Almoço de Natal saboroso, divertido e perfumado.

O que é que não rima com Natal mas que está ligado a ele? COMIDA! Mas, como muita comida, o que conta é o que está por trás dela. Se for confeccionada com amor nós notamos. E à mesa, num almoço de família, ou com amigos mais chegados, nós vamos reconhecer isso. Ok, quando somos miúdos torcemos o nariz a alguns pratos, mas mais tarde, já crescidinhos, esses sabores despertarão em nós memórias de momentos bem passados junto àqueles que mais amamos. E o Natal é um desses momentos inesquecíveis, diga-se o que se disser.

Este almoço de 25 de Dezembro não foi excepção. E pela 1ª vez a minha mãe poupou-se um pouco na cozinha, mas teve olho para encomendar no Pingo Doce um borrego fatiado que estava delicioso, que ainda por cima vinha num recipiente que vai ao forno! E a bom preço, e em quantidade apreciável. O acompanhamento foi um puré de batata enriquecido (um dia destes explico, se souber) e uma divinal tatin de cebola, chalota, essa feita pela minha mãe. Miam!

A sobremesa foi um bolo de amêndoa e gila. Pornograficamente bom, também feito pela minha mãe. E nem vou falar dos vinhos que o meu pai nos proporciona. São sempre killer wines!

Sendo Natal, a “coisa” mete sempre prendas. Em termos de presentes, eu actualmente acho que o Natal é feito para as crianças. E o ponto alto deste nosso Natal foi a oferta de um Hatchimals Hatchibabies à sobrinha do meu irmão Gonçalo. Todos deliraram com o presente. Mas vejam o vídeo e irão perceber o que é:

Eu não preciso nada, nem quero nada de especial. Mas oferecemos ao meu pai um pack de 3 cervejas envelhecidas da 8ª Colina (que afinal também já tinha comprado, GRRR). E a minha mãe ofereceu-me um coffret com a minha marca favorita de perfumes masculinos e afins: Issey Miyake(já falei aqui e aqui)

Issey Miyake coffret.

Et voilá! E agora para sair no mood e em beleza, tomem lá umas musiquinhas natalícias cantadas pelo Frank e pelo Nat:

Cheira bem.

Isto de se ser um homem cheiroso tem muito que lhe diga. Ou, neste caso, tem muito que se lhe cheire. Sim, porque com um gajo a cena não é tomar um banho e fazer a barba e já está. Ok, até pode ser mas muito de nós já vão um pouco mais além.

Comecemos pelo banho. Tenho a impressão que os sabonetes já caíram em desuso. Agora é tudo corrido (e lavado) a gel de banho. Uns já são muito hidratantes mas, talvez por isso, parece que estamos sempre ensaboados mesmo depois de termos despejado litros e litros de água por nós abaixo. Os recursos hídricos ficam a perder, a factura da água fica a ganhar. É mau…

Depois do banho dizem as regras das peles suaves e macias que se deve usar um creme hidratante. Eu, assumo, sou um bocado adverso a isso. Fico sempre com a sensação de que vou deixar a roupa toda peganhenta. Raramente ponho. Deixo-me ficar por um creme de rosto (e corpo) mas só ponho na cara, o que já não é nada mau (já falei dele neste post).

Hoje não vou falar da barba. Já falei disso aqui. Passo directamente para a secção de perfumaria. E o que é que vamos encontrar nela? Bem, só posso falar por mim, mas este rapaz gosta sempre de andar bem cheiroso, isso é garantido!

Nas fotos mostro o que neste momento tenho em cá por casa. De Issey Miyake, são logo dois produtos: o Sport (quase a acabar e acho que já não se faz, com pena minha) e o L’Eau D’Issey Pour Homme (eau de toilette a estrear). São um must! (isto fica mais fino com estes estrangeirismos…). Depois vem um frasco (vazio) de L’Homme, de Yves Saint Laurent. Não fiquei fã, confesso. Mas foi uma oferta e a cavalo dado não se olha os dentes. Por fim vem um perfume de amor (um dia explico). É o Nike Man, e é óptimo para o dia a dia. É só sprayar e andar! (peço desculpa, mas não consegui encontrar um link, o que é estranho).

Ok, querem a história do perfume? Cliquem na bolinha vermelha da foto em cima e terão uma informação muito bem perfumada.

E agora um vídeo sobre as diferenças entre os cheirinhos para elas e os cheirinhos para eles:

Perfume de gajo.

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L’Eau D’Issey Pour Homme, Sport.

Gajos, um gajo não deve cheirar a cavalo.

As mulheres não costumam gostar de nós feios, porcos e maus. Ok, pode haver alturas em que um certo ar abadalhocado e a cheirar a suor possa dar pica, mas em geral elas gostam de nós limpinhos, bonitinhos e fresquinhos. Ok, mas também nada de exagerar no metrossexualismo (isso ainda existe?).

Não tenho conselhos a dar. Também se os tivesse só estaria a dar munições à minha concorrência: outros tipos! Sou gajo, mas não sou parvo. E gosto de cheirar bem. É por isso que me perfumo. Não todos os dias, não todas as ocasiões.

O maior elogio é dizerem-vos que cheiram tão bem que até apetece comer a vossa roupa. A roupa e não só. Isto dito por mulheres, claro. É o que me dá pica. Mas não tenho nada contra quem tenha outros gostos. Porque gostos não se discutem. Por exemplo, não quero que ninguém discuta o meu perfume. Só se for a minha namorada (sim, tenho… é muito bonita e especial).

O perfume que agora estou a usar: L’Eau D’Issey Pour Homme SPORT, de Issey Miyake.

Com ele já se pode dizer: “Cheira bem, cheira a gajo”.