Medalha de ouro nas Olimpíadas da arrumação.

Tupperware nos Jogos Olímpicos?

Vamos jogar às arrumações no frigorífico. Quem tem Tupperware ganha estas Olimpíadas?

Lá em casa quem é que trata das arrumações? É uma tarefa conjunta ou é esforço de um só sacrificado? E no momento de pôr as compras da casa no sítio quem é que se chega à frente? Ah, e as sobras das refeições vão para o lixo ou será que é tudo malta conscenciosa que acondiciona os restos no frigorífico? Quem opta por esta segunda hipótese é gente que dá valor ao que compra e ao que gasta, e que sabe que a comida dura mais tempo quando devidamente guardada em recipientes específicos.

Ui, tanta treta para dizer que todos nós temos em casa artigos Tupperware (ou de marcas similares), que são bem úteis e ergonómicos no que toca a arrumar alimentos ou a qualquer outra coisa. E é tão simples, que se faz sem esforço e depois é só encaixar as caixas no frigorífico de uma forma mais fácil do que jogar tetris.

Mas isto das arrumações tem muito que se lhe diga. A propósito, quem melhor arruma bagagem num carro? As mulheres ou os homens?

Ah, e arrumar a loiça na máquina? Numa outra vida era eu quem arrumava a loiça na máquina e não permitia que mais ninguém o fizesse. Hoje já não tenho esse problema, porque não tenho máquina de lavar pratos, talheres e tudo o resto. Mas tomem lá um filme com dicas para eles… e para elas (que provavelmente têm menos jeito para esta tarefa, digo eu em jeito de provocação):

O utensílio dos 7 instrumentos.

Como já referi algures neste blog, todo o gajo que se preze gosta de gadgets e de utensílios que possam ser úteis mas que também sejam capazes de ampliar as capacidade de cada rapaz pragmático e sedento de resultados que há em cada um de nós.

Se formos dados a interpretações psicológicas mais ou menos freudianas, até podemos ir mais longe e dizer que uma ferramenta, um automóvel, um mecanismo controlado por um homem é, nada mais nada menos, do que a extensão do seu pénis. É discutível, é certo, mas muitas vezes isso não anda longe da realidade (é ver a forma como os carros desportivos atiçam o super-macho às do volante em todo o homem que se preze). Ok, repito uma vez mais, é discutível.

Antes que me despiste de vez, uma pergunta para o sexo masculino? Quem é que tem um canivete suíço? Aposto que 9 em 10 homens tem um algures. E se não tem deveria ter! Dá um jeitaço do caraças, acreditem. Pode ser útil em casa, ou fora dela, seja a acampar ou noutra qualquer actividade outdoor.

O meu canivete suíço foi uma oferta de aniversário (há mais de 25 anos!) de um amigo meu (que por acaso celebra hoje o seu aniversário). É um Victorinox, claro, a célebre marca suíca. É pequeno, polivalente — com duas lâminas, um saca-rolhas, um abre-latas e levanta-caricas, uma tesoura, mais duas cenas que não sei para que servem, e ainda uma pinça e um palito! É uma maravilha, com um design simples e retro mas sempre intemporal. E arruma-se numa fantástica bolsinha de cabedal, que dá para transportar num cinto.

Garotas, amigos do coração, estes canivetes são uma bela prenda, principalmente para quem gosta de actividades ao ar livre, mas que dão um jeitão em todo o lado.

Vamos lá, rapazes. Saibam dar bom uso a esta ferramenta. Nas vossas mãos podem ter um produto que já é uma lenda. E quando é assim, merece um filme épico:

Tirar as medidas.

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Medidor de distâncias a laser Einhell.

Os homens têm a mania que são bons nisso. Em tirar as medidas. Acho que as mulheres são melhores. Falo na avaliação de personalidades, claro. Mas, se virarmos o bico ao prego, acho que os homens dão-se melhor com gadgets e ferramentas. E, a muitas mulheres, dá um jeitaço ter um tipo em casa capaz de montar um móvel, substituir uma lâmpada, consertar um estore. Uma coisa qualquer, desde que façam.

Ok, vou ser acusado de sexista. As mulheres também são capazes de fazer pequenos concertos ou pôr uma estante do IKEA de pé. Mas muitos homens têm um secreto desejo: ter uma oficina lá em casa, no anexo, na garagem, seja onde for. Calculo que possa ser relaxante, tipo ir à pesca. No meu caso não me enquadro em nenhuma dessas categorias. Sempre fui mauzito em trabalhos manuais e no que toca à pesca só mesmo de garfo em riste para levar à boca um delicioso pedaço de peixe.

Voltando ao início: sei tirar as medidas, e agora nem preciso de fita métrica. Basta um medidor de distâncias/áreas e pronto. Tal como o que mostro na foto. Um dia poderei explicar porque o uso agora. Vá lá, nada de conclusões patetas e maliciosas. É apenas um gadget útil. E até há um top 10! Vejam o vídeo…

 

Penetra e lubrifica.

 

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Imagem tirada daqui.

Não sejam maldosos/as! Este é um óleo que todas as pessoas devem ter em casa. Dá muito jeito. E não, não é para “aquilo” que estão a pensar. Há uma dobradiça a chiar? A bicicleta do miúdo está a precisar de óleo na corrente? A fechadura da porta do quarto custa a rodar? Ora então apliquem e lubrifiquem. É de penetração rápida. Por isso é que é conhecido como penetrating oil. E sem insinuações picantes. Mas descansem, um dia irei falar de óleos mais específicos. Aliás, já falei aqui e aqui também. E pronto, relaxem um pouco, mas agora eis um vídeo de uma massagem com um óleo diferente:

Hi-Fi with Wi-Fi. Why not to try?

Serve o trocadilho do título (em inglês) deste post para dizer que eu, como muitos gajos, damos muito valor a ter uma aparelhagem sonora a bombar, com ligação à TV, à consola de jogos e agora também à internet. É um blast total!

Tudo isto é levado a um outro nível com a introdução das Smart TV, que possibilitam uma sincronização com os smartphones e gadgets afins. O delírio é completo: vê-se televisão num home theater system, navega-se na www nela, ligam-se os telemóveis, os portáteis, os tablets, jogam-se jogos a partir das consolas, etc.

Cá em casa é simples. A TV é uma LG Ultra HD, o sistema de vídeo e som é um (ainda) fantástico JVC e a Playstation é uma “velhinha” PS2. Os nossos sentidos agradecem as experiências visuais e sonoras, os vizinhos é que podem não achar muito piada mas isso é outra história…

E agora vamos a uma experiência sensorial em 4K:

 

O forno de um homem só.

É muito simples: é um microondas. Um gajo chega a casa. Está vazia. Há comida no frigorífico, ou então vai mesmo uma refeição saída do congelador. E para onde vão esses acepipes? Para o microondas! Mas, rapazes, não fiquem tristes como uns cãezinhos abandonados. As mulheres fazem o mesmo! Ou então sacam do frigorífico um gelado ou um iogurte e lá vai disto. Ok, podem ser mais inteligentes e até comem uma sopa. Mas onde a aquecem? No microondas, obviamente!

Ok, o microondas para nós (gajos) está como a Bimby para as mulheres. É rápido, não dá grandes chatices, nem requisitos de grande chef, e toma lá que já almoçaste (ou jantaste).

Se eu tenho micoondas? Que pergunta idiota! É um Samsung, é forrado a cerâmica e porta-se bem na descongelação e no aquecimento. O que é que se quer mais? Só de for uma RealDoll à sobremesa, mas isso é para quem uma relação de carne e osso já não aquece nem arrefece. Mas pode ser mais fiável. Tal como um microondas.

Bons apetites! E já agora espantem-se (ou não) com estas bonecas…

 

O som do prazer…

No que toca ao prazer, o mercado dos sentidos tem sempre novidades para mostrar. Eu desconhecia esta (como se eu fosse um expert nesta matéria). Dei com ela porque andei a pesquisar algo que pudesse apimentar o meu blog. Mas algo com utilidade e sentido. E este “brinquedo” foi música para os meus ouvidos. A marca é a LELO mas acho que não se vende nas feiras (só se for nas feiras para adultos). O modelo é o SONA, e é um massajador sónico clitoriano. Epá, o que é isso? Simples. É só ler os links e pronto! Ah, e há um modelo ainda mais sofisticado: o SONA Cruise. Se isto não é música para os vossos ouvidos, então eu acho que vocês são tudo menos melómanos.

Que a surdez não vos toque na hora da sinfonia do amor e do sexo. Com ajuda do maestro LELO provavelmente haverá muitas melodias para vos levar até às estrelas…

BIS, BRAVO, BIS!

E tomem lá outro filme:

PS: não experimentei este produto nem conheço ninguém que o tenha experimentado.