Vamos mergulhar num molho gostoso.

Faço umas “coisas” na cozinha. Desenrasco-me. Ok, vamos ser justos: até faço algumas receitas interessantes e saborosas. Para além disso, cozinhar é relaxar, se bem que não gosto de fazer nada só para mim.

Hoje não vou dar grandes dicas. Vou apenas apresentar um molho (é mais fino e correcto dizer dip). É muito simples. O que preciso?

  1. Uma embalagem de sopa instantânea de cebola (Knorr, Maggi, Continente, ou outra marca qualquer);
  2. Uma embalagem de creme de ervas finas Philadelphia;
  3. Seis iogurtes naturais (qualquer marca serve – a receita original é com quatro iogurtes mas assim acho que fica um pouco salgado).

Mistura-se tudo muito bem misturado num recipiente. Depois é levar ao frigorífico por um mínimo de 3 ou 4 horas. Serve para comer com aipo, cenoura, tomate, pepino, etc. Também dá um bom dressing (outro sinónimo fino de molho) para saladas e afins.

Pão, tomate, aipo e o tal molho

Pão, tomate, aipo e o tal molho.

Rapaziada, impressionem as vossas “meninas” (ou “meninos”, sei lá eu). É muito fácil fazer este delicioso molho.

Eis um vídeo com uma receita similar (mas com uma voz mais irritante do que a minha):

In english:

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Eu estou com os copos.

Um vinho, desde que seja minimamente razoável, deve ser bebido num copo que lhe faça honra. Quantas vezes se vai a um restaurante, e até dos ditos bons, em que os copos são tudo menos adequados. Nem têm de ser caros, nem de uma marca XPTO. Basta serem do IKEA, que já apresentam uma oferta interessante para se degustar o precioso néctar.

É claro que não sou fundamentalista. Se eu for a uma festa dos santos populares, ou outra qualquer, sei que me vão servir um carrascão num copo de plástico. O que já não é aceitável é beber-se um vinho bom num copo de vidro muito rasca ou então numa de armar ao pingarelho, num copo colorido e com relevo às bolinhas! Fora de questão…

Tenho uma quantidade apreciável de copos em casa. Acho (credo, não tenho a certeza) que tenho alguns da conceituada marca Riedel. Também tenho da Schott Zwiesel (sei que dessa marca tenho pelo menos 4 copos de cerveja). Tenho outros que não são de marca mas que são muito razoáveis. Também tenho 4 copos de gin, comprados no Continente, que são largos e bojudos, e flûtes de espumante que são o oposto: longos e estreitos. Mas os reis da minha montra são os copos do arquitecto Siza Vieira. São elegantes, bonitos, com um pormenor de sofisticação minimalista mas funcional. Se alguma vez agarrarem num copo desses irão perceber o porquê.

Ok, agora já não têm desculpas para beber vinho em copos assim-assim. Sem gastar muito dinheiro, e até para impressionar os amigos num almoço ou jantar em casa, sirvam os vinhos (e outras bebidas) em copos adequados. Ah, e nada de os lavar na máquina! Eu pelo menos não os ponho lá. Ficam baços e partem-se com facilidade.

Bons copos e bons vinhos!

E agora 2 filmes de duas marcas mencionadas neste post:

Very short version in english:

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Pequeninas e jeitosinhas.

Small Beer Power

Heineken em formato bem pequeno: 15cl.

“Muito se fala de cervejas neste blog.”

Aposto que algumas/alguns pensaram nisso. É mesmo coisa de gajo. Mas não só, porque há cada vez mais mulheres a gostarem e a apreciarem cerveja, mesmo a artesanal.

Mas hoje não vamos falar de cerveja artesanal (se bem que há quem diga que cerveja artesanal é que é cerveja, o resto são refrescos de cevada, malte e água). Hoje lembrei-me destas meninas, porque são muito pequenas, para aquelas alturas em que queres beber uma cerveja mas nem uma mini te apetece. Ou então para a namorada que não gosta muito desta bebida mas que te faz companhia enquanto tu emborcas uma 33cl.

Se estás numa de lambreta à laia de aperitivo, se não queres torrar dinheiro numas belas artesanais, se estás de ressaca mas mesmo assim apetece-te uma jola, então toma lá disto: as mini-mini Heineken, à venda numa grande superfície perto de ti.

Vá lá, continuas a ser gajo por beber uma cerveja em ponto muito pequeno. E aposto que a tua namorada ou mulher (ou namorado ou marido, porque este blog é abrangente) te irá dizer: “Oh, que garrafas tão giras? Abres uma para mim?”.

Delícias da Páscoa para todos.

ovinhosdapáscoa

Mini ovos da Páscoa, comprados no Continente.

E eis uma nova Páscoa. Não sou católico, nem apostólico, e muito menos romano, mas é uma festa em família, sem esquecer os amigos mais próximos. Amêndoas, ovos, muito chocolate, borrego, provavelmente uma ida ao O Bom, O Mau e O Vilão, ou uma sessão de bodyboard ou uma caminhada, quem sabe… Só não vai haver disponibilidade para coelhinhas. Elas que me desculpem, porque eu ando de barriga cheia (cheia de amor, claro).

Vamos decorar uns ovos?

In english:

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Eu sou bom de boca: gosto de a ter fresca, lavada e saudável.

Uma boca limpa e sã começa sempre numa conveniente higiene oral.

Escrito desta maneira, este post corre o risco de parecer uma máxima de um fórum online de conselhos médico-farmacêuticos. Acontece que é uma máxima verdadeira.

Sem falar da miudagem e dos adolescentes, que tentam furtar-se aos rituais de higiene, já repararam na quantidade de adultos que se está a borrifar para a limpeza dos dentes e tudo o resto relacionado com isso? Quem quer estar cara a cara com o bafo de uma cárie? Ou de uns dentes a precisarem de cuidados intensivos?

Sendo assim, vamos lá falar dos serviços mínimos dos cuidados a ter com os dentes e a boca (são alguns anos de prática diária de lavar os dentes e passagens pelos dentistas, sem esquecer as recomendações dos pais, quando se é pequeno):

  • Ao levantar, depois das principais refeições e ao deitar, lavar os dentes;
  • Antes de última lavagem do dia, passar com fita dental entre os dentes (para retirar inconvenientes restos de comida);
  • Usar uma escova adequada (seja manual ou eléctrica), de preferência com pêlos/cerdas mais suaves, para não se riscar muito o esmalte ou magoar as gengivas;
  • Não é preciso pôr muita pasta de dentes; uma porção semelhante a uma ervilha é suficiente;
  • Finalmente, usar um elixir para completar a limpeza e dar um hálito super fresco.

Se julgam que eu fui pago pela Associação Nacional de Dentistas Portugueses, pela Braun Oral-B, pela Colgate ou até pelas pastas dentífricas Continente, bem que vos pode cair um dentinho ou outro com a tentativa de piadola jocosa. Fui “pago” apenas pela minha consciência (cof cof, que lindo), pelos votos de um bom hálito para todos e pelos desejos de uma deliciosas e frescas beijocas (dadas por alguém muito especial e que lava muitas vezes os dentes ao dia).

Posto isto, lavem os dentes, please!

Chocolate? Só do preto.

Sou guloso. Já fui mais. Agora há coisas doces que me enjoam, tipo chocolate de leite ou chocolate branco (que nem chocolate é). Ok, num restaurante entre um montão de sobremesas escolho invariavelmente uma mousse de chocolate ou um sorbet de limão. Este último desenjoa a mousse. É certo que há sempre o compromisso de um cheesecake de frutos vermelhos. Mas voltemos ao chocolate: eu só como do preto! E isso não tem discussão: é menos enjoativo, costuma ter menos açúcar e faz menos mal do que os outros. Seja Inverno ou seja Verão, tenho-o sempre no frigorífico. Às carradas. E como-o na igual proporção. O que eu consumo mais é do Continente: é mais barato e não tem açúcar (tem aspartame mas, pasme-se, não sabe mal! — odeio aspartame e dizem que é um veneno da pior espécie, mas marcha que nem ginjas neste chocolate).

E agora vamos lá adoçar ainda mais os sentidos de vossas excelências com um chocolate quentinho…

PS: o Continente foi politicamente correcto e chamou negro ao preto. Estou a falar do chocolate, como é de calcular…

Jantar de Natal na Quinta.

quinta da leda

Esta é a altura dos almoços e jantares de Natal. Mas, convenhamos, há alguns que são uma seca e outros em que somos obrigados e ir, porque se não estamos (praticamente) despedidos. Depois há os almoços e jantares de família. E esses não queremos por nada deste mundo faltar, a não ser que a nossa unidade familiar seja disfuncional (e há muitas assim). Por último há outros jantares, mais raros porventura, mas que podem ser muito agradáveis ou até inesquecíveis. Nesta categoria cabem as refeições com um núcleo chegado de amigos ou então com alguém que é especial: mulher, marido, namorada, namorado, amante… eu sei lá, a escolha é vossa.

Nessa tal refeição, mais exclusiva, é bom que a comida seja no mínimo aceitável, com algum requinte mas sem formalidades e, de preferência com um bom vinho.

Este ano o meu 1º jantar de Natal foi no restaurante Rua, tal como já falei aqui. O meu 2º jantar de Natal foi ontem (22 de Dezembro) e foi delicioso: um lombo de porco fatiado (comprado no Continente) e com direito a um slow à sobremesa, ao som do disco Os Sobreviventes, de Sérgio Godinho. Confusos? Óptimo. Ah, e o vinho? Foi um magnífico Quinta da Leda 2011, da Casa Ferreirinha. É beber e comprovar…

E agora que venha o 3º jantar natalício, em família, pois claro.

Bom Natal, com muito amor e carinho, com ou sem Quinta da Leda.