Um par de rodinhas está a caminho?

Gira e muito flexível.

Tenho duas bicicletas. Uma de montanha, outra de cidade, sem mudanças. Já falei delas aqui. Talvez porque vou mudar de cidade e ter uma nova rotina de vida, de repente dei comigo a pensar que podia ser interessante ter outra bicicleta, e bem diferente das que já tenho, porque é desdobrável!

Uma Brompton! Para estar na minha nova casa, para conhecer a nova cidade, para andar com ela em Lisboa. Ou onde eu quiser. E que facilmente se leva para todo o lado. E que ainda por cima é gira, cool e tão flexível. Tal como um gajo gosta (ok, piadinha sexista, eu sei).

É só um pensamento mas pode ser que tenha rodas (mesmo que pequenas) para andar.

E agora mais uns vídeos sobre esta menina, que por acaso também é muito hipster.

Semente na planta dos pés.

É mais conhecida como uma marca de pranchas de surf. Mas também tem (ou teve) artigos mais vocacionados para a terra do que para o mar.

Chama-se Semente. Criada em território nacional, anda a bombar desde 1982!

O mais curioso é que já há uns bons anos (acho que mais de 10) eu tenho uma botas desta marca. Não sei se ainda as produzem, mas com um bom tratamento de sebo ou produto similar, não há chuva que entre nelas. Para além de que são confortáveis e dão um andar cool.

E agora um filme sobre a produção das pranchas:

Almoço de Natal saboroso, divertido e perfumado.

O que é que não rima com Natal mas que está ligado a ele? COMIDA! Mas, como muita comida, o que conta é o que está por trás dela. Se for confeccionada com amor nós notamos. E à mesa, num almoço de família, ou com amigos mais chegados, nós vamos reconhecer isso. Ok, quando somos miúdos torcemos o nariz a alguns pratos, mas mais tarde, já crescidinhos, esses sabores despertarão em nós memórias de momentos bem passados junto àqueles que mais amamos. E o Natal é um desses momentos inesquecíveis, diga-se o que se disser.

Este almoço de 25 de Dezembro não foi excepção. E pela 1ª vez a minha mãe poupou-se um pouco na cozinha, mas teve olho para encomendar no Pingo Doce um borrego fatiado que estava delicioso, que ainda por cima vinha num recipiente que vai ao forno! E a bom preço, e em quantidade apreciável. O acompanhamento foi um puré de batata enriquecido (um dia destes explico, se souber) e uma divinal tatin de cebola, chalota, essa feita pela minha mãe. Miam!

A sobremesa foi um bolo de amêndoa e gila. Pornograficamente bom, também feito pela minha mãe. E nem vou falar dos vinhos que o meu pai nos proporciona. São sempre killer wines!

Sendo Natal, a “coisa” mete sempre prendas. Em termos de presentes, eu actualmente acho que o Natal é feito para as crianças. E o ponto alto deste nosso Natal foi a oferta de um Hatchimals Hatchibabies à sobrinha do meu irmão Gonçalo. Todos deliraram com o presente. Mas vejam o vídeo e irão perceber o que é:

Eu não preciso nada, nem quero nada de especial. Mas oferecemos ao meu pai um pack de 3 cervejas envelhecidas da 8ª Colina (que afinal também já tinha comprado, GRRR). E a minha mãe ofereceu-me um coffret com a minha marca favorita de perfumes masculinos e afins: Issey Miyake(já falei aqui e aqui)

Issey Miyake coffret.

Et voilá! E agora para sair no mood e em beleza, tomem lá umas musiquinhas natalícias cantadas pelo Frank e pelo Nat:

Escritório às costas.

Hoje em dia há muita gente que anda com o escritório às costas. Eu não sou excepção. A “culpa” é da mobilidade e dos novos tempos laborais. Não se sai para trabalhar — e os locais podem ser os mais variados — sem ser com o laptop atrelado. Obviamente que isso pode ter algumas implicações nos costados, nem que seja a longo ou a médio prazo.

E sim, somos uns camelos, com a carga às costas, mas a necessidade impõe-se. É por isso que ando sempre com uma mochila, não tenho outro remédio. Já tinha uma mochila do Ikea (agora acho que está descontinuada). Agora, oferta do meu pai, ando com uma Samsonite. É ainda mais compacta mas tem espaço para muito. Sim, porque estas mochilas levam muito mais do que o computador. Ainda dizemos que nas malas das mulheres há de tudo. Pois numa mochila destas pode encontrar-se um canivete suíço, um corta-unhas e até um medidor de distâncias (ah pois é!). Só não dá para levar umas jolas mas acredito que haja quem as ponha lá dentro. Not moi!

A mochila-escritório.

E agora um vídeo de uma mochila levezinha:

Shave the beard.

Nivea+Gillette.

Nivea+Gillette.

Actualmente faço a barba quase todos os dias. Não gosto. Nunca gostei. Mas agora forço-me a fazê-lo. E o cabelo vai na mesma leva. No banho, sem cantorias…

Há pouco tempo troquei de máquina de barbear. Agora tenho uma Gillette Fusion5 Proshield. Não posso dizer que é chique porque isso soa a outra marca.  Não desgosto, mas estava à espera de uma maior eficácia em relação à última que tive. Não noto nada de mais, mas assumo que é mais suave, apesar de lixar sempre a pele, mas isso é condição de ser homem, porque as mulheres têm outros pincéis…

Agora a diferença está no novo gel de barbear! Desde já digo que só uso Nivea.

Há pouco tempo resolvi comprar outra variante (acho que fui pelo preço). É o Gel de Barbear Deep Clean Shave. Gosto, mas talvez seja líquido de mais. Para mim não é problema pois, como já disse, só faço a barba (e o cabelo) no duche. Desliza bem e faz a barba que é uma limpeza. E a coisa fica feita com distinção.

E agora um vídeo com dicas para um melhor barbear.

Abre-te Sésamo!


O abre-latas caminhante.

Há mais de um ano que tinha comprado o abre-lata das fotos. É do IKEASó hoje é que consegui descobrir como é que funciona! Por algumas vezes andei às voltas com ele e com algumas latas mas, porra, nunca descobri como é que a cena se processava. Eu e o meu jeitinho para estas merdas…

Como tive de abrir uma lata, sem querer usar o meu Victorinox, e porque sou teimoso, lá descobri como é que esta gaita funciona! E foi fácil. Fui ao youtube (bid deal). Eureka! Encontrei um vídeo mágico que iluminou os meus neurónios e pronto, mistério resolvido.

Ei-lo:

É boss a marcar.

É preciso sublinhar isto: quando é para realçar uma palavra ou uma frase não há nada como um marcador Stabilo Boss Original. São úteis, adaptam-se bem a qualquer mão, têm um design bem cool, e, no meu caso, gramo à brava o som viciante quando se fecha a tampa (eu passo a vida a abrir e fechar o raio do meu marcador verde).

Na foto o Stabilo Boss está em boa companhia. Tem sempre por perto uma Parker Jotter (já falei dela aqui). É uma dupla imbatível. A caneta escreve e rabisca, o marcador destaca o que é mais importante e urgente.  E eu fico mais contente.

E eis um vídeo marcante: