Já há Casas no Horizonte.

Sim, é verdade. Acabei de criar uma página da minha actividade, no facebook. E é sobre casas. Não são minhas. São dos meus clientes. Para vender. Pode lá estar a tua. E vai haver dicas, fotos, filmes e muito mais. Será um mundo. Como uma casa, para que te sintas bem, como se estivesses no teu sofá. Abre uma porta, uma janela e vê. No teu horizonte pode estar uma casa. A tua.

Instruções para um Natal mais feliz.

1 – Não faça compras à última hora.

2 – Faça meditação antes de entrar numa superfície comercial.

3 – Perca uns quilos antes das refeições natalícias.

4 – Não diga aos mais novos que o Pai Natal não existe.

5 – Ponha os presentes só em sapatos limpos e meias lavadinhas.

6 – Tenha a sua casa bem quentinha para a família e amigos.

É preciso ter Paciência.

Também é com Paciência que nos sentimos em casa.

Há marcas que nos aquecem, que nos envolvem, que nos dão alento. Umas para momentos mais breves, outras que queremos que estejam connosco o maior tempo possível.

Abrimos uma janela e ela está lá, entramos num quarto e podemos ficar descansados. Ela está lá. Ou na sala, com uma vista que se estende para além do nosso coração. E ela também está lá.

E há outras que ficam à nossa espera, numa mesa, numa ocasião especial. Apreciam-se com familiares e amigos, em copos de convívio, conversas mais ou menos soltas e uns petiscos a acompanhar. Tudo perfeito! E para que isso aconteça por vezes só é preciso uma coisa: paciência.

Vai um punhado de castanhas e um copo de jeropiga Paciência? Claro que vai. Assim sentimo-nos mais aconchegados, como se estivéssemos sempre em casa.

E agora um vídeo sobre como assar castanhas no forno:

Diz-me com quem andas…

Também o calçado pode definir uma pessoa e aquilo que ela faz. Mas as coisas nem sempre são lineares. Por exemplo, ultimamente tenho andado bastante com as sapatilhas das fotos. Como é que isso me pode definir? Sou praticante de desporto? Sou antes um fashion guy que gosta de exibir uns ténis à maneira? Ou caminho muito e isto é do mais confortável que há? É tudo isso.

De facto, nos dias que correm (olha o trocadilho…) ando que me farto, colina abaixo, colina acima, em Lisboa. Não me estou a queixar, antes pelo contrário. O que é que eu faço? É semi-segredo mas estes Adidas outdoor são um alívio a absorver o impacto dos pisos irregulares, atenuando as pontadas de ciática, ao mesmo tempo que palmilho milhas e milhas. E são cool, uma espécie de BTT do calçado. Foram uma oferta de quem me pôs a andar (ou me deu com os pés), mas isso é outra história…

E agora vai uma voltinha por aí?

Welcome home.

A placa da casa é da Homebook.

Já todos nós, pelo menos uma vez na vida, andámos à procura de casa. Ou a ver se nos livramos dela. Ou as duas coisas ao mesmo tempo. E a gaita é que geralmente não sabemos a que porta bater no momento em que nos viramos para o mercado do casario e afins.

Evoluímos bastante desde os tempos imemoriais em que nos abrigávamos em grutas. Mas o princípio é o mesmo: precisamos de um tecto para nos abrigarmos do frio, do vento, da chuva. E, nesse maior aconchego, aposto que a taxa de natalidade começou a aumentar.  Não há nada como o conforto de um bom calor para tirar a roupa e aumentar a prole.

Ok, estou a ser básico. Eu sei, sou homem. Mas não das cavernas. Sei apreciar uma boa casa. Ou ver os defeitos em cada esquina. “Ai o bolor”; “Merda de infiltração”; “Que porra, não se apanha sol neste quarto”. É o que se diz, ou pelo menos é o que se pensa, quando entramos num apartamento gasto pelos anos ou que foi menos abonado na qualidade da sua construção e materiais. Mas, como em tudo, para se ter uma gruta melhor (perdão, casa) há que ter uma carteira mais recheada. Ou um banco mais generoso.

E onde descobrir boas casas? Não digo. Num instante sei que irão bater à porta certa. Welcome!

E agora tomem lá uma casota minimal, sem plástico:

Sul à vista! (muito mais em breve)

Capitã de Mar e Rio.JPG

Capitã de Mar e Rio. Em Sarilhos Pequenos.

Infelizmente tem sobrado pouco tempo para postar aqui qualquer coisita. Tenho andado às casas. Mas arranjaram-se uns dias de férias e lazer por terras do Sul (Azeitão, Barreiro, Setúbal, Estuário do Sado, Comporta, Alcácer do Sal…). Em breve (conto eu), 2 ou 3 posts sobre essas paragens.

Até lá, vai uma receita de tortas de Azeitão?

Sempre em construção.

Ao longo da vida estamos sempre em construção, tentando ter boas infra-estruturas para depois o edifício não abanar quando estiver a crescer. Ou quando tiver terminado, sem medo das borrascas mais intensas. Mas elas acontecem, e por vezes tudo abana. Importa é que a construção fique de pé, tapando-se as rachas e as fissuras que ficaram como provas das intempéries.

Tal como na natureza, também na vida há ventos e ventos. Os que hoje parecem ser adversos amanhã podem ser favoráveis. E vice-versa. Por vezes é tudo uma questão de momento. Mas quase tudo tem a sua lógica mesmo que por vezes se opte com o coração. Ou será o contrário? Primeiro vem o instinto e a seguir é que damos uma lógica a isso? Lá está, é como o vento, como as correntes. Como a vida. Sempre em permanente movimento e (des)construção.

E, como se diz metaforicamente, quando se fecha uma porta, abre-se uma janela. Ou outra porta. É entrar, por favor.

PS: este post teve a participação da Homebook e de dois dos seus imóveis (ver aqui e aqui). As fantásticas fotos são da Sara Ferreira.