Tentações em tempos de clausura.

É bem provável que durante este período de clausura muitos de nós possamos ficar diabéticos ou hipertensos, tantas são as vezes que vamos à cozinha, ao frigorífico e à despensa. É um snack agora, uma bolacha 5 minutos depois, e uma hora volvida vai uma mini ou um iogurte. Ou um refrigerante. E depois umas batatas fritas e logo de seguida mais um sweet qualquer. Serão só tormentos para a nossa linha.

A foto mostra uma dessas tentações: uma tablete de chocolate preto (ou negro, como quiserem chamar, não se está a insultar ninguém). É da Nestlé. E está ali ao pé (até ver), no frigorífico. Assim é mais fresquinho, menos enjoativo, mas sempre tentador. Raios partam, lá vou eu de novo buscá-lo! Pronto, vou ficar com mais peso. No corpo e na consciência. Que se lixe. É para se esquecer o vírus com doçuras e salgadinhos.

Ok, e agora tomem um vídeo com exercícios físicos que se podem fazer em casa. Urgentemente!

Uma Galáxia com um satélite à altura.

Já todos sabemos que o impacto desta crise não será (já é) apenas sanitário. Ligado a este aspecto, é quase inevitável que a economia possa gripar.  Assim, muitos negócios e empresas podem estar comprometidos (incluindo a minha actual actividade). Dentro das nossas capacidades, é quase nosso dever ajudar esses negócios com a aquisição dos seus produtos e serviços (dentro da medida do possível). É uma frase estafada, mas temos de ser uns para os outros. E a moeda de troca será a melhor forma para não deixar morrer a economia — neste aspecto, tenho de puxar a brasa à minha sardinha, dizendo que continuo disponível para ajudar a vender os vossos imóveis.

Posto esta introdução, quero brindar a vocês, mesmo nesta altura tão periclitante, com uma Dois Corvos Galáxia Milk Stout, uma cerveja saborosa e fantástica, e que ainda por cima casou tão bem com um pacote inteiro(!) de Sunbites (são viciantes).

Hoje, foi quase uma obrigação minha, quando fui ao Continente, comprar duas Dois Corvos.  Explico esta decisão por 3 razões:

  1. Incentivar a compra de produtos nacionais;
  2. Tenho uma ligação emocional a esta marca, pois vi-a nascer em casa da Susana e do Scott, os fundadores da Dois Corvos. Logo, fui sensível ao pedido deles, pois agora a empresa deve estar a menos de meio gás, pondo em risco a sua laboração. Assim, impõe-se a compra dos seus produtos;
  3. Tal como já disse, é uma cerveja do caraças, e eu que até não sou grande apreciador de stouts, mas desta venham mais!

Obviamente que tive um complemento a esta cerveja, e que foram uns Sunbites. É uma recente descoberta minha, mas que é deliciosamente viciante. É abrir um pacote e lá vai disto!

Vamos ficar em casa? Que remédio. Se assim é que o façamos com coisas de que gostamos, já que não podemos estar com quem queremos.

Tchin, tchin, bite, bite, miam, miam!

Chá cá faltava!

Tetley arando e flor de sabugueiro

Por estes dias tão estranhos e tão confusos, e que nos deixam atemorizados, há que recorrer a quase tudo para que nos possamos sentir mais calmos e relaxados.

Um chá pode ser um bom recurso. Mas um chá relaxante, que possa combater o cansaço e a fadiga. Por exemplo, um Tetley Boost Vitaminas B6, de arando vermelho e flor de sabugueiro.

Cheira bem, sabe bem. É para beber sem reservas. Chá cá faltava!

Agora, sem corona, eis um ritual chinês do chá.

Subi de novo à colina. A 8ª, claro.

Voltei à Colina. À 8ª, junto ao Marquês de Pombal. Para mim não é difícil. Ando apenas 200mts, a descer, e estou lá. Foi na sexta passada, só um copo pequeno (foi uma Rodrigues, uma marcante Black IPA), sozinho, a pensar na vida e no fim-de-semana (que também é vida).

Gosto do espaço e, obviamente, das cervejas. Já falei da 8ª Colina aqui. E provavelmente ainda irei falar mais, já que estou tão perto dela.

Um episódio curioso: no Natal, eu e um dos meus irmãos decidimos oferecer um pack de cervejas desta marca ao meu pai (que desde há um par de anos também é apreciador de cervejas artesanais). Comprei uma embalagem com 3 cervejas, com a particularidade de terem uma ligação ao vinho, assunto que é tão caro ao meu pai.

Ao irmos para o jantar do dia 24 de Dezembro, o meu pai sai-se com esta: — Comprei para mim 3 cervejas da 8ª Colina, envelhecidas em barris de vinho.

Tive de engolir em seco porque foi precisamente o que lhe íamos oferecer! Mas, sem problema, assim há mais para também eu beber.

E agora umas fotos e um convite para aparecerem na 8ªa Colina (não me pagam para dizer isto, garanto!):

Almoço de Natal saboroso, divertido e perfumado.

O que é que não rima com Natal mas que está ligado a ele? COMIDA! Mas, como muita comida, o que conta é o que está por trás dela. Se for confeccionada com amor nós notamos. E à mesa, num almoço de família, ou com amigos mais chegados, nós vamos reconhecer isso. Ok, quando somos miúdos torcemos o nariz a alguns pratos, mas mais tarde, já crescidinhos, esses sabores despertarão em nós memórias de momentos bem passados junto àqueles que mais amamos. E o Natal é um desses momentos inesquecíveis, diga-se o que se disser.

Este almoço de 25 de Dezembro não foi excepção. E pela 1ª vez a minha mãe poupou-se um pouco na cozinha, mas teve olho para encomendar no Pingo Doce um borrego fatiado que estava delicioso, que ainda por cima vinha num recipiente que vai ao forno! E a bom preço, e em quantidade apreciável. O acompanhamento foi um puré de batata enriquecido (um dia destes explico, se souber) e uma divinal tatin de cebola, chalota, essa feita pela minha mãe. Miam!

A sobremesa foi um bolo de amêndoa e gila. Pornograficamente bom, também feito pela minha mãe. E nem vou falar dos vinhos que o meu pai nos proporciona. São sempre killer wines!

Sendo Natal, a “coisa” mete sempre prendas. Em termos de presentes, eu actualmente acho que o Natal é feito para as crianças. E o ponto alto deste nosso Natal foi a oferta de um Hatchimals Hatchibabies à sobrinha do meu irmão Gonçalo. Todos deliraram com o presente. Mas vejam o vídeo e irão perceber o que é:

Eu não preciso nada, nem quero nada de especial. Mas oferecemos ao meu pai um pack de 3 cervejas envelhecidas da 8ª Colina (que afinal também já tinha comprado, GRRR). E a minha mãe ofereceu-me um coffret com a minha marca favorita de perfumes masculinos e afins: Issey Miyake(já falei aqui e aqui)

Issey Miyake coffret.

Et voilá! E agora para sair no mood e em beleza, tomem lá umas musiquinhas natalícias cantadas pelo Frank e pelo Nat:

Natal: sempre diferente, sempre igual.

Pagão e consumista? Espiritual, divertido e acolhedor? O Pai Natal é o que quiser.

Todos os anos é sempre a mesma coisa. Mas será? Basicamente o Natal tem 2 vertentes (ok, tem uma 3ª mas que acho estar algo diluída): O aconchego da família; a vertigem das prendas e do consumo.

Vamos à 1ª: bem, o Natal é a festa da família. E aqui o principal alvo e motivo de magia desta estação são as crianças. É por elas que existe um senhor que anda de trenó e distribui prendas. É uma treta? É. Mas é uma treta do mundo da magia e acho que isso é essencial e importante. E nada paga um sorriso aberto e uns olhos esbugalhados no momento de se abrirem as prendas.

A 2ª vertente por vezes assume o carácter de obrigação e isso é algo que me lixa. E também pode lixar a carteira. Por isso, tento nas prendas. Uma graça e um postal podem ser mais importantes que uma cena XPTO e que depois fica escondida a um canto. Experimentem o amigo secreto e tudo fica mais divertido e em conta.

A 3ª vertente ainda tem algum peso e sentido num país como o nosso, maioritariamente católico. Mas aí é a figura do Menino Jesus e do Presépio que têm a sua razão de ser. E à volta desta tradição religiosa outro universo e abordagem se constroem, mas que cada vez mais se mistura com a presença do senhor vestido de vermelho. Toda a gente agradece e todos ficam contentes. Afinal é Natal.

E agora um vídeo sobre uma possível evolução deste sujeito bem disposto e de mãos mais ou menos largas (consoante as possibilidades das carteiras):

Escritório às costas.

Hoje em dia há muita gente que anda com o escritório às costas. Eu não sou excepção. A “culpa” é da mobilidade e dos novos tempos laborais. Não se sai para trabalhar — e os locais podem ser os mais variados — sem ser com o laptop atrelado. Obviamente que isso pode ter algumas implicações nos costados, nem que seja a longo ou a médio prazo.

E sim, somos uns camelos, com a carga às costas, mas a necessidade impõe-se. É por isso que ando sempre com uma mochila, não tenho outro remédio. Já tinha uma mochila do Ikea (agora acho que está descontinuada). Agora, oferta do meu pai, ando com uma Samsonite. É ainda mais compacta mas tem espaço para muito. Sim, porque estas mochilas levam muito mais do que o computador. Ainda dizemos que nas malas das mulheres há de tudo. Pois numa mochila destas pode encontrar-se um canivete suíço, um corta-unhas e até um medidor de distâncias (ah pois é!). Só não dá para levar umas jolas mas acredito que haja quem as ponha lá dentro. Not moi!

A mochila-escritório.

E agora um vídeo de uma mochila levezinha: