Have a nice trip.

Já coloquei neste blog alguns posts com variadas alusões musicais. Este vai por inteiro para uma obra-prima sonora: Pink Floyd – Live at Pompeii.

Quem conhece os meus gostos musicais sabe bem que fugi do prog rock como o diabo da cruz. Mas, o mais interessante, é que a minha viagem pelo mundo da música começou muito por aí.

Não é fácil de ver e ouvir mas, se estiverem no mood certo, não deixem de embarcar nesta viagem sonora e visual. Enjoy (tal como remato na minha página musical do facebook, BBC Jukebox).

Lost in music (parte 2).

Este post vem no decurso de um anterior. Depois de um mix há sempre um remix. Isto só para dizer que tinha para aí 13 ou 14 anos quando andava ocupado a ouvir o chamado rock sinfónico, hoje mais conhecido por prog rock: eram os Genesis (ainda com Peter Gabriel), os Yes, os Emerson Lake & Palmer, os Jethro Tull, só para falar dos mais conhecidos. Era tudo tipos com talento, virtuosismo e conhecimentos musicais acima da média, que compunham e tocavam faixas que demoravam uma eternidade, mas eu até gostava (os Pink Floyd também se enquadravam neste género musical tão teatral e grandiloquente). Eu dou 2 exemplos:

Ok, deixo aqui um delírio de mais curta duração, de uma banda holandesa:

Mas no final de 1977, princípio de 1978, tudo iria mudar. Na música pop e nas minhas hormonas. E um novo mundo (musical) se abriu perante os meus ouvidos. Tudo passou do 80 para o 8. Hey Ho Let’s Go!

De repente tudo estoirou na movida punk. Até tipos como Lemmy entraram neste novo supetão de músicas curtas, brutais e directas. O rock and roll ressuscitava!

Em breve iremos apanhar os estilhaços num próximo Lost In Music.