Casa às costas.

Nunca fui muito de campismo. Mas, muitas vezes, ando de mochila, seja por razões profissionais, seja por motivos de lazer. Se, por vezes, trabalhar pode ser um fardo, agora ainda é mais! Eu explico: a minha mochila IKEA anda carregada que nem uma mula: 1 portátil, 2 pares de óculos, carteira, porta-moedas, porta-chaves, bloco de apontamentos, medidor de distâncias (um dia destes talvez explique porquê), canetas, e eu sei lá mais o quê! E ainda falam mal das malas das mulheres…

Mas as mochilas de lazer também não ficam atrás. Actualmente a que mais uso é uma Camelbak, uma mochila especialmente dedicada ao btt, sobre a qual já falei aqui. Depois tenho uma mochila de ginásio Nike. Agora, como é um local que não frequento, uso-a menos. Por oposição ao menos, vamos falar da mais volumosa: uma mochila Ferrino, que já não uso há mais de 20 anos (!), mas que está comigo desde os tempos em que fazia um montanhismo mais ou menos radical.

É por estas e por outras que eu posso dizer que muitas vezes ando com a casa às costas (ou a tira-colo)…

E agora uma parvoíce de vídeo:

Now a short version in english:

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Sou um camelo.

camelbak

Faço BTT, acho que já disse (em inglês é mountain biking). Faço a modalidade cross country (ou XC), mas já com um cheirinho de trail riding. Sim, é só palavreado hermético, estrangeirado e algo pretensioso, eu sei.

E porque sou um camelo? Porque levo às costas uma mochila técnica Camelbak. O modelo é Lobo. Para além de levar nela o telemóvel, documentos, chaves de casa e do carro, barras energéticas e algumas ferramentas, a minha mochila tem um reservatório para água de 2L (ou outros líquidos revitalizantes).

Ok, sou um dromedário, não sou camelo. Porque seria uma besta se não praticasse uma modalidade desportiva tão exigente sem a hidratação de que necessito.

Vai uma pedalada?