Era uma vez… no Fábulas Café.

No interior do Fábulas Café. Mesas postas para refeições.

Faz todo o sentido começar este post assim: era uma vez… E porquê? Porque fui ao Fábulas Café (não é a 1ª vez). Apesar de estar muito central — num charmoso pátio interior, entre a Rua Garret e a Calçada Nova de São Francisco — é um espaço muito calmo, com várias salas e recantos. A tranquilidade é ainda maior porque lá dentro as redes móveis ficam inoperacionais, tal é a espessura das suas paredes. O stress fica à porta.

Tem carta de comes. Mas também há bebes. Nunca tive o gosto de lá ter provado uma refeição, mas acho que está bem referenciado e tem opções vegetarianas, para quem não quiser entrar no reino da carne. No Fábulas só pode mesmo entrar a conversa mais íntima e o convívio entre amigos. Ninguém poderá ficar agarrado ao telemóvel. Até porque não faz nenhuma falta. E para quem receia não ter uma boa conversa sempre pode inventar uma história. Ou uma fábula, pois este é local apropriado para tal.

E agora tomem lá um desenho animado com uma fábula bem conhecida:

Have a nice trip.

Já coloquei neste blog alguns posts com variadas alusões musicais. Este vai por inteiro para uma obra-prima sonora: Pink Floyd – Live at Pompeii.

Quem conhece os meus gostos musicais sabe bem que fugi do prog rock como o diabo da cruz. Mas, o mais interessante, é que a minha viagem pelo mundo da música começou muito por aí.

Não é fácil de ver e ouvir mas, se estiverem no mood certo, não deixem de embarcar nesta viagem sonora e visual. Enjoy (tal como remato na minha página musical do facebook, BBC Jukebox).

Renova(r) é necessário.

Todos nós somos recicláveis. Tem a ver com o circuito da vida e da morte. Mesmo quando partimos para outro mundo (seja ele qual for), os nossos átomos andarão por cá praticamente para sempre.

É um pensamento estranho, mas é assim, científico. Se nós somos recicláveis, obviamente que tudo o mais também o é, que não haja dúvidas disso. Por isso, não é descabido que um simples papel higiénico também possa ser produzido a partir de “fibras que já viveram uma vida anterior” (palavras escritas na embalagem do papel higiénico Renova recycled).

Por ser um assunto sensível, e dado a comentários maliciosos, ao longo dos anos esta marca tem inovado nos seus produtos, galgando fronteiras, quebrado tabus e conferindo glamour ao produto comercializado. A Renova é mesmo um case study. Tem design, tem cor (muitas) e até pretensões artísticas (vejam o vídeo):

Não, não é um produto de m****. Renovou-se ao longo dos tempos, tal como nós por vezes também temos necessidade de fazer nas nossas vidas.

PS: infelizmente tenho tido menos tempo para novas publicações neste blog, mas ele continua bem vivo e periodicamente renova-se.

Descobre as diferenças.

Gosto de me armar em detective. E, possivelmente, tenho algum jeito (passe a presunção). De qualquer das formas, este post é apenas um desafio: estas duas pessoas são a mesma? Não vou dizer quem são (ou é), nem dar mais detalhes. Tirem as vossas conclusões e enviem email para marcadomem@gmail.com

Obrigado.

E agora segue vídeo a condizer com a temática da espionagem:

Sempre em construção.

Ao longo da vida estamos sempre em construção, tentando ter boas infra-estruturas para depois o edifício não abanar quando estiver a crescer. Ou quando tiver terminado, sem medo das borrascas mais intensas. Mas elas acontecem, e por vezes tudo abana. Importa é que a construção fique de pé, tapando-se as rachas e as fissuras que ficaram como provas das intempéries.

Tal como na natureza, também na vida há ventos e ventos. Os que hoje parecem ser adversos amanhã podem ser favoráveis. E vice-versa. Por vezes é tudo uma questão de momento. Mas quase tudo tem a sua lógica mesmo que por vezes se opte com o coração. Ou será o contrário? Primeiro vem o instinto e a seguir é que damos uma lógica a isso? Lá está, é como o vento, como as correntes. Como a vida. Sempre em permanente movimento e (des)construção.

E, como se diz metaforicamente, quando se fecha uma porta, abre-se uma janela. Ou outra porta. É entrar, por favor.

PS: este post teve a participação da Homebook e de dois dos seus imóveis (ver aqui e aqui). As fantásticas fotos são da Sara Ferreira.

2hot 2handle? Get a sun protection.

Protectores Solares Garnier

Garnier Ambre Solaire protectores solares 50+. Duas versões: formato poupança e crianças.

Está um calor que não se pode. O conveniente é ficar à sombra ou no ar condicionado (para mim só em último caso), beber muitos líquidos (água, de preferência). Quem se atreve ao Sol, e para os clarinhos como eu, é essencial aplicar um protector solar, mas daqueles bons e com um elevado SPF (sun protection factor, isto para ser mais fino).

Alguns especialistas dizem que não há grande diferença entre um SPF 15, 30 e 50+ mas nunca fiando. Eu uso 50+ porque não vou cá em facilitismos. E uso também um baton protector para os lábios, pois o sol dá cabo deles e sou muito propenso a herpes labial.

Ok, vão lá aproveitar o Sol e dar uns belos mergulhos, mas o Sol é com parcimónia e os mergulhos não (só se forem doidos suficientes para mergulharem numa banheira, algo que desaconselho).

Enjoy the sun! Mas com a devida protecção…

E agora um vídeo com uma canção quente e brilhante:

Mas que tem o respectivo antídoto: