É boss a marcar.

É preciso sublinhar isto: quando é para realçar uma palavra ou uma frase não há nada como um marcador Stabilo Boss Original. São úteis, adaptam-se bem a qualquer mão, têm um design bem cool, e, no meu caso, gramo à brava o som viciante quando se fecha a tampa (eu passo a vida a abrir e fechar o raio do meu marcador verde).

Na foto o Stabilo Boss está em boa companhia. Tem sempre por perto uma Parker Jotter (já falei dela aqui). É uma dupla imbatível. A caneta escreve e rabisca, o marcador destaca o que é mais importante e urgente.  E eu fico mais contente.

E eis um vídeo marcante:

Annapurna à la table.

Depois do sal, continuo nas alturas. Lá para os lados dos Himalaias. E com a gastronomia em pano de fundo. Não subi a nenhum cume estratosférico, mas fui até ao Annapurna. Não fiquem com vertigens. É “apenas” um simples e pacato restaurante nepalês, na Rua Angelina Vidal, antes de chegar à Graça e a Sapadores.

Eu não percebo nada da culinária dessa zona do mundo (como se eu percebesse alguma coisa da culinária de outras paragens) mas, por recomendação de uma pessoa conhecida, um dia destes almocei lá. Acho que tanto as entradas como os pratos do menu são o que de mais habitual há neste tipo de restaurantes, mas vamos ao que interessa: a comidinha.

A abrir um papari, que é algo que aprecio bastante, tanto pelo sabor, como pelo estaladiço da coisa. Depois foram mais olhos que barriga: pedi um garlic naan mas veio com 4 grandes fatias. Resultado, comi duas e pedi para embrulhar as restantes para levar. O problema é que as meti na mochila e sempre que a abria soltava-se um inevitável perfume a alho. Adiante…

O prato principal foi frango com lentilhas, com uma molhanga espessa (ai o meu colesterol), devidamente acompanhado com arroz branco. A bebida foi mesmo água, para que nada de etílico escalasse até à minha tola. Ah, e os preços são rasteirinhos, nada de esvaziar a carteira lá nos píncaros.

Como apontamento final, este restaurante não está só. Há uma cordilheira de 3 picos gastronómicos. Um em Arroios, na Av. Almirante Reis, outro em Almada e este, perto da Graça e de Sapadores, como já referi.

Tenham uma boa escalada de apetites. Vão até ao(s) Annapurna(s), de preferência sem mochilas carregadas de garlic naan.

E agora um vídeo sobre o Annapurna original, cortesia dos relógios Rolex:

Tablet? Só se for de chocolate.

Este é o 1º post neste blog em que não serei muito generoso com um produto (mas não com a marca). Tenho um tablet. É um Samsung SM-T705 Galaxy Tab S 10.5 (isto é a denominação completa!). Foi uma oferta. Eu explico: dei este tablet a alguém, que depois mo deu de volta (não vou contar o porquê da coisa, como devem calcular).

É bonitinho, tem uma óptima imagem, o tamanho é adequado para ver vídeos e andar nos chats, tira boas fotos. Acontece que devo ter tido algum azar com ele: a bateria vai-se num instante e, pior do que isso, desliga-se sem mais nem menos quando a bateria chega abaixo dos 50%. Desliga-se mas reinicia-se. Mas depois não sai do mesmo. É uma gaita! Não o mandei para a garantia porque quando ele começou neste apaga-apaga já a garantia tinha expirado.

Mas isto levanta uma outra questão: os tablets são mesmo necessários? Eu acho que não e explico porquê:

  1. Porque raio preciso de um tablet se eu tenho um smartphone gigante, que faz tudo o que o tablet faz e ainda melhor?
  2. Porque raio preciso de um tablet se tenho um laptop pequeno e leve, e que me proporciona mais funcionalidades do que o tablet?

Convenhamos, não vejo ninguém a fazer chamadas, nem a escrever textos ou fazer tabelas de excel, num tablet. Por isso, levanto de novo a questão: tablets para quê? Por mim só se for de chocolate. Mas negro, se faz favor.

Ok, porque não quero ser muito tendencioso, eis aqui dois vídeos com as vantagens e as desvantagens dos laptops e dos tablets:

Tic-tac, tic-tac, tic-tac…

Swatch Irony Chrono YCS4004AG:AL

Swatch Irony Chrono YCS4004AG/AL, mas sem a bracelete original (esta é de borracha).

A partir de um certo momento da sua vida começou a viver com o Big Ben dentro de si (de uma forma metafórica, como é fácil de perceber). Os ponteiros do mostrador sempre avançaram na mesma direcção, mas tinha a sensação que agora se movimentavam de uma forma mais rápida e fluida. Ouviu nas notícias algo sobre a mudança do mecanismo do famoso ícone de Londres. Mas era capaz de ser um boato. Ou então tinha sonhado com isso. Seja como for, queria continuar a viver com estilo, mesmo se o Big Ben resolvesse parar num estático segundo. Foi então que se lembrou de um relógio de pulso antigo. Ainda funcionava e, como sempre, atrasava-se. Não hesitou. A partir desse momento nunca mais o tirou do pulso. Tinha descoberto a poção do seu rejuvenescimento.

E agora uma música que nos fala do, por vezes, inevitável desacerto da vida:

 

Screw it! But gently…

DSC_1204

Saca-rolhas Screwpull. Uma forma fácil e elegante de tirar a rolha de uma garrafa de vinho.

Para muitos, sacar a rolha de uma garrafa pode ser um pesadelo. Um saca-rolhas tradicional não é fácil de usar, tem de se fazer muita força, pode magoar os dedos e a rolha corre o risco de se esfarelar com tanta tentativa frustrada. Mas há boas soluções, e ainda por cima simples, bonitas e com um toque de sofisticação. E não tem de ser um artigo caro e profissional. Basta um mais barato como o que mostro na foto, e que tenho em minha casa. Faz um brilharete de tão fácil que é. Vejam o vídeo:

Para saberem mais sobre a origem e a história dos saca-rolhas, vão ao site de Le Creuset. Ou então é só clicar aqui. Não custa nada! É como abrir uma garrafa sem esforço e num piscar de olhos. Mas, para os mais abonados, e com aspirações mais pro, eis um vídeo elucidativo:

Very short version in english:

Continue reading

Esquadrões de combate às cáries dentárias.

Desde há cerca de 2 anos e meio que tenho andado num virote de regeneração/renovação. É algo que me tem saído do pêlo e da carteira. Espero que em breve compense ainda mais, se bem que há um outro obstáculo a contornar/superar, mas que eu não irei abordar aqui (se bem que está ligado à minha parte profissional).

Serei o Bruno 2.0? Ok, nem tanto. Mas deve andar aí pelo Bruno 1.6 ou 1.7. É um bom upgrade, admito. Mas sou capaz de mais.

E o que tem a ver o combate à cárie com isto? Bem, tem tudo. Digamos que descobri há pouco mais de 1 ano que a minha saúde dentária e bucal estava cheia de sorrisos amarelos. Aparentava estar bem, mas não estava. Sendo assim, eis que tenho passado a vida no dentista, o que é algo que tem causado calafrios à minha conta bancária. Adiante…

Sendo assim, qual Captain Kirk, orgulhoso da sua Enterprise, aqui vos apresento a minha mais recente frota capaz eliminar toda a espécie de cárie entre os espaços interdentários. Tal como mostrei num post publicado neste blog, tenho bombardeiros, caças, e também carros de assalto e de intrusão/expulsão.

O caça é uma escova Aquafresh, de cerdas de rigidez média. Os carros de assalto são escovilhões Elgydium, bastante eficazes para actuarem sem misericórdia nos espaços entre dentes e gengivas. Há ainda uma espécie de carro de assalto e limpeza, que é uma escova Gum de um só tufo de cerdas rígidas. Não se iludam em relação a esta última escova. Pode ter nome de pastilha elástica (chewing gum) mas tem uma aplicação muito diferente e cirúrgica.

Prontos para limpar e conquistar o espaço interdentário? Eu e o Captain Kirk estamos!

Medalha de ouro nas Olimpíadas da arrumação.

Tupperware nos Jogos Olímpicos?

Vamos jogar às arrumações no frigorífico. Quem tem Tupperware ganha estas Olimpíadas?

Lá em casa quem é que trata das arrumações? É uma tarefa conjunta ou é esforço de um só sacrificado? E no momento de pôr as compras da casa no sítio quem é que se chega à frente? Ah, e as sobras das refeições vão para o lixo ou será que é tudo malta conscenciosa que acondiciona os restos no frigorífico? Quem opta por esta segunda hipótese é gente que dá valor ao que compra e ao que gasta, e que sabe que a comida dura mais tempo quando devidamente guardada em recipientes específicos.

Ui, tanta treta para dizer que todos nós temos em casa artigos Tupperware (ou de marcas similares), que são bem úteis e ergonómicos no que toca a arrumar alimentos ou a qualquer outra coisa. E é tão simples, que se faz sem esforço e depois é só encaixar as caixas no frigorífico de uma forma mais fácil do que jogar tetris.

Mas isto das arrumações tem muito que se lhe diga. A propósito, quem melhor arruma bagagem num carro? As mulheres ou os homens?

Ah, e arrumar a loiça na máquina? Numa outra vida era eu quem arrumava a loiça na máquina e não permitia que mais ninguém o fizesse. Hoje já não tenho esse problema, porque não tenho máquina de lavar pratos, talheres e tudo o resto. Mas tomem lá um filme com dicas para eles… e para elas (que provavelmente têm menos jeito para esta tarefa, digo eu em jeito de provocação):