Bodyboard em modo centrifugação.

Há um par de anos decidi-me meter no bodyboard. Sempre gostei de mar, e em novo era destemido e arrojado nas ondas. No Fear! Por culpa minha, pratiquei pouco este desporto nos últimos tempos. Duas quedas em btt e correspondentes ossos partidos arredaram-me da arrebentação. Mas eis que há uns dias decidi sacudir o pó ao fato e à prancha e fiz-me ao swell em Carcavelos. Foi humilhante! As ondas e a rebentação estavam mais fortes do que eu supus…

Ao apanhar a primeira onda, lá do alto dela, acagacei-me e abortei a viagem. Mas foi um desastre! Fui sugado pela sacanita e automaticamente entrei em modo centrifugação. Não bati no chão nem me magoei mas perdi logo os earplugs (mais umas merdas de plástico no oceano, GRRRRRRR), tais foram as voltas que dei na enxurrada.

Conclusão: resolvi sair, sentar-me na areia e desfrutar do sol magnífico do final de tarde. E sem frio, porque com o meu fato 4/3 não há brisa que me arrefeça. A única coisa que arrefeceu foi o meu ânimo, mas hei-de lá voltar! E ainda por cima, com a água mais fria, tenho de experimentar o gorro de surf, as luvas e as “botas” para os pés (é ver a ver a foto para perceber melhor).

O equipamento eu tenho. Agora só me falta é mais jeitinho.

Há mais de bodyboard e afins neste blog. Aqui e aqui.

E agora um fantástico vídeo de meter medo a Neptuno:

Dor de cotovelo.

Joelheiras e cotoveleiras (2 pares)

Cotoveleiras e joelheiras Oxelo. São para quem pratica skate e patins, mas para mim irão servir para o btt. Tenho dito!

Tenho mais de 50 anos. Não posso partir mais ossos. Mas ainda tenho vontade de muita adrenalina. Como conciliar isto sem ficar com dor de cotovelo? Encontrei a solução na Decathlon, com um cartão que as minhas amigas e amigos me ofereceram no meu último aniversário.

Encostas acima não são necessários estes artefactos. Mas quando toca a descer é que a porca torce o rabo. Aí tem de valer toda a protecção possível e necessária. Por isso ando sempre de capacete. Já salvou a minha vida! Mas agora tenho de poupar o esqueleto. Daí as protecções para joelhos e para cotovelos. Para não ter dores e muito menos partir mais ossos. Não são as mais apropriadas para btt mas foram as que encontrei. Agora é ir com calma, também para não ficar outra vez entrevado com uma crise de ciática. Já basta!

E agora vai uma descida de downhill?

Faça chuva, faça sol, caminha!

À partida, as condições meteorológicas podem condicionar, e muito, a nossa vontade em fazer exercício ao ar livre. Pela minha constatação empírica, os portugueses mal sentem umas pinguitas de chuva arranjam logo um bom par de desculpas para não darem corda aos sapatos, optando por ficarem especados em frente à TV.

É claro que se estiver a chover a potes, ou se houver um tornado nas redondezas (algo que já não é assim tão descabido), aí não aconselho ninguém em aventurar-se na imensidão do outdoor. Mas vamos acreditar que somos capazes de vencer a preguiça. Se estiver frio, não vamos em tronco nu (apesar de haver muito boa rapaziada que gosta de correr assim). Da mesma forma, se estiver a chover, temos de ir preparados para não meter (muita) água.

Refiro que tenho um princípio basilar na minha forma de vestir: adaptar-me sempre às condições meteorológicas. Por exemplo, sou incapaz de calçar uns ténis de camurça num dia de chuva. Ou vestir um casaco que ensopa. Para mim não há nada mais estranho do que ver um montão de pessoal de ténis num dia de intempérie. Ou ver uma senhora de salto alto a caminhar numa calçada molhada. A vaidade é uma coisa lixada: para parecer bem, vestimos mal. Ok, mal é capaz de ser forte mas é a mesma coisa do que ir à caça grossa com uma fisga (é um exemplo exagerado, eu sei).

Eu que ando por montes e vales (via btt) ou me atiro às ondas do mar (via bodyboard), tenho equipamento adequado para esse tipo de actividades (é ver o que já escrevi aqui e aqui). Sendo assim, porque raio não farei o mesmo quando caminho à chuva ou ao sol? Só 3 exemplos: para a chuva pode ser um impermeável Aigle. Para o sol (e para o btt) uns óculos Sunwise. E para a tola, quando faz chuva e frio ao mesmo tempo, porque não um baseball cap Dockers?

E o que é isso da caminha no título deste post? Só tem duas interpretações, bem longe da caminha de dormir e de outras actividades. Aqui vão elas:

A propósito, aqui vai uma sugestão de caminhada:

Very, very, very short version in english:

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Uma questão de peso.

É mais do que sabido que a prática de um exercício físico regular e com algum método é essencial para um bom estado de espírito. Sim, fazer desporto é muito mais do que trabalhar para se ter um corpo mais engraçado ou em forma. Há quem ainda não saiba, mas o exercício físico faz muito bem à cabeça. E é uma questão de física e química, tal como TED explica neste vídeo:

E de que desportos ou actividades físicas estamos a falar? Será que  jogar ao berlinde ou estar 5 horas à espera que uma amostra de peixe morda a minhoca conta? Claro que conta! Obviamente que se nos aplicarmos mais um bocadinho os benefícios a médio prazo poderão ser mais visíveis e compensadores.

Antes de mais nada, temos de escolher a actividade desportiva que queremos fazer. Por exemplo, no meu caso, eu detesto correr. Em contrapartida, gosto de caminhar. Mas não pensem que são passeatas em câmara lenta. É em passo muito rápido, tão rápido que parece corrida. Depois, de há uns anos para cá, quando larguei os ginásios (sinto falta da natação e de remar numa máquina), apliquei-me no btt, e faço abdominais e pesos em casa. Só é preciso uma esteira e uns pesos (tal como os que se vêem nas fotos).

Mas o desporto mais a sério acarreta alguns riscos. Eu que o diga. No espaço de um ano e meio parti um dedo, dei cabo de um joelho e parti um cotovelo! Tudo cortesia do btt. Mas não vou desistir porque gosto. Só tenho de ter mais cuidado e, eventualmente, usar protecções. Entretanto também me meti no mar, à boleia do bodyboard. Apesar de ter equipamento adequado, estou parado há cinco meses porque o cotovelo demorou tempo a recuperar. Ossos do ofício…

Voltando à premissa inicial, a actividade física previne problemas de saúde física e mental (olá espelho meu, adeus depressão), motiva-nos, reorganiza o cérebro e tonifica o corpito. É mesmo algo 2 em 1. Talvez também por isso eu tenho dois halteres. É que isto é mesmo uma questão de peso… Por isso, ponham na balança mais este vídeo:

Short version in english:

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Presentes no meu aniversário.

Cartão Presente Decathlon

Cartão presente da Decathlon.

Há já uns dias celebrei o meu aniversário. Já começam a ser alguns. Os anos, evidentemente. Não é algo que me deixe muito feliz, mas, para além de um almoço em família, juntei um grupo de amigos num sítio que gosto muito, e sobre o qual já falei aqui.

O melhor presente é a amizade

O meu círculo de amizades mais chegado: eu, a Filipa, o Paulo, a Diana, a Manja, a Ana e a Marta. Falta a outra Ana, que agora vive no Sul do país. Love you all!

De há uns anos para cá, eles são o meu maior presente. E quase todos eles são novos. Isto é, são novas amizades, mas no que toca à idade de espírito são incríveis!

Entre risos, balões, um bolo de chocolate e copos de cerveja artesanal, o que mais apreciei mesmo foi a disponibilidade deles para estar comigo. No dia do meu aniversário e em muitos outros dias. Danke!

Sem menosprezo de outras prendas que me ofereceram, destaco um cartão presente da Decathlon. Vai dar-me um jeitão para comprar cotoveleiras e joelheiras. Já chega de partir ossos no btt! Sim, porque isto de fazer muitos anos com saúde é muito bonito mas tenho de proteger melhor o meu esqueleto. Um tipo não vai para novo e em menos de um ano foi à vida um dedo, um joelho e um cotovelo.

I want to be safe from harm, with a little help from my friends.

E vão duas músicas bem a propósito:

Short version in english:

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Delícias da Páscoa para todos.

ovinhosdapáscoa

Mini ovos da Páscoa, comprados no Continente.

E eis uma nova Páscoa. Não sou católico, nem apostólico, e muito menos romano, mas é uma festa em família, sem esquecer os amigos mais próximos. Amêndoas, ovos, muito chocolate, borrego, provavelmente uma ida ao O Bom, O Mau e O Vilão, ou uma sessão de bodyboard ou uma caminhada, quem sabe… Só não vai haver disponibilidade para coelhinhas. Elas que me desculpem, porque eu ando de barriga cheia (cheia de amor, claro).

Vamos decorar uns ovos?

In english:

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Natal, you sock!

O Natal está quase a chegar. É inevitável não tropeçar nesta época festiva. Eu gosto, descansem. Mas deixem-me descalçar uma bota: já gostei mais. Não tenho filhos mas lembro-me quando os meus sobrinhos eram pequeninos e eu fiz de Pai Natal. Pelo menos o mais novo foi na marosca. E valeu a pena para ver o brilho dos olhos dele na altura de abrir as prendas. Não há dinheiro que pague isso.

O Natal está recheado de prendas clássicas. As meias, por exemplo. Quando era mais novo era algo que recebia com um sorriso amarelo, mas não era ingrato porque as minhas avós ofereciam-mas com muito amor e carinho. E isso também não tem preço. E as meias dão muito jeito no tempo frio, confesso. E meias há aos pontapés! Podem ser de marca, das melhorzinhas, tipo Burlington. Ou da Mr. Blue. Mas podem ser mais baratinhas, da Springfield. E quando se vai à procura de meias quentes e não há? Ok, aqui vai uma dica: comprem meias de desportos de neve, de caminhada, ou mesmo de ciclismo (mas das mais grossas). Há na Sportzone e na Decathlon.

Com estas sugestões, as vossas avós, mães, sogras, e até mesmo mulheres e namoradas, não ficam descalças. E vocês ficam com a garantia de passarem um Natal com os pezinhos muito quentinhos.