On the spot.

É a mais recente secção de MARCA DE HOMEM. Está logo no topo da barra do lado direito do menu e será um espaço onde se mostrará um vídeo durante 3 ou 4 dias. Pode ser uma performance de uma banda, um videoclip, um assunto pertinente, uma marca que se destaca. Seja o que for é para ser visto. Estará ON THE SPOT.

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Imagem retirada daqui.

Bom de BOCA.

Era para se chamar BACO. Mas isso era um nome muito óbvio e batido. Foi então que a minha mãe o baptizou de BOCA. E sim, é uma história verdadeira. Passo a contar:

Há uns anos o meu pai e um sócio amigo abriram uma das primeiras e pioneiras wine shops de Lisboa. Chamava-se Coisas do Arco do Vinho (ou CAV, no seu acrónimo) e estava localizada em pleno CCB (já falei da loja neste post).

A loja foi um sucesso. Tinha óptimos vinhos à venda, bem como artigos e acessórios relacionados com o seu consumo e ainda produtos de mercearia fina. Um regalo! O êxito da loja reforçou-se com as dezenas de provas de vinhos realizadas e também pela realização de jantares de vinhos, com produtores e enólogos convidados.

[Só um parênteses para dizer que gostaria muito de ter um garrafa (cheia) deste vinho. Não há por aí nenhuma alma que tenha uma e que me convide para um copo? O autor deste blog ficaria eternamente grato.]

Mas de onde apareceu o BOCA? Continuemos, então: este vinho foi uma edição limitada que surgiu por ocasião do 10º aniversário da loja Coisas do Arco do Vinho. Com a parceria e o apoio do produtor CARM (Casa Agrícola Roboredo Madeira), o meu pai e o seu sócio experimentaram várias opções e blends e, em prova cega, escolheram a mesma combinação. BOCA estava feito! E foi um óptimo vinho, por sinal. Mesmo bom de BOCA.

Sobre este vinho, citando algumas das palavras que escrevi no verso do rótulo:

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Light. É para rir ou para chorar?

a vaca que ri light

A Vaca que ri  light, em triângulos de baixas calorias, para não ficarmos redondos.

Fazemos como a vaquinha? Rimos? Ou, pelo contrário, choramos? Provavelmente nem uma coisa nem outra. Há alimentos light que podem e devem ser considerados, outros nem por isso. Não, não sou eu que digo. Não sou nutricionista, nem nada parecido. É claro que tenho cuidado com a minha alimentação, e esse cuidado tem sido maior por duas razões: saúde e desporto (uma bela combinação).

Então vamos lá ser didácticos e ver como isto é de uma forma muito resumida e light, como convém com o teor deste post (segundo o livro Os Mitos Que Comemos, do nutricionista Pedro Carvalho, citado no artigo de Luísa Oliveira, jornalista da Visão):

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Será que o Bordallo mete penas?

A cerâmica das Caldas da Rainha sempre primou por um conceito de inspiração naturalista, seja qual for o tipo de fruta ou de legumes que representa. Sim, porque na louça das Caldas há fruta e “fruta”, se bem me entendem…

Apesar de não ser um grande fã deste tipo de louça, e de muitas vezes não perceber bem a diferença entre a boa e a má, há um nome (actualmente é mais uma marca) que é incontornável: Rafael Bordallo Pinheiro. Notabilizou-se como desenhador, ilustrador, decorador e caricaturista, mas a sua veia artística moldou-o também na área da cerâmica.

Um dia destes, andando em busca de uma prenda para uma amiga, tive na mira as peças da marca Bordallo. Na Hangar Design Store, no CCB, havia pouca coisa. E o pouco que havia era caro! Um jarrão com andorinhas em relevo era ainda mais exorbitante. Com muita pena minha, não levei o artigo com as aves. Mas confirmei: o Bordallo mete penas… de passarada.

No entanto, entre artigos decorativos naturalistas, lá dei com umas peças da marca Laboratório d’Estórias. Eram igualmente aspiradoras de dinheiro, e com um pendor ainda mais realista (ver as fotos no início deste post), parecendo interessantes para oferecer. Mas tal não aconteceu, por óbvios motivos de contenção orçamental.

O que restou então? Andorinhas, senhores, andorinhas, que a minha namorada comprou na Mercearia Poço dos Negros, a 10,50€ três. Tenho a certeza de que a nossa amiga irá voar de felicidade. Ich bin so glücklich in Portugal!

3 Andorinhas, da Mercearia Poço dos Negros

3 Andorinhas, compradas na Mercearia Poço dos Negros. (foto gentilmente cedida por Marta Leonardo)

In english:

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Lost in music (parte 2).

Este post vem no decurso de um anterior. Depois de um mix há sempre um remix. Isto só para dizer que tinha para aí 13 ou 14 anos quando andava ocupado a ouvir o chamado rock sinfónico, hoje mais conhecido por prog rock: eram os Genesis (ainda com Peter Gabriel), os Yes, os Emerson Lake & Palmer, os Jethro Tull, só para falar dos mais conhecidos. Era tudo tipos com talento, virtuosismo e conhecimentos musicais acima da média, que compunham e tocavam faixas que demoravam uma eternidade, mas eu até gostava (os Pink Floyd também se enquadravam neste género musical tão teatral e grandiloquente). Eu dou 2 exemplos:

Ok, deixo aqui um delírio de mais curta duração, de uma banda holandesa:

Mas no final de 1977, princípio de 1978, tudo iria mudar. Na música pop e nas minhas hormonas. E um novo mundo (musical) se abriu perante os meus ouvidos. Tudo passou do 80 para o 8. Hey Ho Let’s Go!

De repente tudo estoirou na movida punk. Até tipos como Lemmy entraram neste novo supetão de músicas curtas, brutais e directas. O rock and roll ressuscitava!

Em breve iremos apanhar os estilhaços num próximo Lost In Music.

Óculos que fazem bem à vista.

Para mim usar óculos escuros é muito mais do que uma atitude de vaidade. É uma necessidade. Tenho os olhos claros, a luz incomoda-me, apesar de gostar muito de a usufruir. É por isso que tenho de andar sempre armado de óculos escuros. E aqui entra a vaidade, assumo. Ao longo dos anos tenho comprado alguns óculos e eles têm ficado comigo. Uso-os quase todos, cada um deles consoante a intensidade do brilho solar. Mas eis que o meu estilo e a sua vaidade inerente ditam as suas leis: muitas vezes escolho um par de óculos para casar com a indumentária que visto. Chamem-me cagarolas. No problem. Se é para fazer bem à vista, que faça bem à minha e também à de quem põe os olhos em mim. É uma questão de boa visão e ainda melhor visibilidade.

Eis as marcas dos pares de óculos deste post: Ray-Ban, Giorgio Armani, Dolce&Gabanna, Pouilloux Vuarnet e Chilli Beans.

E agora um vídeo que o Movie Creator do meu Sony Xperia teve a gentileza de preparar e editar:

Short version in english:

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Faça chuva, faça sol, caminha!

À partida, as condições meteorológicas podem condicionar, e muito, a nossa vontade em fazer exercício ao ar livre. Pela minha constatação empírica, os portugueses mal sentem umas pinguitas de chuva arranjam logo um bom par de desculpas para não darem corda aos sapatos, optando por ficarem especados em frente à TV.

É claro que se estiver a chover a potes, ou se houver um tornado nas redondezas (algo que já não é assim tão descabido), aí não aconselho ninguém em aventurar-se na imensidão do outdoor. Mas vamos acreditar que somos capazes de vencer a preguiça. Se estiver frio, não vamos em tronco nu (apesar de haver muito boa rapaziada que gosta de correr assim). Da mesma forma, se estiver a chover, temos de ir preparados para não meter (muita) água.

Refiro que tenho um princípio basilar na minha forma de vestir: adaptar-me sempre às condições meteorológicas. Por exemplo, sou incapaz de calçar uns ténis de camurça num dia de chuva. Ou vestir um casaco que ensopa. Para mim não há nada mais estranho do que ver um montão de pessoal de ténis num dia de intempérie. Ou ver uma senhora de salto alto a caminhar numa calçada molhada. A vaidade é uma coisa lixada: para parecer bem, vestimos mal. Ok, mal é capaz de ser forte mas é a mesma coisa do que ir à caça grossa com uma fisga (é um exemplo exagerado, eu sei).

Eu que ando por montes e vales (via btt) ou me atiro às ondas do mar (via bodyboard), tenho equipamento adequado para esse tipo de actividades (é ver o que já escrevi aqui e aqui). Sendo assim, porque raio não farei o mesmo quando caminho à chuva ou ao sol? Só 3 exemplos: para a chuva pode ser um impermeável Aigle. Para o sol (e para o btt) uns óculos Sunwise. E para a tola, quando faz chuva e frio ao mesmo tempo, porque não um baseball cap Dockers?

E o que é isso da caminha no título deste post? Só tem duas interpretações, bem longe da caminha de dormir e de outras actividades. Aqui vão elas:

A propósito, aqui vai uma sugestão de caminhada:

Very, very, very short version in english:

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