Ar novo.

 

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Pois é, tudo tem um ciclo de vida. E quando assim acontece, há que deixar ir o que já não tem uso e adquirir algo que o substitua. Soa a consumismo, eu sei. E é um pouco isso, infelizmente. E, cada vez mais, as “coisas” têm um prazo de validade determinado à partida. Faz parte das leis do mercado.

O que aconteceu explica-se em poucas palavras: o meu portátil, já com 9 anos, não fazia mais nenhuma actualização, para além de estar muito lento. Por fora continua bonito e sofisticado, mas o software (e acho que também o hardware) já não tinha como o esticar mais. Resultado: tenho um novo MacBook Air.

Consegui comprá-lo com um desconto simpático, na FNAC. Fui a outras 2 lojas mas aí não estavam munidos da mesma simpatia. Logo, apliquei as leis do dito mercado: fui à praça, vi 3 bancas com o mesmo produto e depois comprei o mais barato. C’est la vie…

A evolução da nossa espécie.

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Smartphone Sony Xperia XA Ultra, em tabuleiro de refeições do Gato Preto.

Já não é novidade. Não podemos passar sem os smartphones. Neles está a nossa identidade, a ligação ao mundo através da internet e das redes sociais, a máquina de vídeo e fotográfica, um monte de aplicações para tudo quanto podemos imaginar, e muito mais. Provavelmente, e muito mais cedo do que poderíamos imaginar, em breve fará parte do nosso ADN. Os smartphones ou algo ainda mais esperto do que eles.

Sou da opinião de que brevemente seremos uma espécie de cyborgs mais ou menos biónicos, recheados de sensores e de nanotecnologia, e com uma ligação mais do que virtual a uma grande cloud informática. Assustador? Um pouco, admito. Mas poderá ser este o futuro em perspectiva. Tudo depende do que seremos capazes de fazer com ele (o futuro). Isto se lá chegarmos…

Este vídeo poderá dar mais luz (ou trevas) sobre este assunto:

A (quase) eternidade num instante.

Instagram. Gosto e uso muito. Tirar fotos é um hobby, um desafio, captar aquilo que parece ser insignificante mas que pode revelar algo sobre nós. E sobre os outros. E sobre o que nos rodeia.

Escrevo. Gosto de escrever. Mas por vezes sou preguiçoso. E as fotos podem contar uma história sem que tenha de a escrevinhar. É rápido. É o meu olhar. É a emoção e a impressão ao segundo. Que se torna eterno num único momento, num único instante. Como este:

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Hotel Avenida Palace, foto minha (obviamente), tirada com a minha máquina fotográfica Canon Powershot SX200 IS, e que está no meu Instagram.

 

Barba e cabelo: fazer ou não fazer, eis a questão.

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Da esquerda para a direita: gel de barbear Nivea Men Sensitive; máquina de barbear e aparar Wilkinson Quattro Titanium Precision; máquina de barbear Gillette Fusion; after shave balm Hugo Boss; máquina de aparar cabelo e barba Braun; creme de barbear e hidratar Samurai Magic Shave (já falado aqui).

Quem gosta de fazer a barba? E porque é ela feita? E as mulheres, gostam de nos ver com barba ou sem ela? E se picamos muito? Mas, e se elas gostam? E o cabelo? O que fazer quando as entradas já não dão tréguas? Será que elas nos gostam de ver “descapotáveis”? Ok, e de cabelo comprido? E de rabo de cavalo mas carecas no topo? (É uma cena horrível que eu desaconselho a qualquer gajo que deseja ser minimamente sexy)

Já viram a quantidade de perguntas que se colocam quando falamos da barba e do cabelo da rapaziada? Sim, não são só elas que se preocupam com a parte capilar. Nós também nos preocupamos. Ou, pelo menos, deveríamos.

Ok, vamos ao meu exemplo: há mais de 20 anos que não vou a um barbeiro. Aparo o cabelo em casa com uma máquina apropriada. Acho que já é a segunda que tenho. Agora uso-a pouco porque tenho menos cabelo e, por isso, rapo-o no banho com uma máquina de barbear. Aproveito e faço o mesmo à barba, claro. E agora 2 vídeos:

Pela minha experiência, sei que há um bom número de mulheres que não gostam de uma coisa na barba: arranha, pica! Incomoda quando são beijadas. Na boca, ou noutra parte do corpo. Mas para outras isso é um extra de excitação. Por isso, em que é que ficamos? É como em tudo: barba ou não barba, curta ou comprida, mais cabelo, menos cabelo, são os gostos que determinam as escolhas. E gostos há muitos, felizmente.

Agora, com o advento de muita coisa vintage, as velhas barbearias ressuscitaram com um toque mais cool (eis uma, de alguém que conheço e estimo: Barbearia Ramos). O que é um bom incentivo para nós nos alindarmos mais no que toca à barba e ao cabelo. E, acreditem, vamos gostar de nos olhar ao espelho. E elas — as mulheres — não vão tirar os olhos de nós. E depois as mãos, mas isso é outra história…

Um bom pecado?

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O meu 1º computador não foi um Apple (Macintosh). Foi um Compaq PresarioNão era mau, mas na minha cabeça bailava uma ideia fixa: ter um Mac! Assim, o meu 1º computador da maçã (pecado!) acabou por ser um famoso iMac. Era vermelho, redondinho, apetitoso. Ainda o tenho, não o vendo. Numa casa maior gostaria de o exibir como uma peça decorativa. Um dia lá chegarei…

Um dia o iMac pifou. Ainda hoje estou para saber o que lhe deu. Mas continuei com o bichinho da marca. Sendo assim, em 2008, comprei o MacBook, salvo erro o 1º em alumínio. É o meu portátil de eleição: pequeno, elegante, sofisticado, atraente, moderno. Mas não há bela (neste caso belo) sem senão. O tipo já não faz actualizações de espécie nenhuma, a começar pelo sistema. Não faz updates aos browsers, está lento, e já há muito que o track pad não permite cliques. Uma gaita! E logo agora que não me dá jeito (leia-se, não tenho guito) comprar outro. Depois já não têm ranhura de CD, são avaros nas portas USB e outras, etc. Mas a austeridade paga-se caro!

Os Macs continuam a ser caros, exclusivos e elitistas. Se eu quero ter outro? Claro que sim! Apetece mesmo ter! Tomara que este blog possa dar frutos. Pode ser que assim caia da árvore a maçã que eu mais desejo. O problema é se a fruta tem lagartas. Mas lá que me apetece pecar, lá isso apetece…

E agora um vídeo sobre a variedade de maçãs que deu nome a esta famosa marca: