Tablet? Só se for de chocolate.

Este é o 1º post neste blog em que não serei muito generoso com um produto (mas não com a marca). Tenho um tablet. É um Samsung SM-T705 Galaxy Tab S 10.5 (isto é a denominação completa!). Foi uma oferta. Eu explico: dei este tablet a alguém, que depois mo deu de volta (não vou contar o porquê da coisa, como devem calcular).

É bonitinho, tem uma óptima imagem, o tamanho é adequado para ver vídeos e andar nos chats, tira boas fotos. Acontece que devo ter tido algum azar com ele: a bateria vai-se num instante e, pior do que isso, desliga-se sem mais nem menos quando a bateria chega abaixo dos 50%. Desliga-se mas reinicia-se. Mas depois não sai do mesmo. É uma gaita! Não o mandei para a garantia porque quando ele começou neste apaga-apaga já a garantia tinha expirado.

Mas isto levanta uma outra questão: os tablets são mesmo necessários? Eu acho que não e explico porquê:

  1. Porque raio preciso de um tablet se eu tenho um smartphone gigante, que faz tudo o que o tablet faz e ainda melhor?
  2. Porque raio preciso de um tablet se tenho um laptop pequeno e leve, e que me proporciona mais funcionalidades do que o tablet?

Convenhamos, não vejo ninguém a fazer chamadas, nem a escrever textos ou fazer tabelas de excel, num tablet. Por isso, levanto de novo a questão: tablets para quê? Por mim só se for de chocolate. Mas negro, se faz favor.

Ok, porque não quero ser muito tendencioso, eis aqui dois vídeos com as vantagens e as desvantagens dos laptops e dos tablets:

Tic-tac, tic-tac, tic-tac…

Swatch Irony Chrono YCS4004AG:AL

Swatch Irony Chrono YCS4004AG/AL, mas sem a bracelete original (esta é de borracha).

A partir de um certo momento da sua vida começou a viver com o Big Ben dentro de si (de uma forma metafórica, como é fácil de perceber). Os ponteiros do mostrador sempre avançaram na mesma direcção, mas tinha a sensação que agora se movimentavam de uma forma mais rápida e fluida. Ouviu nas notícias algo sobre a mudança do mecanismo do famoso ícone de Londres. Mas era capaz de ser um boato. Ou então tinha sonhado com isso. Seja como for, queria continuar a viver com estilo, mesmo se o Big Ben resolvesse parar num estático segundo. Foi então que se lembrou de um relógio de pulso antigo. Ainda funcionava e, como sempre, atrasava-se. Não hesitou. A partir desse momento nunca mais o tirou do pulso. Tinha descoberto a poção do seu rejuvenescimento.

E agora uma música que nos fala do, por vezes, inevitável desacerto da vida:

 

Screw it! But gently…

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Saca-rolhas Screwpull. Uma forma fácil e elegante de tirar a rolha de uma garrafa de vinho.

Para muitos, sacar a rolha de uma garrafa pode ser um pesadelo. Um saca-rolhas tradicional não é fácil de usar, tem de se fazer muita força, pode magoar os dedos e a rolha corre o risco de se esfarelar com tanta tentativa frustrada. Mas há boas soluções, e ainda por cima simples, bonitas e com um toque de sofisticação. E não tem de ser um artigo caro e profissional. Basta um mais barato como o que mostro na foto, e que tenho em minha casa. Faz um brilharete de tão fácil que é. Vejam o vídeo:

Para saberem mais sobre a origem e a história dos saca-rolhas, vão ao site de Le Creuset. Ou então é só clicar aqui. Não custa nada! É como abrir uma garrafa sem esforço e num piscar de olhos. Mas, para os mais abonados, e com aspirações mais pro, eis um vídeo elucidativo:

Very short version in english:

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Esquadrões de combate às cáries dentárias.

Desde há cerca de 2 anos e meio que tenho andado num virote de regeneração/renovação. É algo que me tem saído do pêlo e da carteira. Espero que em breve compense ainda mais, se bem que há um outro obstáculo a contornar/superar, mas que eu não irei abordar aqui (se bem que está ligado à minha parte profissional).

Serei o Bruno 2.0? Ok, nem tanto. Mas deve andar aí pelo Bruno 1.6 ou 1.7. É um bom upgrade, admito. Mas sou capaz de mais.

E o que tem a ver o combate à cárie com isto? Bem, tem tudo. Digamos que descobri há pouco mais de 1 ano que a minha saúde dentária e bucal estava cheia de sorrisos amarelos. Aparentava estar bem, mas não estava. Sendo assim, eis que tenho passado a vida no dentista, o que é algo que tem causado calafrios à minha conta bancária. Adiante…

Sendo assim, qual Captain Kirk, orgulhoso da sua Enterprise, aqui vos apresento a minha mais recente frota capaz eliminar toda a espécie de cárie entre os espaços interdentários. Tal como mostrei num post publicado neste blog, tenho bombardeiros, caças, e também carros de assalto e de intrusão/expulsão.

O caça é uma escova Aquafresh, de cerdas de rigidez média. Os carros de assalto são escovilhões Elgydium, bastante eficazes para actuarem sem misericórdia nos espaços entre dentes e gengivas. Há ainda uma espécie de carro de assalto e limpeza, que é uma escova Gum de um só tufo de cerdas rígidas. Não se iludam em relação a esta última escova. Pode ter nome de pastilha elástica (chewing gum) mas tem uma aplicação muito diferente e cirúrgica.

Prontos para limpar e conquistar o espaço interdentário? Eu e o Captain Kirk estamos!

Medalha de ouro nas Olimpíadas da arrumação.

Tupperware nos Jogos Olímpicos?

Vamos jogar às arrumações no frigorífico. Quem tem Tupperware ganha estas Olimpíadas?

Lá em casa quem é que trata das arrumações? É uma tarefa conjunta ou é esforço de um só sacrificado? E no momento de pôr as compras da casa no sítio quem é que se chega à frente? Ah, e as sobras das refeições vão para o lixo ou será que é tudo malta conscenciosa que acondiciona os restos no frigorífico? Quem opta por esta segunda hipótese é gente que dá valor ao que compra e ao que gasta, e que sabe que a comida dura mais tempo quando devidamente guardada em recipientes específicos.

Ui, tanta treta para dizer que todos nós temos em casa artigos Tupperware (ou de marcas similares), que são bem úteis e ergonómicos no que toca a arrumar alimentos ou a qualquer outra coisa. E é tão simples, que se faz sem esforço e depois é só encaixar as caixas no frigorífico de uma forma mais fácil do que jogar tetris.

Mas isto das arrumações tem muito que se lhe diga. A propósito, quem melhor arruma bagagem num carro? As mulheres ou os homens?

Ah, e arrumar a loiça na máquina? Numa outra vida era eu quem arrumava a loiça na máquina e não permitia que mais ninguém o fizesse. Hoje já não tenho esse problema, porque não tenho máquina de lavar pratos, talheres e tudo o resto. Mas tomem lá um filme com dicas para eles… e para elas (que provavelmente têm menos jeito para esta tarefa, digo eu em jeito de provocação):

O utensílio dos 7 instrumentos.

Como já referi algures neste blog, todo o gajo que se preze gosta de gadgets e de utensílios que possam ser úteis mas que também sejam capazes de ampliar as capacidade de cada rapaz pragmático e sedento de resultados que há em cada um de nós.

Se formos dados a interpretações psicológicas mais ou menos freudianas, até podemos ir mais longe e dizer que uma ferramenta, um automóvel, um mecanismo controlado por um homem é, nada mais nada menos, do que a extensão do seu pénis. É discutível, é certo, mas muitas vezes isso não anda longe da realidade (é ver a forma como os carros desportivos atiçam o super-macho às do volante em todo o homem que se preze). Ok, repito uma vez mais, é discutível.

Antes que me despiste de vez, uma pergunta para o sexo masculino? Quem é que tem um canivete suíço? Aposto que 9 em 10 homens tem um algures. E se não tem deveria ter! Dá um jeitaço do caraças, acreditem. Pode ser útil em casa, ou fora dela, seja a acampar ou noutra qualquer actividade outdoor.

O meu canivete suíço foi uma oferta de aniversário (há mais de 25 anos!) de um amigo meu (que por acaso celebra hoje o seu aniversário). É um Victorinox, claro, a célebre marca suíca. É pequeno, polivalente — com duas lâminas, um saca-rolhas, um abre-latas e levanta-caricas, uma tesoura, mais duas cenas que não sei para que servem, e ainda uma pinça e um palito! É uma maravilha, com um design simples e retro mas sempre intemporal. E arruma-se numa fantástica bolsinha de cabedal, que dá para transportar num cinto.

Garotas, amigos do coração, estes canivetes são uma bela prenda, principalmente para quem gosta de actividades ao ar livre, mas que dão um jeitão em todo o lado.

Vamos lá, rapazes. Saibam dar bom uso a esta ferramenta. Nas vossas mãos podem ter um produto que já é uma lenda. E quando é assim, merece um filme épico:

Tirar as medidas.

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Medidor de distâncias a laser Einhell.

Os homens têm a mania que são bons nisso. Em tirar as medidas. Acho que as mulheres são melhores. Falo na avaliação de personalidades, claro. Mas, se virarmos o bico ao prego, acho que os homens dão-se melhor com gadgets e ferramentas. E, a muitas mulheres, dá um jeitaço ter um tipo em casa capaz de montar um móvel, substituir uma lâmpada, consertar um estore. Uma coisa qualquer, desde que façam.

Ok, vou ser acusado de sexista. As mulheres também são capazes de fazer pequenos concertos ou pôr uma estante do IKEA de pé. Mas muitos homens têm um secreto desejo: ter uma oficina lá em casa, no anexo, na garagem, seja onde for. Calculo que possa ser relaxante, tipo ir à pesca. No meu caso não me enquadro em nenhuma dessas categorias. Sempre fui mauzito em trabalhos manuais e no que toca à pesca só mesmo de garfo em riste para levar à boca um delicioso pedaço de peixe.

Voltando ao início: sei tirar as medidas, e agora nem preciso de fita métrica. Basta um medidor de distâncias/áreas e pronto. Tal como o que mostro na foto. Um dia poderei explicar porque o uso agora. Vá lá, nada de conclusões patetas e maliciosas. É apenas um gadget útil. E até há um top 10! Vejam o vídeo…