a minha caligrafia foi/é (quase) sempre uma bodega. Lembro-me ainda de uma caneta de tinta permanente Parker que o meu pai tinha. Aliás acho que tinha várias, mas uma delas exibia um aparo com banho em ouro (acho que não é mito). Seria uma Parker Vacumit verde? Já não sei precisar mas calculo que sim.

Parker Vacumit

Parker Vacumit, foto retirada do Pinterest de vintagefountainpens.co.uk.

No entanto, a minha caneta preferida é uma esferográfica, também da Parker. Descobri hoje que é uma Parker Jotter. Já tive pelo menos uma em bordeaux e hoje tenho duas em preto. Uma delas serviu para abrir uma porta! (cortesia de uma idiota com quem trabalhei, mas resistiu à função inadequada). São fantásticas! Design simples, sempre vintage, classy e também sexy. Escrevem bem, muito bem mesmo. E fazer clique com o polegar numa Parker Jotter é uma maravilha viciante! Ok, estas canetas podem não melhorar a beleza da minha letra mas isso é defeito meu, não do material…
E agora 1 filme sobre a Jotter:

O sexo vende?

1872

Tira de banda desenhada de Daniel M.T. (DMT), a.k.a. O Criador.

Esta pergunta pode render muito dinheiro. Quase tanto como vale o sexo na nossa sociedade. Mas não estará sobrevalorizado? Explícito ou implícito, uma coisa é certa: capta a atenção. E abre muitos cordões de muitas bolsas. O sexo não vende apenas. Também compra. E muito. Mas chega de paleio e vamos passar à acção. Tomem lá 2 vídeos onde o sexo e a atracção estão presentes, tendo como protagonista uma marca bem conhecida (que eu nunca usei…).

Jantar de Natal na Quinta.

quinta da leda

Esta é a altura dos almoços e jantares de Natal. Mas, convenhamos, há alguns que são uma seca e outros em que somos obrigados e ir, porque se não estamos (praticamente) despedidos. Depois há os almoços e jantares de família. E esses não queremos por nada deste mundo faltar, a não ser que a nossa unidade familiar seja disfuncional (e há muitas assim). Por último há outros jantares, mais raros porventura, mas que podem ser muito agradáveis ou até inesquecíveis. Nesta categoria cabem as refeições com um núcleo chegado de amigos ou então com alguém que é especial: mulher, marido, namorada, namorado, amante… eu sei lá, a escolha é vossa.

Nessa tal refeição, mais exclusiva, é bom que a comida seja no mínimo aceitável, com algum requinte mas sem formalidades e, de preferência com um bom vinho.

Este ano o meu 1º jantar de Natal foi no restaurante Rua, tal como já falei aqui. O meu 2º jantar de Natal foi ontem (22 de Dezembro) e foi delicioso: um lombo de porco fatiado (comprado no Continente) e com direito a um slow à sobremesa, ao som do disco Os Sobreviventes, de Sérgio Godinho. Confusos? Óptimo. Ah, e o vinho? Foi um magnífico Quinta da Leda 2011, da Casa Ferreirinha. É beber e comprovar…

E agora que venha o 3º jantar natalício, em família, pois claro.

Bom Natal, com muito amor e carinho, com ou sem Quinta da Leda.

Winter is coming.

 

winter casacos geral

Em cima, da esquerda para a direita: sobretudo Zara, blazer H&M, sobretudo Jorge Virgílio. Em baixo, da esquerda para a direita: blazer e colete Future Casual (Cortefiel) e blazer N&B Classic.

Sim, mesmo com o aquecimento global, o Inverno está aí. Eu não costumo usar muito sobretudos ou blazers mas naqueles dias secos e frios, ou quando quero sentir-me mais estiloso ou gentleman (ou as duas coisas), não costumo dispensar uma peça de roupa quente e que confere uma acrescida distinção (que bem dito!).

Estas peças geralmente podem dar um ar de dandy (mais nos blazers) ou de Humphrey Bogart (mais nos sobretudos), mas assentam muito bem e elas (as senhoras) costumam reparar até aos mais pequenos detalhes.

Geralmente são peças de roupa que não gostam muito de água. Eu pelo menos não gosto que se molhem.

Mas é aí que entram as parkas e/ou blusões de Inverno. Também são quentes mas podem aguentar uns pingos de chuva (desde que não ensopem). É roupa mais tipo todo o terreno, com a qual se fica com um ar desportivo, casual e descontraído.

(Na foto em baixo, da esquerda para a direita: parka Cortefiel, blusão Boomerang (El Corte Inglés), parka Dutti Sport (Massimo Dutti).

No campo, na cidade, à beira-mar ou até na montanha, que venha lá esse frio! E uma coisa vos digo: ficamos mais bem servidos com estas peças de roupa do que o pobre do Jon Snow sempre enfiado naquelas peles que já devem feder à distância…

Winter is coming? Be ready!

 

Vê o decote.

Tenho uma série de pullovers com decote em V. Dizem que são um bocado à betinho mas não quero saber. São bons para o Inverno, para usar com camisas ou com pólos. Que também são à betinho. O que vale é que sou muito polivalente e ecléctico a vestir. Ok, já não visto nada com caveiras (mas acho que nunca vesti) mas quase sempre ando vestido casualmente, misturando o moderno com o clássico prático.

Cada pullover sua cor. Tenho outros, mas sem o decote em V. Tentei ver qual a origem deste decote mas o que encontrei remete para o erótico feminino. Interessante, não estava nada à espera disso. Pelo menos não conto com essa faceta lúbrica quando visto um pullover deste tipo. Ou de qualquer outro tipo.

Um pullover em V combina com calças de ganga, de veludo, aos quadrados, às ricas (isto se forem pullovers lisos). E vestem-se bem com blazers, parkas, casacos de cabedal ou blusões de ganga. Estão sempre à mão de semear, e se forem de tecidos mais frescos também se vestem na Primavera ou nas noites mais frescas de Verão.

Como se vê, são peças de roupa muito versáteis. Ideais mesmo para quem tem pouca pachorra de se vestir com mais cuidado. É tirar da gaveta e já está!

(fotografia com pullovers Springfield, Dustin (uma marca do El Corte Inglés) e ainda Pedro del Hierro)

Ar novo.

 

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Pois é, tudo tem um ciclo de vida. E quando assim acontece, há que deixar ir o que já não tem uso e adquirir algo que o substitua. Soa a consumismo, eu sei. E é um pouco isso, infelizmente. E, cada vez mais, as “coisas” têm um prazo de validade determinado à partida. Faz parte das leis do mercado.

O que aconteceu explica-se em poucas palavras: o meu portátil, já com 9 anos, não fazia mais nenhuma actualização, para além de estar muito lento. Por fora continua bonito e sofisticado, mas o software (e acho que também o hardware) já não tinha como o esticar mais. Resultado: tenho um novo MacBook Air.

Consegui comprá-lo com um desconto simpático, na FNAC. Fui a outras 2 lojas mas aí não estavam munidos da mesma simpatia. Logo, apliquei as leis do dito mercado: fui à praça, vi 3 bancas com o mesmo produto e depois comprei o mais barato. C’est la vie…

A evolução da nossa espécie.

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Smartphone Sony Xperia XA Ultra, em tabuleiro de refeições do Gato Preto.

Já não é novidade. Não podemos passar sem os smartphones. Neles está a nossa identidade, a ligação ao mundo através da internet e das redes sociais, a máquina de vídeo e fotográfica, um monte de aplicações para tudo quanto podemos imaginar, e muito mais. Provavelmente, e muito mais cedo do que poderíamos imaginar, em breve fará parte do nosso ADN. Os smartphones ou algo ainda mais esperto do que eles.

Sou da opinião de que brevemente seremos uma espécie de cyborgs mais ou menos biónicos, recheados de sensores e de nanotecnologia, e com uma ligação mais do que virtual a uma grande cloud informática. Assustador? Um pouco, admito. Mas poderá ser este o futuro em perspectiva. Tudo depende do que seremos capazes de fazer com ele (o futuro). Isto se lá chegarmos…

Este vídeo poderá dar mais luz (ou trevas) sobre este assunto: