Um pedaço de história num pin.

Pin com um pedaço do Muro de Berlim.

O Muro de Berlim caiu há 30 anos. Foi um acontecimento histórico, obviamente. Não assisti ao vivo mas dei-me conta da sua importância, até para se pensar que se poderá (ou poderia?) ter um mundo melhor, numa altura em que se falam de novos muros, reais ou metafóricos.

Uma grande amiga minha, que é alemã, resolveu fazer uma festinha comemorativa dos 30 anos da sua queda. E, gentilmente, os convidados tiveram uma oferta que é uma relíquia: a oferta de um pin/badge com um pedacinho real do muro!

Para muitos foi um virar de página necessário. Para outros um erro. Mas erro maior seria ter um anacromismo destes numa Europa que uma vez mais parece estar num rumo errático, e com a extrema-direita a piscar o olho e novos muros. Sim, os extremos por vezes podem-se tocar. E sim, faz todo o sentido repetir um lugar-comum: no meio é que está a virtude.

E eis um vídeo sem muros:

Há dois anos soei assim.

Ouvindo em retrospectiva, esta Hora do Bolo até que foi bem cozinhada. O mais engraçado é que foi feita a pensar numa certa pessoa, mas o resultado foi ter encontrado outra pessoa que se deixou cativar por ela. E que agora também já não está comigo.

A história que se conta entre as canções ainda é perfeitamente actual. O bolo desfez-se e eu ando a comer os restos sozinho. GRRRR!

Só por causa disso tomem lá uma turca (sabendo que uma certa rainha persa já não faz parte desta história):

Acerca dos rótulos.

As marcas definem quem tu és? (foto retirada daqui)

Nunca julgues um livro pela sua capa. É uma bela máxima. Mas todos nós, de uma forma ou outra, já julgámos (e certamente ainda julgamos) os outros pela sua aparência, por aquilo que vestem, pelos carros que conduzem, pelos sítios que frequentam, etc.

O que é certo é muitas vezes podemos fazer juízos de valor precipitados e atirar a priori uma pessoa para um qualquer compartimento hermético e encerrá-la aí como que numa prisão da qual nunca terá hipóteses de se evadir (pelo menos os outros não lhe concederão essa fuga tão facilmente).

Vem isto a propósito de que um dia destes fiquei com a sensação que alguém me fechou numa gaveta qualquer, sem que eu tivesse tido muita hipótese de contraditório. Não é grave (pelo menos neste caso não é, e até esboço um sorriso).

Ok, vamos a um caso prático:

— És copy*? Ok, então só ouves a Radar, e a música que eles passam põe-me nervosa.

*(diminutivo de copywriter, o mesmo que redactor publicitário)

Posso aferir em causa própria que algumas profissões e actividades têm traços comuns de gostos e de indumentárias, mas daí até sermos todos iguais e apreciarmos o mesmo vai uma grande distância. E eu não ouço só a Radar! E esta estação radiofónica também passa alguns músicos da Oxigénio e da Marginal. E eu oiço estas duas rádios (os meus gostos musicais são muito eclécticos, como já deu para ver um pouco neste blog).

Obviamente que tendemos sempre a conectarmo-nos com quem temos mais afinidades, sejam quais elas forem. Mas também não podemos compartimentar logo alguém só porque não reflecte o que somos. Atenção, todos nós rotulamos, eu também o faço, mas tento não o fazer conscientemente.

Falei de música, mas podia ser outra coisa qualquer. Mas o mais interessante é que do contraditório poderão surgir coisas novas e interessantes, mesmo que efémeras. Agora se isso é passível de desencadear reacções físico-químicas já é outra história…

E agora um vídeo que é um tough cookie:

Do Malabar ao bar.

A capa do menu do restaurante.

Há muita gente que gosta de comida indiana. Mas, tal como antes com os restaurantes chineses, geralmente quando se vai a um é como se tivesse ido a todos os outros, pois os pratos são muito similares. Isso deve-se ao facto de que a maioria dos restaurantes indianos tem como base a sua gastronomia na zona de Nova Deli.

Mas agora, muito perto do Mercado de Arroios, há outra opção. Dá pelo nome de Costa do Malabar e foi uma descoberta de uma amiga minha alemã, mas que já viveu na Índia.

Na zona da Costa do Malabar, os pratos e a confecção são ligeiramente diferentes, mais aromática e menos picante, mas muito deliciosa. Eu gostei bastante e os preços até que são bem em conta. Mas vejam a ementa aqui e depois atrevam-se a degustar um indiano diferente (salvo seja!).

E agora um vídeo sobre o excelente e diferente pão espalmado que lá comi:

Depois do restaurante veio a vontade de um bar. Fomos até ao Mercado de Arroios mas com tudo no fecho das porta lá nos indicaram um sítio, que afinal é mesmo ao lado do restaurante.

No Vlada.

Chama-se Vlada Lounge e tem um ambiente meio dark, a média luz, com traços barrocos e levemente góticos. A selecção musical é alternativa (like it!) mas em modo suave. Tem uma razoável carta de gins e o resto é o habitual. Mas é um bar que eu não esperava encontrar naquela zona da cidade. Foi uma boa surpresa. Só não achei piada que se fumasse lá dentro, mas isso é outra história. Tirando esse aspecto, decididamente recomendo.

E eis um vídeo sobre o bar:

Uma última menção para Arroios, um bairro onde por outras razões que talvez eu desvende em 2020, acabou de ser considerado o bairro mais cool do Mundo! Não sou eu que o digo, é a Time Out. Ora leiam aqui.

Shave the beard.

Nivea+Gillette.

Nivea+Gillette.

Actualmente faço a barba quase todos os dias. Não gosto. Nunca gostei. Mas agora forço-me a fazê-lo. E o cabelo vai na mesma leva. No banho, sem cantorias…

Há pouco tempo troquei de máquina de barbear. Agora tenho uma Gillette Fusion5 Proshield. Não posso dizer que é chique porque isso soa a outra marca.  Não desgosto, mas estava à espera de uma maior eficácia em relação à última que tive. Não noto nada de mais, mas assumo que é mais suave, apesar de lixar sempre a pele, mas isso é condição de ser homem, porque as mulheres têm outros pincéis…

Agora a diferença está no novo gel de barbear! Desde já digo que só uso Nivea.

Há pouco tempo resolvi comprar outra variante (acho que fui pelo preço). É o Gel de Barbear Deep Clean Shave. Gosto, mas talvez seja líquido de mais. Para mim não é problema pois, como já disse, só faço a barba (e o cabelo) no duche. Desliza bem e faz a barba que é uma limpeza. E a coisa fica feita com distinção.

E agora um vídeo com dicas para um melhor barbear.