Pedalar ou não pedalar, eis a questão…

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Scott Spark 710 2105 no seu local favorito: Monsanto.

Desde Outubro que não faço uma das coisas que mais gosto: pedalar uma bicicleta de montanha (btt). As razões são simples: rebentei um joelho e passados 15 dias parti um cotovelo. Estive parado cerca de 6 meses (em 2016 também encostei as bicicletas durante 6 meses por ter partido um dedo, a praticar… btt). Regressei aos pedais há pouco mais de 1 mês mas há cerca de 3 semanas fiquei de novo no estaleiro. Culpados? A ciática!

Não estou disposto a castigar-me com o dilema do título deste post mas é bom que tenha mais cuidado porque eu não vou para mais novo e os meus ossos também não. Privar-me dessa liberdade seria um tormento físico e mental, para o qual ainda não estou mentalizado.

Enquanto não estou 100% recuperado da dor ciática para já só me resta caminhar, caminhar, caminhar (mas ainda dói!). Até lá vejo as críticas e os filmes sobre a minha bicicleta, tal como este:

CIA Attack.

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Da esquerda para a direita: pomada anti-inflamatória Diclofenac Germed, saco de água, analgésico Ilgesin. Ao centro, e só por causa das coisas, multivitamínico VM-75, da Solgar, comprado no Celeiro.

Neste preciso momento estou a sofrer um ataque. E dos fortes. De ciática. Acho que é a segunda vez que isto me acontece, mas agora as dores têm sido quase insuportáveis. Não consigo estar de pé, nem andar. Sentado também é difícil. É ficar meio de lado, assente no glúteo e na perna que não estão afectados por esta cena, que pode começar a aparecer a partir de uma certa idade. Raios!

O que fazer? Gaita, quase nada… Mas vou seguir as instruções do vídeo e depois ficar à espera que a CIA não me ataque. Perdão, a ciática…

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