Até ao fim do tempo, Hawking.

Já uma vez disse neste blog que sou fascinado pelo Universo e por tudo o que relaciona com ele, com especial ênfase na cosmologia e na astrofísica. É um fascínio que tenho desde miúdo e nada me intrigava (e continua a intrigar) do que olhar para as estrelas e tentar imaginar o que existe à sua roda e para além delas.

Sou de letras mas, nos últimos anos, tenho lido muita coisa sobre o universo. Stephen Hawking era um dos meus autores científicos favoritos. Foi através dele que consegui entender melhor a teoria da relatividade, de Einstein, esse grande génio científico dos últimos 100 anos.

Buracos negros, buracos de verme, a estrutura do espaço-tempo em larga escala, outras dimensões, tudo servido em doses de espanto, com a emergência da física quântica em pano de fundo e o assombro de postular a não existência de Deus, seja ele qual for… Assim era Stephen Hawking, um homem que desafiou a sua doença e deformidades decorrentes da mesma, a voz sintetizada e um cérebro do tamanho deste Universo e de muitos outros.

Uma verdadeira estrela. Que se extinguiu fisicamente mas cujo brilho de genialidade continuará a luzir por muito, muito tempo, atalhando em direcção ao desconhecido e trazendo novas luzes para iluminar os sempre presentes obscurantismos e crendices sem eira nem beira.

Obrigado, Stephen. E que o Universo esteja sempre contigo.

Vai um outro vídeo, mais ou menos a propósito:

And now in english:

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