Gin ao Verão!

Gin Tanqueray Rangpur

Gin Tanqueray Rangpur, uma refrescante relação preço/qualidade.

Dim sim ao Verão! Neste caso, diz Gin ao Verão. É fresco, elegante, sexy, colorido, delicioso. Mas, cuidado. Dá umas ressacas filhas da mãe.

Obviamente que para evitar as ressacas, e porque o Gin não é para ser bebido à tripa forra, sem uma água tónica, gelo e botânicos, é essencial saber preparar e servir esta bebida.

Ora sirvam-se já deste vídeo porque não me apetece gastar muito o meu latim:

Porque é que o Gin se bebe tónico? Isto é, com água tónica. Eis um bocado de história, em inglês:

The cocktail was introduced by the army of the British East India Company in India. In India and other tropical regions, malaria was a persistent problem. In the 1700s it was discovered by Scottish doctor George Cleghorn that quinine could be used to prevent and treat the disease.[18] The quinine was drunk in tonic water, however the bitter taste was unpleasant.[18] British officers in India in the early 19th century took to adding a mixture of water, sugar, lime and gin to the quinine in order to make the drink more palatable, thus gin and tonic was born.[19] Soldiers in India were already given a gin ration, and the sweet concoction made sense.[20] Since it is no longer used as an antimalarial, tonic water today contains much less quinine, is usually sweetened, and is consequently much less bitter.[21]

Gin and tonic is a popular cocktail during the summer.[22] A 2004 study found that after 12 hours, “considerable quantities (500 to 1,000 ml) of tonic water may, for a short period of time, lead to quinine plasma levels at the lower limit of therapeutic efficacy and may, in fact, cause transitory suppression of parasites”. This method of consumption of quinine was impractical for malaria prophylaxis, as the amount of drug needed “can not be maintained with even large amounts of tonic”. The authors conclude that it is not an effective form of treatment for malaria.[23]

Portanto, a malária esteve por trás disto tudo, a sacana.

Repararam que falei de botânicos. What the fuck is that?, perguntam alguns. Botânicos são todos os ingredientes de origem vegetal que se podem introduzir na preparação de um Gin tónico.

Eis uma foto elucidativa:

E agora? Agora não sejam preguiçosos como eu fui com os textos deste post (é por ser Agosto) e preparem um (ou vários) Gins à (vossa) maneira. Deliciem-se mas, pelo sim, pelo não tenham Guronsan sempre à mão.

Termino com um exemplo meu. Vejam se adivinham os botânicos que pus…

Gin made by myself

Gin preparado por mim. Foto do meu instagram.

Sempre em construção.

Ao longo da vida estamos sempre em construção, tentando ter boas infra-estruturas para depois o edifício não abanar quando estiver a crescer. Ou quando tiver terminado, sem medo das borrascas mais intensas. Mas elas acontecem, e por vezes tudo abana. Importa é que a construção fique de pé, tapando-se as rachas e as fissuras que ficaram como provas das intempéries.

Tal como na natureza, também na vida há ventos e ventos. Os que hoje parecem ser adversos amanhã podem ser favoráveis. E vice-versa. Por vezes é tudo uma questão de momento. Mas quase tudo tem a sua lógica mesmo que por vezes se opte com o coração. Ou será o contrário? Primeiro vem o instinto e a seguir é que damos uma lógica a isso? Lá está, é como o vento, como as correntes. Como a vida. Sempre em permanente movimento e (des)construção.

E, como se diz metaforicamente, quando se fecha uma porta, abre-se uma janela. Ou outra porta. É entrar, por favor.

PS: este post teve a participação da Homebook e de dois dos seus imóveis (ver aqui e aqui). As fantásticas fotos são da Sara Ferreira.

2hot 2handle? Get a sun protection.

Protectores Solares Garnier

Garnier Ambre Solaire protectores solares 50+. Duas versões: formato poupança e crianças.

Está um calor que não se pode. O conveniente é ficar à sombra ou no ar condicionado (para mim só em último caso), beber muitos líquidos (água, de preferência). Quem se atreve ao Sol, e para os clarinhos como eu, é essencial aplicar um protector solar, mas daqueles bons e com um elevado SPF (sun protection factor, isto para ser mais fino).

Alguns especialistas dizem que não há grande diferença entre um SPF 15, 30 e 50+ mas nunca fiando. Eu uso 50+ porque não vou cá em facilitismos. E uso também um baton protector para os lábios, pois o sol dá cabo deles e sou muito propenso a herpes labial.

Ok, vão lá aproveitar o Sol e dar uns belos mergulhos, mas o Sol é com parcimónia e os mergulhos não (só se forem doidos suficientes para mergulharem numa banheira, algo que desaconselho).

Enjoy the sun! Mas com a devida protecção…

E agora um vídeo com uma canção quente e brilhante:

Mas que tem o respectivo antídoto:

Há Sol e Pesca no Cais do Sodré.

Em Lisboa, o que comer num final de tarde meio farrusca de um Verão que tarda? Se for esse o caso, e se estiverem para os lados do Cais do Sodré, sós, mas de preferência acompanhados, que tal experimentarem uma antiga casa de acessórios de pesca?

Calma, não estou a dizer para comerem anzóis ou fios de nylon. Provavelmente iriam ter fortes dores de garganta e ardores no estômago nunca antes sentidos. O que eu estou a propor é algo tão simples como isto: vão ao Sol e Pesca e experimentem uma das muitas conservas que por lá há, prontas a serem pescadas para os pratos.

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Ainda se respira a atmosfera de uma loja de artigos de pesca.

A oferta é muita e variada. Para além disso também há outras entradas e até alguns pratos, mas a base anda toda à volta do pescado que se apresenta em latas. Ah, mas não pensem que são as marcas que se encontram na maioria dos supermercados. Nada disso! São marcas portuguesas que não conhecemos de lado nenhum mas que são um deleite de apetite. Apetece experimentar todas, ali mesmo ou então levar uma série de latas para casa.

As latas estão expostas nas montras com portas de vidro, bem ao jeito das antigas mercearias e drogarias portuguesas. E depois há a decoração com os objectos que se usavam (e usam) na pesca e outros acessórios afins. As mesas são baixinhas com bancos a condizer, no interior (nada de muito confortável, mas imaginem que estão num barco a navegar ondas). E no exterior, tipo convés a entrar na Rua Nova do Carvalho (a célebre rua cor-de-rosa do Cais do Sodré, há a simpática esplanada, na qual se vê melhor a fauna que por ali navega de um lado para o outro.

Pronto, agora que já foram arpoados com esta sugestão, não é preciso ter muita lata para ir ao Sol e Pesca. Aliás, não é preciso nenhuma porque encontram todas neste imperdível local de Lisboa.

Bom apetite!

E agora eis um vídeo da série No Reservations, de Anthony Bourdain, filmado em Lisboa e que passou pelo Sol e Pesca:

Short version in english:

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Dor de cotovelo.

Joelheiras e cotoveleiras (2 pares)

Cotoveleiras e joelheiras Oxelo. São para quem pratica skate e patins, mas para mim irão servir para o btt. Tenho dito!

Tenho mais de 50 anos. Não posso partir mais ossos. Mas ainda tenho vontade de muita adrenalina. Como conciliar isto sem ficar com dor de cotovelo? Encontrei a solução na Decathlon, com um cartão que as minhas amigas e amigos me ofereceram no meu último aniversário.

Encostas acima não são necessários estes artefactos. Mas quando toca a descer é que a porca torce o rabo. Aí tem de valer toda a protecção possível e necessária. Por isso ando sempre de capacete. Já salvou a minha vida! Mas agora tenho de poupar o esqueleto. Daí as protecções para joelhos e para cotovelos. Para não ter dores e muito menos partir mais ossos. Não são as mais apropriadas para btt mas foram as que encontrei. Agora é ir com calma, também para não ficar outra vez entrevado com uma crise de ciática. Já basta!

E agora vai uma descida de downhill?

Vamos mergulhar num molho gostoso.

Faço umas “coisas” na cozinha. Desenrasco-me. Ok, vamos ser justos: até faço algumas receitas interessantes e saborosas. Para além disso, cozinhar é relaxar, se bem que não gosto de fazer nada só para mim.

Hoje não vou dar grandes dicas. Vou apenas apresentar um molho (é mais fino e correcto dizer dip). É muito simples. O que preciso?

  1. Uma embalagem de sopa instantânea de cebola (Knorr, Maggi, Continente, ou outra marca qualquer);
  2. Uma embalagem de creme de ervas finas Philadelphia;
  3. Seis iogurtes naturais (qualquer marca serve – a receita original é com quatro iogurtes mas assim acho que fica um pouco salgado).

Mistura-se tudo muito bem misturado num recipiente. Depois é levar ao frigorífico por um mínimo de 3 ou 4 horas. Serve para comer com aipo, cenoura, tomate, pepino, etc. Também dá um bom dressing (outro sinónimo fino de molho) para saladas e afins.

Pão, tomate, aipo e o tal molho

Pão, tomate, aipo e o tal molho.

Rapaziada, impressionem as vossas “meninas” (ou “meninos”, sei lá eu). É muito fácil fazer este delicioso molho.

Eis um vídeo com uma receita similar (mas com uma voz mais irritante do que a minha):

In english:

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Que lindo serviço…

É a segunda vez (pelo menos) que falo de pratos e de serviços de louça neste blog. Num blog de gajo isto pode parecer estranho, mas não é. Pelo que me lembro, este serviço foi-me oferecido pelos meus pais (mais concretamente pela minha mãe), ainda vivia eu sozinho. Agora vivo de novo só mas este serviço continua comigo. Está gasto, muito usado, mas é óptimo para o dia-a-dia. Diz que é da China, mas acho que não. É da marca Lynns mas tentem descobrir no site se é norte-americano ou não. Fiquei com dúvidas.

Nas fotos mostro um bule e mais duas “coisas” (não sei o nome correcto) para o chá. Acho que em cerca de 30 anos só usei o bule uma vez e foi há pouco tempo. Até que gosto de chá mas ainda não está inculcado em mim o ritual da cena… Tenho uma ou duas amigas que adoram isso, e a minha namorada também gosta. É algo que tenho de encarnar no próximo Inverno, o ritual do chá, mas sem “gueixiches”, if you know what I mean (ai que estou a lixar o politicamente correcto do Marca de Homem, que lindo serviço…).

Vamos a um momento zen, com um belo ritual de chá:

E a história do chá não faz mal a ninguém, ok?