Prova de fogo.

Is that Emily?

Um dia destes ao ver o instagram da Ana Dias (fotógrafa portuguesa que costuma trabalhar para a Playboy), deparei-me com as fotos de uma modelo (que também tem um instagram, como não podia deixar de ser).

Ao ver o seu site fiquei a não saber duas coisas: o seu apelido e os fotógrafos da sua página na internet. O apelido não é importante, mas os fotógrafos sim, porque gosto de creditar as criações dos outros.

E foi precisamente uma das suas fotografias que mais despertou a minha atenção (como se as outras não tivessem despertado…). Uma dúvida assaltou-me: o que pode ser mostrado na internet (nomeadamente nas redes sociais), sem ter o crivo da censura mais puritana?

Arrisquei no teste com a colocação da foto acima. E agora? Já agora gostaria de saber a vossa opinião. Estou a brincar com o fogo, calculo, mas vamos ver se não me chamusco.

Obrigado e não fiquem com os olhos em bico…

Play boy.

Coelho anão

Coelho anão à solta em minha casa.

Este é, provavelmente, o post mais fofinho do meu blog. O seu principal protagonista é um coelho anão (o que está na foto; a saladeira da Loja do Gato Preto é um adereço para dar contraste, cor e escala).

O bicho não é meu mas está à minha guarda durante uma semana. É da minha namorada. Estou cheio de sorte: o animal podia ser uma iguana, um gato assanhado ou um cão de uma raça perigosa. Mas também podia ter sido mau para ele: o coelhito tem o tamanho ideal para os meus tachos e panelas. Mas ele é um querido: é sossegado, é mesmo muito fofo (literalmente) e parece um peluche vivo. Mas não é um peluche. Para saberem mais sobre esta variedade de coelho, e todos os cuidados a ter com ele, cliquem aqui.

Ok, não fará frente (nem traseira) a outra espécie de coelhos, mas lá que é um bicho giro, lá isso é.

E agora um vídeo extensivo sobre esta gracinha:

Play it cool.

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Olga de Mar a dar um alternativo mas correcto uso à Pepsi. Foto tórrida e magnífica de Ana Sousa Dias.

Há ícones incontornáveis. A Playboy é um deles. Assumo que nunca fui um grande consumidor da revista mas obviamente que já dei comigo a olhar para as “garotas” com um olhar no mínimo guloso (isso no século passado, literalmente).

Ok, as mulheres fotografadas podem ser vistas como objectos, para deleite de um tipo que vestia um roupão. Ou para todos os outros tipos que não vestem roupão, pouco importa. Mas há uma ténue fronteira entre puro vouyerismo e arte. Por exemplo, as fotos da portuguesa Ana Dias têm enchido as capas e as páginas da Playboy. Ela tira fotos fantásticas! A que eu mosto hoje vai para além de quente: é ousada, provocadora, está muito bem fotografada, é terrivelmente sexy e está nos limites do bom gosto (eu gosto!). Para além disso, na minha opinião confere bastante empowerment ao sexo feminino, algo que muitas mulheres irão discordar e torcer o nariz.

Pronto, rapazes, sejam cool e portem-se bem. Raparigas, inspirem-se e sejam ainda mais sensuais. Não faz mal nenhum! Ficamos todos a ganhar.