Ámen ao ramen.

Em pouco mais de 30 dias, é a segunda vez que falo aqui de ramen (para verem a primeira cliquem aqui).

Há uns dias comi este delicioso caldo num food court que tem de ser conhecido e divulgado, e que se situa no edifício do Supermercado Amanhecer, em pleno Martim Moniz.

Tem mais de uma mão cheia de lojinhas ao estilo street food, de várias origens asiáticas, onde se podem pedir e degustar iguarias baratas mas genuínas.

Eu provei um ramen. Foi de galinha. Com uma cerveja nacional 33cl, a coisa ficou-me pelos 6,20€. Uma delícia, certo?

Quando forem para aqueles lados, e sentirem a barriga a dar horas, já sabem: entrem no Amanhecer e escolham umas comidinhas para vos deixarem consolados o resto do dia.

E agora um vídeo caseiro:

E outro sobre restaurantes lisboetas:

A fúria do ramen.

Um sábado destes, depois de ter saído de um concerto na Gulbenkian, e sem saber onde ir jantar (não me estava nada apetecer enfiar-me num restaurante de fastfood), entrei no Afuri, um restaurante muito perto do Teatro Nacional de São Carlos.

Não é um restaurante qualquer. É um espaço descontraído mas elegante, onde se degusta o ramen, uma das últimas fúrias gastronómicas desta Lisboa tão movida. A noite estava fresca e eu desasado, logo uma sopa (ok, o ramen é mais do que uma sopa) muito substancial e aconchegante vinha mesmo a calhar.

Marchou uma entrada (que fez as vezes do couvert): Namba-Zuke (mix de peixe finamente frito com juliana de legumes em sunomono). Seguiu-se o ramen propriamente dito. A escolha foi o Asari Shoyo (caldo de galinha e amêijoa, molho de soja, amêijoas da nossa costa, cebolo, alho francês, cha-shu e jam de trufa negra).  Estava muito quentinho e saboroso, com uma fatia de carne de porco e uma saborosa massa. Mas o caldo é imperdível! Acompanhei com uma Afuri Lager, aparentemente uma cerveja artesanal feita para o restaurante. Terminei com uma sobremesa: Trufas de Chocolate e Sésamo (ou não fosse eu doido por chocolate).

Soube-me bem e ajudou a ter um final de noite mais reconfortante. Sim, porque a música e a comida aconchegam que é uma maravilha.

E agora ramen (vídeo com um final parvo) e música (o guitarrista que vi no Concerto de Aranjuez, na Gulbenkian):