Já há Casas no Horizonte.

Sim, é verdade. Acabei de criar uma página da minha actividade, no facebook. E é sobre casas. Não são minhas. São dos meus clientes. Para vender. Pode lá estar a tua. E vai haver dicas, fotos, filmes e muito mais. Será um mundo. Como uma casa, para que te sintas bem, como se estivesses no teu sofá. Abre uma porta, uma janela e vê. No teu horizonte pode estar uma casa. A tua.

A curiosa história do Bruno de Tinóni e Companhia.

Eu nunca vi Tinóni e Companhia. Quando essa série didáctica de conselhos para os mais novos passou na televisão já eu era mais que adulto. Mas o engraçado é que o nome de Bruno de Tinóni e Companhia foi escolhido em minha honra e por minha causa!

Eu explico: Trabalhava eu numa agência de publicidade quando criei a dinâmica e os textos de uma espécie de Jogo da Glória para o Tinóni. No decorrer do processo, e no momento de atribuir nomes a algumas personagens, o meu patrão da altura (porventura agradado com o meu trabalho) resolveu baptizar uma delas com o nome de Bruno. E assim ficou.

E agora eis um vídeo com a origem do nome de uma das mais conhecidas marcas de automóveis:

Quando o passado é música para os ouvidos.

Este é um post um pouco fora do normal. Talvez por ser um pouco mais pessoal (desculpem a rima, mas fluiu assim). Eu que até não sou muito saudosista — eventualmente com o avançar da idade irei ficar mais — fui objecto de uma apreciação curiosa, hoje mesmo. E foi através do Messenger. Alguém que eu ainda tinha na memória (uma miúda baixinha e simpática e que falava muito comigo no Liceu de Sintra, e pela qual tive um crush não correspondido), escreveu a seguinte coisa sobre mim:

Já vi que tens um blogue e continuas com músicas 😊😊😊 Eras mesmo o rapaz da música… o entendido

Delicioso, não é? E continua a ser verdade! Não é reconhecimento, é algo meu que está na memória de alguém. E isso é uma doce melodia.

Obrigado!

E para quem fez essa observação, fica aqui uma música de uma banda que na altura pouca gente conhecia e que agora é sobejamente referenciada:

Semente na planta dos pés.

É mais conhecida como uma marca de pranchas de surf. Mas também tem (ou teve) artigos mais vocacionados para a terra do que para o mar.

Chama-se Semente. Criada em território nacional, anda a bombar desde 1982!

O mais curioso é que já há uns bons anos (acho que mais de 10) eu tenho uma botas desta marca. Não sei se ainda as produzem, mas com um bom tratamento de sebo ou produto similar, não há chuva que entre nelas. Para além de que são confortáveis e dão um andar cool.

E agora um filme sobre a produção das pranchas:

Almoço de Natal saboroso, divertido e perfumado.

O que é que não rima com Natal mas que está ligado a ele? COMIDA! Mas, como muita comida, o que conta é o que está por trás dela. Se for confeccionada com amor nós notamos. E à mesa, num almoço de família, ou com amigos mais chegados, nós vamos reconhecer isso. Ok, quando somos miúdos torcemos o nariz a alguns pratos, mas mais tarde, já crescidinhos, esses sabores despertarão em nós memórias de momentos bem passados junto àqueles que mais amamos. E o Natal é um desses momentos inesquecíveis, diga-se o que se disser.

Este almoço de 25 de Dezembro não foi excepção. E pela 1ª vez a minha mãe poupou-se um pouco na cozinha, mas teve olho para encomendar no Pingo Doce um borrego fatiado que estava delicioso, que ainda por cima vinha num recipiente que vai ao forno! E a bom preço, e em quantidade apreciável. O acompanhamento foi um puré de batata enriquecido (um dia destes explico, se souber) e uma divinal tatin de cebola, chalota, essa feita pela minha mãe. Miam!

A sobremesa foi um bolo de amêndoa e gila. Pornograficamente bom, também feito pela minha mãe. E nem vou falar dos vinhos que o meu pai nos proporciona. São sempre killer wines!

Sendo Natal, a “coisa” mete sempre prendas. Em termos de presentes, eu actualmente acho que o Natal é feito para as crianças. E o ponto alto deste nosso Natal foi a oferta de um Hatchimals Hatchibabies à sobrinha do meu irmão Gonçalo. Todos deliraram com o presente. Mas vejam o vídeo e irão perceber o que é:

Eu não preciso nada, nem quero nada de especial. Mas oferecemos ao meu pai um pack de 3 cervejas envelhecidas da 8ª Colina (que afinal também já tinha comprado, GRRR). E a minha mãe ofereceu-me um coffret com a minha marca favorita de perfumes masculinos e afins: Issey Miyake(já falei aqui e aqui)

Issey Miyake coffret.

Et voilá! E agora para sair no mood e em beleza, tomem lá umas musiquinhas natalícias cantadas pelo Frank e pelo Nat:

Natal: sempre diferente, sempre igual.

Pagão e consumista? Espiritual, divertido e acolhedor? O Pai Natal é o que quiser.

Todos os anos é sempre a mesma coisa. Mas será? Basicamente o Natal tem 2 vertentes (ok, tem uma 3ª mas que acho estar algo diluída): O aconchego da família; a vertigem das prendas e do consumo.

Vamos à 1ª: bem, o Natal é a festa da família. E aqui o principal alvo e motivo de magia desta estação são as crianças. É por elas que existe um senhor que anda de trenó e distribui prendas. É uma treta? É. Mas é uma treta do mundo da magia e acho que isso é essencial e importante. E nada paga um sorriso aberto e uns olhos esbugalhados no momento de se abrirem as prendas.

A 2ª vertente por vezes assume o carácter de obrigação e isso é algo que me lixa. E também pode lixar a carteira. Por isso, tento nas prendas. Uma graça e um postal podem ser mais importantes que uma cena XPTO e que depois fica escondida a um canto. Experimentem o amigo secreto e tudo fica mais divertido e em conta.

A 3ª vertente ainda tem algum peso e sentido num país como o nosso, maioritariamente católico. Mas aí é a figura do Menino Jesus e do Presépio que têm a sua razão de ser. E à volta desta tradição religiosa outro universo e abordagem se constroem, mas que cada vez mais se mistura com a presença do senhor vestido de vermelho. Toda a gente agradece e todos ficam contentes. Afinal é Natal.

E agora um vídeo sobre uma possível evolução deste sujeito bem disposto e de mãos mais ou menos largas (consoante as possibilidades das carteiras):