Uma questão de peso.

É mais do que sabido que a prática de um exercício físico regular e com algum método é essencial para um bom estado de espírito. Sim, fazer desporto é muito mais do que trabalhar para se ter um corpo mais engraçado ou em forma. Há quem ainda não saiba, mas o exercício físico faz muito bem à cabeça. E é uma questão de física e química, tal como TED explica neste vídeo:

E de que desportos ou actividades físicas estamos a falar? Será que  jogar ao berlinde ou estar 5 horas à espera que uma amostra de peixe morda a minhoca conta? Claro que conta! Obviamente que se nos aplicarmos mais um bocadinho os benefícios a médio prazo poderão ser mais visíveis e compensadores.

Antes de mais nada, temos de escolher a actividade desportiva que queremos fazer. Por exemplo, no meu caso, eu detesto correr. Em contrapartida, gosto de caminhar. Mas não pensem que são passeatas em câmara lenta. É em passo muito rápido, tão rápido que parece corrida. Depois, de há uns anos para cá, quando larguei os ginásios (sinto falta da natação e de remar numa máquina), apliquei-me no btt, e faço abdominais e pesos em casa. Só é preciso uma esteira e uns pesos (tal como os que se vêem nas fotos).

Mas o desporto mais a sério acarreta alguns riscos. Eu que o diga. No espaço de um ano e meio parti um dedo, dei cabo de um joelho e parti um cotovelo! Tudo cortesia do btt. Mas não vou desistir porque gosto. Só tenho de ter mais cuidado e, eventualmente, usar protecções. Entretanto também me meti no mar, à boleia do bodyboard. Apesar de ter equipamento adequado, estou parado há cinco meses porque o cotovelo demorou tempo a recuperar. Ossos do ofício…

Voltando à premissa inicial, a actividade física previne problemas de saúde física e mental (olá espelho meu, adeus depressão), motiva-nos, reorganiza o cérebro e tonifica o corpito. É mesmo algo 2 em 1. Talvez também por isso eu tenho dois halteres. É que isto é mesmo uma questão de peso… Por isso, ponham na balança mais este vídeo:

Short version in english:

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O que vem à rede.

 

Um tipo precisa de se alimentar. E eu sei cuidar bem de mim. Felizmente já não enfardo tanto. Muito pelo contrário. Tenho comido muitas saladas e afins. O resultado é bom: menos 6 quilos em 4 meses. Este regime é acompanhado com BTT, caminhadas, bodyboard e ginásio em casa (abdominais numa esteira Ferrino e halteres da Decathlon).

Felizmente que viver sozinho não tem sido pretexto para comer porcarias. Não compro batatas fritas nem snacks salgados. Mas sou guloso. Tenho o vício do chocolate negro e de frutos secos.

Quando o tempo ficar mais frio irei substituir as saladas por sopas. Até que gosto de cozinhar mas só para mim não tem piada.

Neste blog também falarei de restaurantes. Não serão dos caros. Podem até ser tascas. “Podemos ser mais felizes com menos”, é o que me tem dito a minha namorada. Ela é um doce.

Rapaziada, agora eis um truque para comer bem e rápido: fazer refogados com legumes (sempre com uma base de alho e cebola e em azeite, nada de óleo!). Acompanhar com carnes brancas ou peixe ou cefalópedes. Por mim podem ser congelados. Eu compro no Continente e não me dou mal…

Hum, estou a ver um gajo ou outro a torcer o nariz e a pensar que isto de um tipo cuidar de si é algo amaricado. Não sejam palermas! Cuidarem de vocês dá créditos junto ao sexo feminino. Resultado: vão conseguir melhores pescas e boas trincas!

Bom apetite.

(Fotografias de Tuna Burgers, da Bom Petisco, e de prato de hamburguer de atum com brócolos congelados Continente e ovo cozido)

Homem ao mar.

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Prancha de bodyboard e pés de pato. Da Decathlon.

Até ao início da minha idade adulta passei sempre umas férias grandes fantásticas na Costa de Caparica (“de” e não “da”… mas soa estranho, eu sei). Eram 3 a 4 gloriosos meses, onde a vida corria lenta, com muita praia e poucas complicações. Foi aí que surgiu o bichinho do mar. Entretanto ele esteve muitos anos adormecido. Felizmente ressuscitou.

Armado ao cota jovial e cheio de pica (o que até é verdade), e não tendo dinheiro para um Porsche, já em 2017 comprei uma prancha de bodyboard, umas pés de pato e um fato de neoprene (hei-de voltar a este tema), tudo na Decathlon. E o que tem acontecido? Atiro-me ao mar com unhas e dentes, mas ele não me tem dado tréguas. Tal como me diz um amigo surfista, é como se estivéssemos dentro de uma máquina de lavar roupa. Saímos da água meios zonzos mas com a cabeça limpa, sempre a desviarmo-nos dos putos (e também de algumas miúdas) que nos dão um baile a apanhar ondas.

Homem ao mar? Sempre!

Um homem também usa tampões.

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Tampões de natação para os ouvidos.

Um homem não gosta de meter água. Eu, pelo menos, não gosto. Isto no sentido figurado, o que não quer dizer que não existam situações mais específicas. Por exemplo, há pouco tempo meti-me no bodyboard, reminiscências dos tempos em que fazia “carreirinhas” (hoje é mais fino dizer bodysurf) na Costa de Caparica. Ok, estou ser um pouco beach bum, para me sentir bem e livre, mas também para captar a atenção de alguma sereia mais impressionável com a minha figura.

E aqui regresso ao tema “meter água”: descobri que com este desporto os meus canais auditivos são completamente permeáveis à agitação marítima. Por isso, e para não ficar com o meu cérebro a chocalhar, uso tampões nos ouvidos. São uns Speedo. São azuis, bonitinhos. E não deixam entrar líquidos. Comprei na Decathlon.

Porque um homem não gosta de meter água.